Mostrando postagens com marcador blog geo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador blog geo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Descubra onde se vive mais no Rio de Janeiro


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Descubra onde se vive mais no Rio de Janeiro

A cidade do Rio de Janeiro é a segunda mais populosa do Brasil, com 6,7 milhões de habitantes, de acordo com a estimativa do IBGE para o ano de 2021. Essa metrópole é uma das mais desiguais do país, onde coexistem indicadores sociais discrepantes, tais como: esperança de vida, renda per capita, mortalidade infantil, analfabetismo, entre outros.

A partir dos dados presentes no Atlas Brasil sobre esperança de vida, realizamos um mapa que destaca os locais do Rio de Janeiro onde as pessoas tinham maior tempo de vida, ou seja, as maiores expectativas de vida. Os dados são referentes ao ano de 2010, os mais atualizados sobre esse tema.

Por esperança de vida, se entende: o número médio de anos que as pessoas deverão viver a partir do nascimento, se permanecerem constantes ao longo da vida o nível e o padrão de mortalidade por idade (ATLAS BRASIL, 2010). As unidades geográficas representadas se referem a "Unidade de Desenvolvimento Humano", adotado pelas Nações Unidas, no qual foi unido setores censitários relativamente homogêneos.

O mapa abaixo destaca onde as pessoas tinham maior tempo de vida, em média de 81,9 anos. Eram os lugares com as maiores esperanças de vida da cidade até o ano de 2010. Os indicadores mais elevados foram de 82,1 anos para os três primeiros colocados: Praia de Ipanema, Lagoa e Praia de São Conrado, como visto no mapa abaixo:


Mapa 1. Rio de Janeiro: onde as pessoas tinham maior tempo de vida, em 2010


A figura acima revela que a expectativa de vida elevada também se encontrava em domicílios do Jardim Botânico, de São Conrado, no Pasmado, na Praia do Flamengo, em Sernambetiba, na Américas/Marapendi e na Restinga de Jacarepaguá. A maioria das unidades geográficas está localizada na Zona Sul, com exceção de três: Américas/Marapendi, Restinga de Jacarepaguá e Sernambetiba.

Uma característica comum entre todos é a localização próxima ao mar, distantes do centro da cidade. Todos estão em áreas afastadas dos municípios da Região Metropolitana. É importante lembrar que várias unidades geográficas do Rio têm elevada expectativa de vida, acima de 80 anos, porém não apareceram no mapa por ele estar limitado apenas as dez maiores.

Outras menções são: Gávea, Leme, Praia de Botafogo/Pça de Nicarágua, Parque Guinle, Leblon e o restante do bairro de Ipanema. Todos esses tinham expectativa de vida, ou de 81,7 ou 81,8 anos.

O mapa acima é um exemplo de muitos outros que podem ser elaborados para a cidade do Rio de Janeiro com indicadores sociais. Também é possível visualizar esse tipo de dado para bairros, zonas administrativas e outros municípios do estado do Rio de Janeiro. Entre em contato.


Fonte: Atlas Brasil. IBGE Cidades.


domingo, 27 de novembro de 2022

Ilha do Marajó: mapa da população em 2021

 

Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Ilha do Marajó: mapa da população em 2021

A ilha do Marajó, localizada no norte do estado do Pará, é a maior ilha hidrofluvial do mundo. É banhada pelo Oceano Atlântico, pelo rio Amazonas e pelo Rio Pará. A extensão territorial é de 40 mil km², área semelhante a Suíça, e a ilha é constituída por 16 municípios. 

O Marajó é lar de 577,7 mil habitantes, porém como está distribuída toda essa população? Qual é o município mais populoso? e o menor? A animação abaixo destaca os dados para o ano de 2021, conforme as estimativas do IBGE: IBGE CIDADES.


Ilha do Marajó/PA: População em 2021


O município de Breves, no centro da ilha, é o mais populoso do Marajó com 104 mil habitantes. Em seguida vem Portel, ao sul, com 63 mil habitantes.

Depois vem municípios com 30 a 41 mil, como: Muaná, Afuá, Gurupá, Bagre, Ponta de Pedras, Curralinho e Anajás.

Por fim, os outros com menos de 28 mil habitantes: Melgaço, Soure, Salvaterra, Cacheira do Arari, Santa Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Chaves.

