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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Perda florestal de Belém/PA em 34 anos

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
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Perda florestal de Belém/PA em 34 anos

A partir dos dados do MAPBIOMAS dos anos de 1985 e 2019 realizamos uma figura para comparar a situação das florestas do município de Belém/PA.

Em 1985, Belém tinha 364,48 km² de florestas, passando para 307,1 km² no ano de 2019. Em pouco mais de três décadas, cerca de 15,7% da vegetação foi removida.

A área parece pequena, mas comparando com o maior estádio de futebol de Belém, o Mangueirão, a área desmatada foi igual a 980 vezes o tamanho dele, veja:




As figuras revelam que os desmatamentos foram mais fortes no norte de Belém, com destaque para a ilha de Mosqueiro, do Outeiro, no Distrito de Icoaraci, bem como no extremo leste da cidade, já na divisa com Ananindeua. As ilhas ao sul (Combu e Murutucu), por sua vez, pouco mudaram, já que a ocupação permanece predominantemente ribeirinha sem avanço de áreas urbanizadas ou outro uso antrópico.



Em 33 anos (entre 1985 e 2019), cerca de 15,7% da vegetação nativa de Belém foi convertida em área urbana (formada por casas, ruas e construções em geral de comércio, serviços e indústrias leves).





quinta-feira, 25 de junho de 2020

Color Brewer: Paleta de Cores para Mapas




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Color Brewer: paleta de cores para mapas

Você é aquela pessoa que na hora de selecionar as melhores cores para compor o seu mapa não sabe quais usar? Então, você deve acessar esse site - Color Brewer: color advice for maps

As paletas de cores foram selecionadas por Cynthia Brewer e Mark Harrower, professores da Universidade da Pensilvânia (EUA). A seleção de paletas é indicado também para designers com interesse em outros projetos.


Figura 1. Interface do Color Brewer
Fonte: Color Brewer



No site há paletas para todas as necessidades de cartografia: mapas quantitativos, qualitativos e ordinais.  


Figura 2. Paleta de cor verde em degradê (ordem ou quantitativo)
Fonte: ColorBrewer

Figura 3. Paleta de cor sequencial divergente (ordem)
Fonte: ColorBrewer

Figura 4. Paleta de cor divergente (qualitativo)
Fonte: ColorBrewer


Além da variedade de paletas, é possível também realizar downloads e testar as cores com outros objetos (bordas, círculos, etc), assim  como a transparência.


Então, o que você achou do conteúdo? Já o conhecia? Deixe um comentário.



segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Mapas sobre o vírus HIV no mundo



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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# Mapas sobre o vírus HIV no mundo

A partir de alguns dados sobre o vírus HIV no mundo do Global Burden of Disease Collaborative Network (2017) compilados no site do Our World in Data, realizamos três figuras temáticas para responder as seguintes perguntas:

a) Quais países têm os maiores percentuais de falecimento pelo vírus HIV no mundo? e como está o Brasil?

b) Quais países se destacam com mais novos casos do vírus HIV no mundo e como o Brasil está em relação a eles?


Para responder a primeira pergunta, selecionamos aqueles países cujo mortalidade foi superior a 20%. 

Todos os países são do continente africano, com destaque para a porção meridional. Países como Botsuana, África do Sul e Lesoto possuem as maiores mortalidades, acima de 25%. 

Ademais, outros países possuem índices elevados como Moçambique, Namíbia e Guiné Equatorial. Já o Brasil teve um percentual muito baixo, cerca de 1,1% (Global Burden of Disease Collaborative Network e Our World in Data, 2017).




Na avaliação geral da mortalidade pelo vírus HIV no ano de 2017, percebemos que grande parte dos países africanos têm as maiores taxas. Contudo, há grandes exceções, como os países da porção Norte com taxas equivalentes a de países europeus, americanos e asiáticos.

No restante do mundo, a maioria dos países possuem taxas modestas, abaixo de 10 mortes por 100 mil habitantes. No entanto, outros lugares possuem taxas maiores, como a Rússia, Bolívia, Paraguai, Guiana, alguns países da América Central e poucos da Ásia.




Já a resposta da segunda pergunta, em termos quantitativos, a África do Sul, Nigéria e Rússia são aqueles com mais novos casos, acima de 138.000. O mapa também destaca outros países africanos, com número de casos entre 27.000 e 99.000.

No mesmo ano, o Brasil registrou aproximadamente 83.000 novos casos, número superior a de países mais populosos como EUA e China.




É importante ressaltar que os países acima foram selecionados, cujo número de novos casos foi superior a 27.000 e com a finalidade de comparar com o Brasil. Como não há dados de taxa de infecção, selecionamos o de novos casos.

