quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Origem dos turistas do Continente Americano para o Brasil




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
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gusmao.geotecnologias@gmail.com



1. Origem dos turistas do Continente Americano para o Brasil


Em 2017, o Brasil recebeu 6,58 milhões de turistas, dos quais 4,76 milhões (72,3%) eram oriundos do continente americano (Ministério do Turismo, 2018)

O número é menor do que aquele verificado em 2016, quando o país recebeu 4,48 milhões de turistas do continente (Ministério do Turismo, 2018).

Para saber dados sobre turismo no Brasil, basta acessar o link ao lado Anuário Estatístico de Turismo - Brasil.

Quando analisamos a origem dos turistas das regiões do continente americano, verificamos que a maioria vem da América do Sul (4,11 milhões ou 86,3%), seguido pela América do Norte (605,9 mil ou 12,7%) e depois América Central e Caribe (49,3 mil ou 1%), conforme o mapa abaixo:



Mapa 01. Quantidade de turistas oriundos por parte do continente americano ao Brasil
É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, consulta o valor
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: Ministério do Turismo (2017)


Percebemos que os principais emissores do continente são da: Argentina (1°), Estados Unidos (2°), Chile (3°), Paraguai (4°) e Uruguai (5°). De cada 100 turistas do continente que chegaram em 2017, pelo menos 86 vieram desses países.

Completando a lista do Top 10 nós temos: Colômbia (6º), Bolívia (7º), Peru (8º), México (9°) e Venezuela (10º). Nesse contexto, os 10 países citados respondem por 97% dos turistas do continente.

No mapa abaixo percebemos que os principais emissores de turistas do continente estão ao sul do Brasil, a maioria limítrofe, com exceção do Chile e dos Estados Unidos ao norte.



Mapa 02. Quantidade de turistas oriundos dos países do continente americano ao Brasil (2017)
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Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: Ministério do Turismo (2017)


Segundo o mapa, é interessante ver que somente da Argentina vieram 2,6 milhões de turistas, o equivalente a 55% do total do continente. Já os outros países, o total foi: Estados Unidos (475,2 mil), Chile (342,1 mil), Paraguai (336,6 mil) e Uruguai (328,0 mil).

Ainda conforme o mapa, na terceira faixa mais expressiva, entre 115 e 140 mil turistas, destacaram-se os países ao oeste do Brasil, como: Bolívia, Peru e Colômbia. Já aqueles com menor representatividade, merecem destaque os países da América Central, assim como o Suriname, Guiana e Guiana Francesa.


Na comparação entre 2017 e 2016, verificamos que na maioria dos países (60% dos analisamos)  houve redução no número de turistas, especialmente do Canadá, Estados Unidos, México e Bolívia, em termos quantitativos. 

A maior redução se deu nos países da América do Norte e da América Central, com exceção do Haiti onde a situação foi inversa, assim como a maioria dos países da América do Sul, como podemos ver no mapa abaixo:



Mapa 03. Variação de turistas entre 2016 e 2017 no continente americano em direção ao Brasil
É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, consulta o valor
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: Ministério do Turismo (2017)


Por outro lado, na América do Sul de modo geral, a situação foi bem diferente, com aumento na emissão de turistas, com exceção da Venezuela, Guiana, Suriname e a Guiana Francesa. 

Entre aqueles que mais incrementarem o número de turistas, destacaram-se quantitativamente: Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai e Panamá.

Abaixo, temos a lista completa do número de turistas dos países do continente com base no Ministério do Turismo (2018), ano base 2017.


Figura 1. Ranking dos países emissores de turistas ao Brasil (2017)


Gostou dos mapas? Você tem interesse em mapas turísticos? ou precisa espacializar dados referentes ao tema? Nos procure e realizaremos o mehor projeto cartográfico para sua pesquisa ou empresa! :)



2. Conclusão

Os mapas indicaram que a maior parte dos turistas que chegaram ao Brasil vieram da América do Sul, mas também dos Estados Unidos. A Argentina é o principal emissor do continente ao Brasil, seguido por outros países vizinhos. No último ano, percebemos um volume menor de turistas no Brasil, porém alguns países aumentaram o número de turistas especialmente aqueles da América do Sul.







quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Plataforma Interativa e Dashboards sobre Desmatamento da Amazônia



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Plataforma Interativa e Dashboards sobre Desflorestamento na Amazônia

O projeto PRODES realiza o monitoramento por satélites do desmatamento por corte raso na Amazônia Legal e produz, desde 1988, as taxas anuais de desmatamento na região, que são usadas pelo governo brasileiro para o estabelecimento de políticas públicas (INPE, 2018). 