Em números relativos, Breves concentra 18% da população do Marajó e Portel cerca de 10,9%, e os outros 71,1% estão no restante dos municípios.

O mapa animado acima foi feito no software QGIS, e animação toda no Powerpoint. Muitos mapas e animações podem ser solicitados, basta entrar em contato. Então, o que achou do mapa acima? Deixe um comentário.


sábado, 19 de março de 2022

Distribuição do Rebanho Bovino no estado do Pará (1974-2020)


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Rebanho Bovino no estado do Pará (1974-2020)

O estado do Pará tem o 3° maior rebanho bovino do Brasil, atrás apenas de Mato Grosso e de Goiás (IBGE, 2020). 

No ano de 1974, o Pará tinha apenas 1,3 milhão de cabeças e ocupava a 15° colocação entre todos os estados brasileiros, com significativas mudanças ao longo das décadas posteriores. A partir da série histórica do IBGE é possível visualizar a trajetória da quantidade de bovinos; e nesse caso, escolhemos o estado do Pará.


Figura 1. Rebanho bovino no estado do Pará, desde 1974

Fonte: IBGE série histórica (1974-2020)
Autoria própria

Até os anos de 1980, o rebanho bovino era pouco maior que 2 milhões de cabeças. Nos anos de 1990 passou de 6 milhões, e, nos anos 2000 atingiu 10 milhões.

No ano de 2010 já era maior que 17 milhões e em 2020 alcançou o maior valor registrado, cerca de 22,2 milhões!

O crescimento do rebanho bovino entre 1974 e 2020 no Pará foi de 1.607,6% ou de 20,9 milhões. De modo geral, a expansão foi quase sempre crescente, apenas com leve redução entre 2004 e 2007, mas com recuperação nos anos seguintes.

Toda essa dinâmica foi desigual no espaço paraense ao longo das décadas, onde as expansões mais expressivas ocorreram nas seguintes microrregiões: São Félix do Xingu (+3.790%), Tucuruí (+1.253%), Parauapebas (+946%), Itaituba (+915%) e Marabá (+894%), visto na Tabela 1. A maior parte delas se localizam na mesorregião Sudeste Paraense.


Tabela 1. Rebanho bovino no estado do Pará entre 1990 e 2020


No sentido inverso, apenas quatro microrregiões tiveram redução: Belém (-65%), Arari (-60%), Portel (-48%) e Furo de Breves (-14%), predominantemente na região do Marajó. Em relação a menor quantidade de bovinos, para o ano de 2020, estava nas microrregiões: Furo de Breves (5.133) e Belém (3.522).

É importante notar, entre aqueles com valores mais elevados, a importância de São Félix do Xingu com mais de 3 milhões de cabeças, seguida por Altamira (2,6 milhões), Tucuruí (2,3 milhões) e Redenção (2,2 milhões), alcançando 50,4% do total para o ano de 2020.

Esse aumento é acompanhado da expansão das pastagens no Pará. Conforme os dados da plataforma Mapbiomas, no ano de 1985, cerca de 6,4 milhões de hectares do território paraense eram cobertos por pastagens. Já no ano de 2020, esse valor passou para 21,4 milhões de hectares. Ou seja, em 35 anos, cerca de 15 milhões de hectares viraram pasto no Pará (+234,3%). 


Figura 2. Área de pastagem no estado do Pará em 1985 e 2020

Fonte: Mapbiomas (1985 e 2020)
Autoria própria

Em outras palavras, florestas e outras coberturas vegetais estão sendo convertidas em pastos, especialmente no Sudeste e Sudoeste Paraense, com finalidade de atender os mercados com oferta de carne e derivados. Portanto, o Pará é hoje, um dos principais fornecedores de carne para o Brasil e o mundo, cuja exportação se dá sobretudo pelo Porto de Vila do Conde, em Barcarena.



quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Região Sudeste do Brasil: expansão urbana das capitais

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Região Sudeste do Brasil: expansão urbana das capitais

A Região Sudeste do país é constituída pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo cujas populações totalizam mais de 89 milhões de habitantes (IBGE, 2021). É a região mais populosa do país, a frente das outras quatro (Nordeste, Sul, Norte e Centro-Oeste).

