Mostrando postagens com marcador Cartografia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cartografia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de novembro de 2021

Geoserviço WMS



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (Whatsaap)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Geoserviço WMS

O WMS é uma camada de geoserviço no qual aparece uma representação visual de dados espaciais em formato de imagem. Normalmente estão no formato JPEG, PNG ou GIF, bem como em SVG. 



A INDE (Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais) provém uma série de camadas visuais de informações das mais variadas instituições de pesquisa do país, dentre elas, se destacam:

a) IBGE
b) ANA
c) CPRM
d) BNDES
e) EMBRAPA
f) MAPA
g) INPE 
h) Outros

A partir dos geoserviços espaciais disponíveis você consegue elaborar muitos mapas e usar as informações temporárias como camada complementar em suas análises.



A título de exemplo, você pode visualizar todos os aeroportos do Brasil; a produção de soja por município, entre outros. Contudo, não é possível exportar em SHP. Então, são dados com uso bem limitado, mas importantes em determinadas ocasiões. Nesse rápido tutorial para acessar WMSs você rapidamente consegue aprender a usar.

Você já conhecia esse geoserviço? Qual você mais usa no dia-a-dia?




quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

 

Luiz Henrique Almeida Gusmão

Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com


#Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

O que é felicidade para você? Como podemos medir a felicidade de uma nação? Os habitantes de países ricos são mais felizes? 

Um estudo World Happiness Report 2020 sobre a felicidade dirigido pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN em inglês) avaliou por uma plataforma digital, a felicidade dos residentes de 153 países. Os critérios escolhidos foram baseados na percepção dos itens:

1) Renda
2) Assistência Social
3) Longevidade
4) Liberdade para fazer escolhas
5) Generosidade
6) Corrupção
7) Distopia


A partir dos dados realizamos três mapas que destacam os países mais felizes, os menos felizes e um comparativo com o Brasil.

No primeiro mapa estão as 14 nações cujos habitantes declararam serem mais felizes. A maioria deles está no continente europeu e sobretudo, na Escandinávia. Os outros países fora da Europa são: Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Israel. É interessente observar a ausência de grandes potências econômicas entre as mais felizes como: EUA, Japão e China.

A Finlândia era a nação mais feliz do mundo no ano de 2019, seguido pela Dinamarca, Suíça, Islândia e Noruega. É a terceira vez que a Finlândia está no top da lista. A longa expectativa de vida associada com estabilidade econômica e estado de paz deles justificam essas colocações. Contudo, variáveis como generosidade, alta renda, baixa percepção de corrupção e outros critérios contribuíram para maior felicidade.




Entre aqueles cujos habitantes disseram serem menos felizes, a maioria é do continente africano, sobretudo da região Subsaariana. Na lista também temos três países da Ásia e um da América. 

As nações menos felizes são: Afeganistão, Sudão do Sul, Zimbábue, Ruanda, República Centro-Africana e Tanzânia. As razões estão atribuídas à instabilidade econômica e política, à pobreza, à baixa liberdade e à alta percepção de corrupção no país. Outros critérios também foram avaliados negativamente. Alguns deles estão em estado de guerra e grave insegurança alimentar.




No último mapa ressaltamos o Brasil em relação a vários países selecionados. Entre os seus vizinhos, Argentina, Chile e Venezuela são menos felizes. Os EUA, a Alemanha e a França são mais felizes. 

Surpresa ou não, países asiáticos como China e Japão são menos felizes. Portugal e Rússia também são menos. O fato é que a renda não é suficiente para ser feliz, apesar de ser relevante.




Na análise dos mapas e dados, algumas constatações:

a) Os canadenses (10°) são mais felizes que os estadunidenses (18°).

b) Os EUA (18°) e Haiti (142°) são países próximos, mas com diferença exorbitante no quesito felicidade.

c) Brasil (32°) e Moçambique (120°) têm idioma oficial em comum, porém a felicidade é muito díspar. 

d) Entre os BRICs, os brasileiros (32°) se declararam mais felizes que russos (73°), indianos (144°), chineses (94°) e sul-africanos (109°). A diferença por sinal aqui é enorme.

e) Entre as nações mais industrializadas (G8), o Canadá (11°) é o mais feliz, seguido por Reino Unido (13°), Alemanha (17°), Estados Unidos (18°), França (23°) e Itália (30°). Os menos felizes do grupo são: Japão (62°) e Rússia (73°).