Ainda segundo o relatório, a maioria dos óbitos se dá em pessoas com idades entre 14 e 49 anos, seguido por aquelas com menos de 5 anos (Global Burden of Disease Collaborative Network e Our World in Data).

Então, o que você achou das figuras acima? Deixe um comentário!

Se você quiser saber mais informações sobre HIV, acesse o site do Our World in Data.



segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

MAGRIT: Aplicação Online de Mapas



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#MAGRIT: Aplicação Online de Mapas

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR DO MAGRIT? Acho difícil, primeiro porque não se trata de um software, mas de uma plataforma digital de fazer "mapas". Com o uso dele é possível gerar "mapas" simples, na verdade cartogramas ou figuras temáticas.

É uma aplicação muito semelhante ao Software Philcarto, no entanto é um dispositivo online que você pode fazer seus "mapas" e figuras sem realizar o download. Através do Magrit, você consegue importar shapefiles com os dados embutidos na tabela de atributos para confeccionar os seus produtos.

É um dispositivo de Cartografia Temática com os principais métodos: Coroplético, círculos proporcionais, círculos proporcionais com coroplético, isoplético, etc, inclusive anamorfose!



Figura 1. Interface do dispositivo online Magrit!
Fonte: MAGRIT (2019)


O dispositivo está em inglês, todavia é bastante intuitivo. Não é difícil compreender como funciona a sua interface, assim como carregar os dados para gerar os produtos. 

O dispositivo pode ser extensamente usado para o ensino de Cartografia Temática e para produção de figuras temáticas simples. Não espere realizar procedimentos refinados de geoprocessamento ou análises muito complexas, esse não é o objetivo dele!.

Contudo, o objetivo do dispositivo é trabalhar com estatísticas para gerar "mapas" e figuras temáticas. O mais interessante dele é o rápido processamento e a não necessidade de instalação. Se você tem interesse, veja o tutorial aqui: Magrit Tutorial.

Abaixo selecionamos alguns produtos que o Magrit é capaz de produzir.


Fonte: Magrit (2019)

Fonte: Magrit (2019)

E aí? o que você achou dessa aplicação online? Já conhecia? Fale a verdade! rsrs. Eu conheci há poucos dias também. Boa sorte na sua aprendizagem e use bastante, já que é gratuito.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Violência contra jovens por COR no Brasil



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Violência contra negros, pardos e brancos no Brasil

Segundo dados do IBGE (2017) referentes a taxa de homicídio de jovens entre 15 e 29 anos por cor, um jovem negro ou pardo possui quase 3 vezes mais chances de sofrer homicídio do que um jovem branco, como podemos ver no infrográfico abaixo:


Elaborador: LUIZ HENRIQUE ALMEIDA GUSMÃO
Fonte dos dados: IBGE (2017)
É PROIBIDO COPIAR PARTE OU TODO O MATERIAL SEM AUTORIZAÇÃO


Para compreender melhor o infográfico, a cada 100 mil jovens negros ou pardos, 98 foram mortos, e a cada 100 mil jovens brancos, 34 foram mortos. A diferença é enorme e destaca que as principais vítimas de homicídio no Brasil são pardos ou negros.

Há duas visões sobre a maior taxa de homicídio de pardo/negro. Para alguns, isso está relacionado ao racismo estrutural, cujas vítimas de homicídio morreriam apenas por serem negras ou pardas (IPEA, 2017).

Outra visão está relacionada ao fato de mais negros/pardos morrerem por causa do seu maior grau de vulnerabilidade social e condição socioeconômica predominantemente inferior à de brancos (IPEA, 2017). Sabemos que não há uma resposta para explicar a complexidade disto, porém é necessário mudar esse cenário de maior violência contra pessoas de cor negra e parda.

Para o IPEA (2017, p. 7): "[...] a condição de vulnerabilidade socioeconômica dos afrodescendentes, por sua vez, seria resultado de uma persistência na transmissão intergeracional de baixo capital humano, que segue até os dias de hoje, como consequência das condições iniciais de abandono, a que a população negra foi relegada logo após a abolição da escravatura".

Nesse sentido, acreditamos que a escravidão foi algo deplorável com cicatrizes profundas na sociedade brasileira e ainda marca a vida de milhões de pessoas. Essas marcas ainda dificultam o acesso à vários direitos básicos, especialmente naquelas localidades mais remotas e marginalizadas. No entanto, o racismo ainda é evidente na sociedade brasileira atual, até mesmo em cidades cujas taxas de escolarização e acesso à informação são altas, o que reflete forte preconceito e discriminação.