Segundo o INPE (2018), todos os programas de monitoramento da alteração da cobertura florestal da Amazônia são operados pelo órgão e utilizam especialmente o software TerraAmazon.

Dentre as formas de divulgação dos resultados das pesquisas, encontra-se uma plataforma interativa com dashboards e mapas interativos - Dados de Desmatamento da Amazônia. Ainda é possível realizar consultas espaciais e downloads!




De modo geral, é possível analisar as taxas de desmatamento para todos os Estados da Amazônia Legal (AM, AC, RR, RO, PA, TO, AP, Oeste do MA e MT), assim como os incrementos do desmatamento. 

É possível também verificar os municípios que mais desmataram, as áreas de proteção ambiental mais ameaçadas, entre outros dados, basta conferir!


Caso VOCÊ esteja precisando de um ou mais mapas sobre DESMATAMENTO dos MUNICÍPIOS da Amazônia, entre em contato (91) 98306-5306. Se você quiser conhecer alguns dos nossos produtos, acesse Mapas Acadêmicos.


Entre as opções que existem, destacam-se:

01. Mapas de desmatamento por município
02. Mapas de desmatamento por estado
03. Mapas de desmatamento por região
04. Mapas de taxas de variação de desmatamento (município, região ou estado)
05. Mapas de desmatamento em unidade de conservação
06. Mapas de desmatamento em terra indígena
07. Mapas de desmatamento ao longo de rodovias
08. Mapas de uso e cobertura da terra


Enfim, mapas e gráficos sobre: Desmatamento e Uso e Cobertura da Terra.


2. Conclusões

O que você achou da dica de hoje? Foi relevante para você? Tem dúvidas? Compartilhe com os seus amigos universitários ou pesquisadores. Com certeza, pode ser importante para muitos deles, especialmente aqueles que pesquisam mudanças na Amazônia.


3. Serviços de Cartografia e Geoprocessamento







terça-feira, 2 de outubro de 2018

Passo a passo para aprender o software Spring!


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Passo a passo para aprender o software Spring!

Muitos não sabem, mas o software Spring surgiu através de um projeto do INPE/DPI com a participação de várias instituições de pesquisa (EMBRAPA - CNPTIA, IBM Brasil, TECGRAF e Petrobrás - CENPES). 

O Spring é um SIG no estado-da-arte com funções de processamento de imagens,  análise espacial, modelagem numérica de terreno e consulta a banco de dados espaciais (INPE).

Embora o software não seja um dos mais amigáveis, é possível dominá-lo com muita persistência. Diante disso, o professor Dr. Alexandre Rosa dos Santos e os mestrandos na época: Telma Machado de Oliveira Peluzio e Nathália Suemi  Saito, todos da UFES (Universidade do Espírito Santo) produziram um material com o passo-a-passo para aprender.

O material está dividido em 8 capítulos da seguinte maneira:

Capítulo 1. Visualizando imagens de satélites e aerofotos digitais
Capítulo 2. Contraste de imagens digitais 
Capítulo 3. Transformação IHS > - < RGB de Imagens
Capítulo 4. Filtragem de imagens digitais
Capítulo 5. Operações aritméticas entre imagens
Capítulo 6. Índices de vegetação
Capítulo 7. Classificação de imagens de satélite
Capítulo 8. Análise de Componentes principais

Para você baixar o conteúdo, basta realizar o download abaixo:


Figura 1. Capa do Livro



Caso VOCÊ ainda não tenha o software, realize um cadastro e baixe aqui: Download - Software Spring 5.5

Ainda é possível baixar dados gratuitamente ofertados pelo Professor Alexandre dos Santos. Dessa forma, VOCÊ já vai testando os seus conhecimentos! Download dos dados - Spring

O que você achou dos materiais? Depois nos conte de que forma o manual te ajudou e se quiser, mostre alguns resultados. Ficaremos felizes pelo feedback positivo! :)



2. Consultoria em Geoprocessamento e Cartografia


Caso VOCÊ precise de mapas para artigos científicos, monografia, dissertação de mestrado ou tese de doutorado, basta entrar em contato para que possamos encontrar a melhor solução para a sua pesquisa.








quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Ecossistemas Marinhos e Costeiros para Educadores (Manual)




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Manual de Ecossistemas Marinhos e Costeiros para Educadores


O Manual de Ecossistemas Marinhos e Costeiros para Educadores é um exímio material para aqueles que trabalham com educação, especialmente pela sua infografia, didática e abragência sobre o tema.