A lista completa está expressa aqui:



Então, o que você achou da postagem? Alguma surpresa? Acesse o material original para compreender a metodologia e checar outras listas do estudo.



terça-feira, 30 de junho de 2020

Atlas da Questão Agrária Brasileira



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com



#Atlas da Questão Agrária Brasileira

Em 2008, o atual Prof. Dr. Eduardo Girardi defendeu sua tese de doutorado na UNESP, intitulada: Proposição teórico-metodológica de uma cartografia geográfica crítica e sua aplicação no desenvolvimento do atlas da questão agrária brasileira.

O trabalho é incrível, não apenas pelo uso constante e crítico de mapas, mas por avaliar a questão agrária brasileira de maneira holística.



Fonte: GIRARDI (2008)


Para nós, Geógrafos e Cartógrafos, esse trabalho é um verdadeiro modelo de como realizar um Atlas. Isso porque o autor usa o mapa como recurso analítico e crítico do espaço geográfico, não ilustrativo. Na tese há uma discussão teórica aprofundada sobre esse temática, vale a pena conferir.

Além da tese, há um site com a maioria das informações utilizadas - Atlas da Questão Agrária.

Para aqueles que têm interesse nos mapas em si, é interessante se inspirar nos produtos e começar a pensá-los como meios de pesquisa, pois também possibilitam descobertas através da "visualização cartográfica" apontada pelo pesquisador. 

Todos os mapas da tese foram produzidos com o software PhilcartoAbaixo, vou compartilhar alguns excelentes mapas presentes no Atlas.


Fonte: GIRARDI (2008)

Fonte: GIRARDI (2008)



O que você achou do site e da tese do Prof. Eduardo Girardi? Incrível! É uma referência indispensável para aqueles que ousam em pesquisar e trabalhar com Cartografia Temática, bem como o espaço agrário brasileiro.

*Todos os créditos pertencem ao Prof. Dr. Eduardo Girardi. Estamos apenas compartilhando o seu trabalho através do blog.




quinta-feira, 9 de abril de 2020

Impacto do Coronavírus na poluição da França, Itália, Espanha e Portugal



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




# Emissões de NO2 oscilam na França, Itália, Portugal e Espanha

Conforme a Agência Espacial Europeia (European Space Agency - ESA) os níveis de dióxido de nitrogênio oscilaram bastante entre os meses de março de 2019 e de 2020, semelhante ao que ocorreu na China.

As animações abaixo destacam onde e como essas emissões mudaram nos quatro países europeus. Em algumas áreas, a diferença gira em torno de 140 metros cúbicos de NO2 no período.

Na França, as maiores diferenças ocorreram na Região Metropolitana de Paris; na fronteira com a Bélgica e Alemanha; e em algumas cidades do sul do país.



Na Itália, os maiores contrastes ocorreram no norte do país, principalmente nos arredores de Milão, Veneza e Turim. De forma semelhante, houve redução das emissões de NO2 nos arredores de Roma e Nápoles.


Na Espanha, as diferenças foram significativas nos arredores de Madri e Barcelona. Já em Portugal ocorreram nas adjacências de Lisboa e Porto.



O que você achou do conteúdo? Deixe um comentário!


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Pesquisa de Mercado: Abertura de uma escola particular em Belém/PA





Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




# Pesquisa de Mercado: Abertura de uma escola particular em Belém/PA

Caros, resolvi compartilhar com vocês uma pesquisa de mercado (Geomarketing) realizado em 2018, cujo objetivo principal era analisar a viabilidade de implantar uma escola particular em um bairro e entorno. 