Muitos governos vêm tentando minimizar esse descompasso através de políticas de compensação, assim como alguns segmentos da sociedade, ao trazer maior representatividade do movimento negro/pardo. Muitos direitos e avanços foram conquistados, mas ainda estão no começo.

Embora o infográfico acima retrate apenas o ano de 2017, muitas estatísticas oficiais anteriores já evidenciavam taxas de homicídio de negros e pardos sempre maiores, com forte contraste em todas as unidades da federação do Brasil.

Você consegue acessar outros dados oficiais sobre violência racial, ou por cor, como preferimos chamar, aqui: Mapa da Violência - 2019.




#Referências

IPEA. Democracia Racial e Homicídios de Jovens Negros na Cidade Partida, 2017. Disponível em: IPEA - 2017.

IBGE, 2017. Disponível em: IBGE Notícias. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Quantos anos os brasileiros viviam desde 1890?



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Quantos anos os brasileiros viviam desde 1890?

A expectativa de vida é uma das principais formas de avaliar a saúde de uma população a nível mundial. Essa métrica consegue capturar a mortalidade ao longo de toda uma vida. Dessa forma, a partir dos dados do World Bank e UN Population Division, compilados no site do Our World in Data, foi possível realizar uma breve análise no intervalo de 129 anos.

*Os dados apresentados aqui tratam-se de médias de todo o território.



Arte: Luiz Henrique Gusmão 


As chances do brasileiro viver mais aumentou conforme o tempo, devido ao avanço da medicina e a democratização do sistema de saúde. Em 1890, o brasileiro vivia em média até os 29 anos!, ou seja, não passava da juventude. Já em 2019, a expectativa brasileira atingiu os 76 anos. Hoje vivemos 47 anos a mais do que em 1890, visto na figura abaixo:




Quando realizamos comparações, percebemos o quanto a vida do brasileiro melhorou ao longo do tempo. A melhoria mais significativa ocorreu entre as décadas de 1940 e 1960, quando a expectativa cresceu 17 anos. Merece destaque também os períodos entre 1960 e 1980 com crescimento de 9 anos e entre 1980 e 2000, com melhoria de 7 anos. 

Por outro lado, na virada do século XIX para o XX, as melhorias foram muito fracas, com aumento de 5 anos entre 1920 e 1940, e de apenas 3 anos entre 1890 e 1920!, visto na figura abaixo:






Ao comparar como os brasileiros viviam em relação aos países vizinhos em 1950, percebe-se a condição de vida baixa (50 anos), atrás de vários países na época, com destaque para Uruguai (66 anos), Paraguai (63 anos) e Argentina (61 anos), visto na figura abaixo:


Fonte: World Bank e Our World in Data (1950-2019)
*PROIBIDO A CÓPIA PARCIAL OU TOTAL DO MAPA


No período analisado, é possível ver a melhoria na esperança de vida em todos os países. Hoje quem vive melhor são os chilenos (80 anos), uruguaios (78 anos), colombianos e equatorianos (77 anos) e, argentinos, peruanos e brasileiros (76 anos). Já os que vivem menos são: guianenses (70 anos), bolivianos e surinamenses (71 anos).

Entre 1950 e 2019, a expectativa brasileira aumentou 26 anos, igual a do Chile, mas o maior aumento foi na Bolívia (31 anos). Como os valores acima retratam as médias, ocultam-se as discrepâncias dentro dos países, então há brasileiros que vivem muito mais que 76 anos, assim como o inverso.

Então, você gostou do material? Tem interesse em infografia para seu trabalho acadêmico? Pode ser um mapa, uma figura ou gráfico. Estamos dispostos a ajudar você!


sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Mapa da Aceitação de Vacinas em Crianças no Mundo



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Mapa da aceitação de vacinas em crianças no mundo

A vacinação é responsável por salvar a vida de milhões de crianças no mundo! É o método mais eficaz no combate a doenças infecciosas, como sarampo, rubéola, poliomelite, entre outras. Apesar de ser uma das responsáveis por elevar a expectativa de vida, algumas pessoas desacreditam no poder da vacina, por acreditarem em ideias falaciosas propagadas na internet. 

Dessa forma, resolvemos destacar como o mundo enxerga a vacinação em crianças, visto na figura 1, a partir de dados de 2018 do Wellcome Trust Global Monitor, compilado no site do Our World in Data.