É onde se encontram as maiores aglomerações populacionais do país, com destaque para São Paulo/SP (12,3 milhões), Rio de Janeiro/RJ (6,7 milhões) e Belo Horizonte/MG (2,5 milhões). Apenas a cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, não é uma metrópole, cuja população é de 369 mil habitantes (IBGE, 2021). 

Mas afinal, o quanto as capitais dos estados do Sudeste cresceram ao longo das últimas décadas? mais especificamente entre 1985 e 2020?, já que a população reside principalmente nas áreas urbanas.

Com base nos mapas de uso e cobertura da terra do Brasil oriundos do Projeto Mapbiomas, uma série de cartogramas animados foram confeccionados para visualizarmos e discutirmos as mudanças entre 1985 e 2020.


# Rio de Janeiro/RJ

Em pouco mais de três décadas, a expansão urbana foi significativa nas áreas periféricas da Zona Oeste e Sul da cidade. Locais como Santa Cruz, Paciência, Bangu, Campo Grande e Guaratiba foram aqueles com perdas consideráveis de áreas agropecuárias e, em menor escala, florestas.

Na região Central e no Norte da cidade, as mudanças foram mais tímidas, já que eram áreas de ocupação humana mais antigas.

A zona Sul da cidade também teve dinâmica de uso mais tímida se compararmos com a zona Oeste. Contudo, é notório a perda de cobertura vegetal em bairros como Jacarepaguá e Vargem Grande, por exemplo.

A área urbana do Rio de Janeiro passou de 53.200 ha para 66.824 ha, crescendo 25,60% em 35 anos.





# São Paulo/SP

Em 35 anos, a expansão urbana ocorreu sobretudo na região Norte e Leste da cidade com amplos desmatamentos. A região de Anhanguera, Jaraguá, Brasilândia, Perus, Limão, Casa Verde, Santana, Vila Guilherme, Mandaqui, Tucuruvi e Pirituba, no Norte, foram aquelas com maiores perdas de vegetação.

Na zona Leste não foi muito diferente, onde as regiões de São Mateus, São Rafael, Cidade Tiradentes, Guaianases, Itaquera, Iguatemi e outras também tiveram reduções consideráveis de vegetação. 

Na zona central de São Paulo, a área urbana já estava consolidada desde 1985, o que indica processos de ocupação mais remotos e reflete diretamente no maior adensamento populacional.

Na zona Sul, o avanço da cidade ocorreu especialmente ao longo dos rios e represas dos distritos de Parelheiros, Capela do Socorro, Cidade Ademar, Santo Amaro, M' Boi Mirim e outros.

Por outro lado, as regiões do extremo sul e norte da capital paulista são aquelas com maior massa florestal, onde a ocupação humana é rarefeita. A área urbana de São Paulo aumentou de 80.879 ha para 91.709 ha, ou 13,4% entre 1985 e 2020, inferior ao Rio de Janeiro.






# Belo Horizonte/MG

Na capital de Minas Gerais, a área urbana se espraiou com maior força na zona Norte, Nordeste e em Venda Nova, de forma oposta as demais regiões, onde a ocupação já era consolidada. 

No intervalo de 35 anos, grandes extensões de florestas e outras vegetações típicas da cidade prevaleceram no extremo sul (Barreiros) e leste (regiões Centro-Sul e Leste) da cidade, condição oposta aos locais mais dinâmicos da capital.

Entre 1985 e 2020, a área urbanizada passou de 24.158 ha para exatos 27.509 ha, ou seja, expansão de 13,8%, valor semelhante de São Paulo.





# Vitória/ES

Em pouco mais de três décadas, a expansão urbana foi mais acelerada na porção nordeste e norte em detrimento da área central e sul. Relativas áreas agropecuárias e de florestas sucederam ao avanço da ocupação humana por meio de habitações, comércios e pequenas indústrias.

A ocupação nas margens dos rio Santa Maria é histórica, com exceção do litoral norte, onde a densidade de vegetação nativa é enorme.

Nos últimos 35 anos, a área urbanizada de Vitória passou de 3.745 ha para 4.599 ha, ou 22,8%, valor esse apenas inferior ao da capital carioca.




#Conclusões

A área urbanizada da capital de todos os estados do Sudeste cresceu nas últimas décadas.

A cidade do Rio de Janeiro foi aquela com maior expansão urbana (25,6%), seguida por Vitória (22,8%), Belo Horizonte (13,8%) e São Paulo (13,4%).