É um manual produzido pela equipe de educadores dos projetos de conservação marinha, patrocinados pela Petrobras, por meio do Programa Socioambiental da empresa. Entre os programas, destacam-se: Projeto lbatroz, Projeto Baleia Jubarte, Projeto Coral Vivo, Projeto Golfinho Rotador e Projeto Tamar.

Ao todo, são 8 capítulos que explicam de forma atraente assuntos como:

Capítulo 1. Educação Ambiental
Capítulo 2. Oceanos
Capítulo 3. Ambientes
Capítulo 4. Serviços ecossistêmicos
Capítulo 5. Desafios para conservação
Capítulo 6. Proteção e Gestão
Capítulo 7. Atividades educativas
Capítulo 8. Literatura Recomendada



Figura 1. Capa do Livro



Figura 2. Composição de um oceano
Fonte: Gerling et. al. (2016). Ed. Comunicar (2016)
Capítulo de José Martins da Silva (ICMBio)




Figura 3. Ciclo Tráfego de Manguezais e estuário

Fonte: Gerling et. al. (2016). Ed. Comunicar (2016)
Capítulo de Clovis Barreira e Castro




2. Consultoria em Geoprocessamento e Cartografia

Caso VOCÊ precise de mapas para artigos científicos, monografia, dissertação de mestrado ou tese de doutorado, basta entrar em contato para que possamos encontrar a melhor solução para a sua pesquisa.







quarta-feira, 19 de setembro de 2018

2 Livros incríveis de Licenciamento Ambiental para baixar



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Livros de Licenciamento Ambiental 

Segundo o MMA (2009), as questões relativas ao meio ambiente têm sido relevantemente abordadas nas últimas décadas, tanto por estudos acadêmicos quanto pela mídia, que têm difundido conhecimentos sobre a gestão dos recursos naturais que comprometam a sustentabilidade.

Tais consequências podem ser notadas por todos, principalmente, por meio das experiências diárias. O município é o espaço das vivências cotidianas, e pode ser considerado, assim, a escala em que essa percepção socioambiental é mais notada. Nesse contexto, compartilho dois livros importantes na área do "Licenciamento Ambiental" abaixo:



Figura 1. Licenciamento Ambiental para o Desenvolvimento Urbano: avaliação de instrumentos e procedimentos
Autoria: IPEA (2013)



Figura 2. Avaliação de Impacto Ambiental: caminhos para o fortalecimento do Licenciamento Ambiental Federal
Autoria: IBAMA/MMA (2016)
Download do livro - Avaliação de Impacto Ambiental




2. Consultoria em Geoprocessamento e Cartografia

Caso você necessite de mapas para pesquisas acadêmicas (artigo, monografia, dissertação de mestrado ou tese de doutorado), entre em contato e nos comprometeremos a entregar os melhores produtos para atender os seus anseios.











terça-feira, 18 de setembro de 2018

Arquivos Kml de bairros para visualização no Google Earth




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Arquivos "Kml" de bairros para visualização

O Google Earth é um poderoso software para visualizar e realizar algumas análises das áreas urbanas, uma vez que o programa possui diversas ferramentas e as imagens de satélite contidas no mesmo são atualizadas com frequência. 

Devido o programa ser livre - Download do software Google Earth Pro, se popularizou rapidamente entre aqueles que até então não sabiam manusear nenhum software com funcionalidades semelhantes. 

Nesse sentido, compartilho alguns arquivos "kmls" (Próprio do Google Earth) de bairros de algumas cidades brasileiras. Os preços estão bem acessíveis e os produtos podem ser adquiridos facilmente. Todos os arquivos foram processados com base nos setores censitários disponibilizados pelo IBGE para o ano de 2010. Então vamos lá!!