A área de pesquisa foi o bairro do Parque Verde, localizado no município de Belém/PA. Os dados para realizar essa pesquisa foram obtidos no site do IBGE e por trabalhos de campo. 

Os critérios analisados foram: 

a) Localização
b) Visibilidade de mercado
c) Demanda
d) Concorrência
e) Área de influência do colégio
f) Infraestrutura e potencialidades no entorno
g) Infraestrutura de transportes (público e privado),
h) Vantagens da localização.
i) Desvantagens da localização

Arte: Luiz Henrique Gusmão


*O nome da escola foi alterada
* Nem todos os slides estarão presentes por causa do tamanho do post

1) Apresentação inicial





2) Localização e visibilidade de mercado









3) Demanda









4) Concorrência







5) Área de Influência do Colégio








6) Infraestrutura e potencialidades










*Então, o que você achou do projeto? Tem interesse em um estudo semelhante? Podemos realizar a pesquisa para abertura de qualquer empreendimento. Veja os exemplos abaixo:

a) Imobiliário
b) Lazer e entretenimento
c) Educação e Idiomas
d) Habitação
e) Mobilidade (Transportes)


Para saber mais, entre em contato (91) 98306-5306.


segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Mapas da Distribuição dos Refugiados no Mundo - 2018




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




#Quem é refugiado?




Para a ACNUR Brasil, a palavra "Refugiado" designa a pessoa que está fora do seu país de nascimento por temores de perseguição relacionados a questões de:

  • Raça
  • Religião
  • Nacionalidade
  • Pertencimento a um grupo social
  • Política
  • Violação de direitos humanos
  • Conflitos armados

Refugiados são pessoas que foram obrigadas a sairem de suas casas por conflito ou perseguição que as colocavam em risco de perder a vida ou a sua essência.

Segundo dados da ACNUR - The UN Refugee Agency (2018), quase 71 milhões de pessoas foram forçadas a sair de suas casas como resultado de perseguição, conflito, violência ou violação dos direitos humanos, colocando-as em condição de refugiado.


#Mapas da distribuição dos refugiados no mundo

Conforme os dados da ACNUR (2018), os principais emissores de refugiados no mundo são: Síria, Afeganistão, Sudão do Sul, Myanmar, Somália, Sudão, República Democrática do Congo, República Centro-Africana, Eritréia e Burundi, visto na figura 1. A concentração está no Oriente Médio, na África Central e Oriental.



Figura 1. Principais países emissores de refugiados no mundo - selecionados (2018)


Já aqueles países que mais receberam refugiados no ano de 2018, destacam-se: Turquia, Paquistão, Uganda, Sudão, Alemanha, Irã, Líbano, Bangladesh, Etiópia e Jordânia, visto na figura 2. A concentração se dá sobretudo no Oriente Médio e na África Oriental.




Figura 2. Principais países receptores de refugiados no mundo - selecionados (2018)


Percebe-se que a maioria dos países emissores de refugiados são asiáticos ou africanos pobres. Já aqueles que mais acolheram, possuem um padrão de vida um pouco mais elevado, com exceções: Uganda, Etiópia, Sudão, Bangladesh e Paquistão. Entre os que mais acolheram, a Alemanha merece destaque por ser o único a apresentar padrão de vida mais elevado

Ao cruzarmos as duas figuras, percebemos que muitos refugiados deslocam-se para países vizinhos ou pouco distantes. No entanto, há exceções, como o deslocamento de milhões de sírios em direção a Alemanha por exemplo (Figura 3).




Figura 3. Principais países emissores e receptores de refugiados no mundo - selecionados (2018)


Embora os jornais noticiem o deslocamento de refugiados para países europeus, os mais notáveis deslocamentos estão sobretudo no Oriente Médio, na África Central e África Oriental.

Para você encontrar dados mais completos sobre a distribuição dos refugiados no mundo, veja a referência citada acima. 

Então, o que você achou das figuras acima? Você teve alguma surpresa? Deixe um comentário!