A área urbana do Rio de Janeiro foi aquela com expansão mais pulverizada e em vários sentidos, principalmente a Oeste.

A cidade de São Paulo, por sua vez, cresceu mais na zona norte, sul e leste.

Nas quatro cidades, a área central já era bastante ocupada antes de 1985.

As maiores áreas urbanas em ordem são: São Paulo (91.709 ha), Rio de Janeiro (66.824 ha), Belo Horizonte (27.509 ha) e Vitória (4.599 ha).

A perda florestal é visível em todas as capitais, mas no Rio de Janeiro e em São Paulo, as proporções foram maiores.

Os mapas animados ou cartogramas são excelentes recursos para visualizar a expansão urbana, bem como outras temáticas como estudos de uso e cobertura da terra.

Os cartogramas animados podem ser solicitados para darem apoio em apresentações de estudo.


Fonte dos mapas: Mapbiomas


quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

 

Luiz Henrique Almeida Gusmão

Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com


#Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

O que é felicidade para você? Como podemos medir a felicidade de uma nação? Os habitantes de países ricos são mais felizes? 

Um estudo World Happiness Report 2020 sobre a felicidade dirigido pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN em inglês) avaliou por uma plataforma digital, a felicidade dos residentes de 153 países. Os critérios escolhidos foram baseados na percepção dos itens:

1) Renda
2) Assistência Social
3) Longevidade
4) Liberdade para fazer escolhas
5) Generosidade
6) Corrupção
7) Distopia


A partir dos dados realizamos três mapas que destacam os países mais felizes, os menos felizes e um comparativo com o Brasil.

No primeiro mapa estão as 14 nações cujos habitantes declararam serem mais felizes. A maioria deles está no continente europeu e sobretudo, na Escandinávia. Os outros países fora da Europa são: Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Israel. É interessente observar a ausência de grandes potências econômicas entre as mais felizes como: EUA, Japão e China.

A Finlândia era a nação mais feliz do mundo no ano de 2019, seguido pela Dinamarca, Suíça, Islândia e Noruega. É a terceira vez que a Finlândia está no top da lista. A longa expectativa de vida associada com estabilidade econômica e estado de paz deles justificam essas colocações. Contudo, variáveis como generosidade, alta renda, baixa percepção de corrupção e outros critérios contribuíram para maior felicidade.




Entre aqueles cujos habitantes disseram serem menos felizes, a maioria é do continente africano, sobretudo da região Subsaariana. Na lista também temos três países da Ásia e um da América. 

As nações menos felizes são: Afeganistão, Sudão do Sul, Zimbábue, Ruanda, República Centro-Africana e Tanzânia. As razões estão atribuídas à instabilidade econômica e política, à pobreza, à baixa liberdade e à alta percepção de corrupção no país. Outros critérios também foram avaliados negativamente. Alguns deles estão em estado de guerra e grave insegurança alimentar.




No último mapa ressaltamos o Brasil em relação a vários países selecionados. Entre os seus vizinhos, Argentina, Chile e Venezuela são menos felizes. Os EUA, a Alemanha e a França são mais felizes. 

Surpresa ou não, países asiáticos como China e Japão são menos felizes. Portugal e Rússia também são menos. O fato é que a renda não é suficiente para ser feliz, apesar de ser relevante.




Na análise dos mapas e dados, algumas constatações:

a) Os canadenses (10°) são mais felizes que os estadunidenses (18°).

b) Os EUA (18°) e Haiti (142°) são países próximos, mas com diferença exorbitante no quesito felicidade.

c) Brasil (32°) e Moçambique (120°) têm idioma oficial em comum, porém a felicidade é muito díspar. 

d) Entre os BRICs, os brasileiros (32°) se declararam mais felizes que russos (73°), indianos (144°), chineses (94°) e sul-africanos (109°). A diferença por sinal aqui é enorme.

e) Entre as nações mais industrializadas (G8), o Canadá (11°) é o mais feliz, seguido por Reino Unido (13°), Alemanha (17°), Estados Unidos (18°), França (23°) e Itália (30°). Os menos felizes do grupo são: Japão (62°) e Rússia (73°).

A lista completa está expressa aqui:



Então, o que você achou da postagem? Alguma surpresa? Acesse o material original para compreender a metodologia e checar outras listas do estudo.