Figura 1. Bairros de Fortaleza - CE




Figura 2. Bairros de Vitória/ES





Figura 3. Bairros de Belo Horizonte/MG



Figura 4. Bairros de Curitiba/PR



Figura 5. Bairros do Rio de Janeiro/RJ




Figura 6. Bairros de Santarém/PA




Figura 7. Bairros de Santos 


 Figura 8. Distritos Administrativos de São Paulo/SP



Figura 9. Bairros de Belém/PA 



Figura 10. Bairros de Caxias do Sul/RS




2. Consultoria em Geoprocessamento e Cartografia


Não encontrou a cidade do seu interesse na lista? Então entre em contato e solicite a cidade desejada. Todas as delimitações de bairros são oficiais e de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2010).




sábado, 15 de setembro de 2018

Manual Técnico de Geomorfologia do IBGE (Livro)




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. MANUAL TÉCNICO DE GEOMORFOLOGIA - 2ª Ed. (IBGE)

O 2º Manual Técnico de Geomorfologia foi elaborado pelo IBGE em 2009 através da Diretoria de Geociências da instituição visando apoiar todos os setores da sociedade que demandam esse tipo de informação.

A equipe técnica além de atualizar os conceitos, critérios e normas na área da Geomorfologia, também buscou inovar ao abordar as modificações e a evolução do mapeamento geológico ocorridas no Brasil, especialmente na área de interpretação de imagens em meio digital, geoprocessamento e Sistemas de Informações Geográficas - SIG integrados a Banco de Dados.

Entre as informações que podem ser encontradas no manual destacam-se:

a) Pressupostos teórico-metodológicos
b) Taxonomia do mapeamento geomorfológico
c) Conceitos básicos dos fatos geomorfológicos mapeados
d) Conceitos complementares à interpretação geomorfológica
d) Sensoriamento remoto aplicado à geomorfologia
e) Procedimentos básicos do mapeamento geomorfológico
f) Entre outros



Figura 1. Manual Técnico de Geomorfologia do IBGE



2. Consultoria em Geoprocessamento e Cartografia

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sábado, 1 de setembro de 2018

Atlas da Vulnerabilidade Social no Brasil (Download)




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Atlas da Vulnerabilidade Social nos municípios brasileiros


Segundo o IPEA (2015), o Atlas da Vulnerabilidade Social nasceu e se desenvolveu de forma paralela à construção do ADH (Atlas do Desenvolvimento Humano). 

O atlas é um produto que visa debater o tema e ampliar as possibilidades de análise dos espaços metropolitanos brasileiros, de modo a dar suporte a tomada de decisão pelos gestores públicos.

Dessa forma, o IPEA e as instituições parceiras no projeto apresentam uma série de cartogramas que compõe o índice de vulnerabilidade social (IVS) para todos os municípios (IPEA, 2015).

O produto apresenta uma série de indicadores que informam sobre a exclusão social, a pobreza multidimensional e a própria vulnerabilidade social (IPEA, 2015).

Para você compreender melhor a metodologia para a construção do IVS e acessar a publicação completa, basta realizar o download abaixo:




Figura 1. Atlas da Vulnerabilidade Social do Brasil (IPEA)


Caso você queira acessar a plataforma interativa e até baixar arquivos vetoriais (shapefiles) ou estatísticas para as regiões metropolitanas brasileiras, o link que dá acesso está ao lado: Plataforma do IPEA sobre Vulnerabilidade Social.


A partir das variáveis analisadas pelo IPEA, é possível ler o Índice da Vulnerabilidade Social (IVS) de modo que quanto mais próximo do 1, maior é a vulnerabilidade, e quanto mais próximo do 0, menor a vulnerabilidade.



Fonte: IPEA (2015)


2. Mapas de Vulnerabilidade Social (MVS)

A partir dos dados disponibilizados pelo IPEA, é possível realizar uma série de análises para as regiões metropolitanas brasileiras ou pequenos recortes espaciais (bairros, área de pesquisa ou regiões, por exemplo. Vejamos os exemplos abaixo:


Caso 1: O Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) foi representado para os bairros de Belém/PA e focamos naqueles ao longo de uma rodovia.




Mapa 01. Índice de Vulnerabilidade Social nos arredores da Rod. Augusto Montenegro, Belém/PA (2015)
É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, consulta o valor.
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IPEA (2015)


Caso 2: O Índice de Vulnerabilidade Social foi analisado e representado para os bairros do Morumbi e do Itaim Bibi no município de São Paulo.



Mapa 02. Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) nos bairros do Morumbi e Itaim Bibi, São Paulo/SP (2015)
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Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IPEA (2015)


Caso 3: O Índice de Vulnerabilidade Social foi representado para os municípios da microrregião de São Paulo.


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Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IPEA (2015)



3. Referências

Atlas da vulnerabilidade social nos municípios brasileiros / editores: Marco Aurélio Costa, Bárbara Oliveira Marguti. – Brasília : IPEA, 2015. 77 p. : gráfs., mapas color. 



4. Serviços de Cartografia e Geoprocessamento