Figura 1. Percentual de pessoas que concordam que as vacinas são importantes para as crianças - 2018
Fonte: Adaptado de Wellcome Trust Global Monitor (2019) - Our World in Data


Como podemos ver na figura acima, a maioria dos países do mundo concordam que as vacinas são importantes para as crianças, com percentual acima de 85%. A confiança nas vacinas é maior na América Latina, África, Ásia e Oceania, destacando-se países em desenvolvimento como: Brasil, Equador, Quênia, Etiópia, Índia, Iraque, Egito etc, todos em azul escuro.

A confiança é menor no continente europeu, na América do Norte e poucos países asiáticos (Japão, Coréia do Sul e Cazaquistão). Merece destaque negativo alguns países de alta e média renda como: França, Rússia, Suíça, Itália, Ucrânia, Sérvia, dentre outros. Apesar disso, a taxa ainda é relativamente alta, com valor médio superior a 70%.

Abaixo vemos algumas informações sobre a vacinação em crianças. Mais de 85% das crianças até 1 ano foram vacinadas no mundo em 2017. Grande parte dos países são pessimistas no que se refere a resposta sobre o percentual de crianças que foram vacinadas naquele ano, com destaque negativo para o Japão e França.



Figura 2. Informações sobre vacinação de crianças
Fonte: WHO e IPSOS (2017) - Our World in Data



2. Considerações finais


A vacinação é essencial para as crianças e anualmente salva milhões delas, aumentando a expectativa de vida significativamente, portanto não faz mal algum, nem facilita as crianças ficarem doentes no futuro. Apesar do grau de confiança nas vacinas ser discrepante entre os países, no geral, todos possuem grau de confiabilidade superior a 85%, considerado alto.



quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Animação Cartográfica no GIPHY




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Animação Cartográfica no GIPHY

Vivemos na era da informação e de avanços tecnológicos rápidos, em que as nossas formas de comunicação se tornam cada vez mais fluídas. Com a Cartografia não pode ser diferente, é preciso dinamizá-la a fim de aumentar nossa capacidade de comunicação com os leitores de mapas e usuários da informação espacial.

Para atingir esse objetivo nós precisamos nos apropriar de novas formas de comunicação, ferramentas e de tecnologias. Entre essas ferramentas está o GIPHY, muito famoso entre adolescentes e jovens que a utilizam para produzir "memes". Resumidamente, o GIPHY é uma ferramenta capaz de produzir animações em tempo recorde!



Figura 1. Interface do GIPHY para construir uma animação
Fonte: Autor (2019)

Basta você fazer um cadastro, acrescentar e organizar suas imagens, selecionar "stickers" e/ou "filters" para produzir rapidamente uma animação, podendo escolher até o tempo de duração de cada uma. É ideal para aqueles que buscam dá uma animada em suas apresentações ou até mesmo para quem trabalha com Cartografia Temática, pois você pode selecionar uma série de imagens de satélites ou mapas de forma cronológica! 

No exemplo abaixo, eu selecionei 5 imagens do Google Earth para destacar a localização da "Doca", uma área famosa na cidade de Belém. As imagens selecionadas destacam a "Doca" com um círculo vermelho na cidade de Belém até aparecer uma foto do local. 



Figura 2. Localização da "Doca" em Belém/PA
Fonte: Autor (2019)


A animação está na extensão .gif e é uma figura, não um vídeo. O tamanho final é de 800 Kb!, ou seja, fica muito fácil de compartilhar em várias redes sociais e acrescentar nas suas apresentações. Se você quiser melhorar as suas imagens do Google Earth, quando for exportar, aumente a resolução espacial de cada uma. No exemplo acima, apenas tirei "print screens" para acelerar o processo.

Então, o que você achou da ferramenta? Já conhecia? O que você acha que será capaz de fazer com ela? Deixe um comentário.



quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Atlas das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Atlas das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil

Você já conhece o Atlas produzido pelo IBGE exclusivo da zona costeira e oceânica do Brasil? É um produto incrível com riqueza de detalhes de todo o país. Faça o download abaixo. 




segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Atlas Histórico-Geográfico dos EUA (Plataforma)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Atlas Histórico-Geográfico dos Estados Unidos

Você já imaginou conhecer a história dos Estados Unidos na perspectiva cartográfica? Não estou falando de livros, mas de uma plataforma digital que conta a história desse país com ajuda de mapas e documentos associados. Acesse aqui! Atlas Histórico-geográfico dos Estados Unidos.



Figura 1. Atlas histórico-geográfico dos EUA
Fonte: Digital Scholarship Lab, University of Richmond (2019)


Figura 2. Plataforma histórico-geográfica dos EUA
Fonte: Digital Scholarship Lab, University of Richmond (2019)


Na plataforma é possível visualizar um mapa atual do país associado com informações dos séculos passados! Há uma infinidade de temas:

#História Natural
#Escravidão
#População
#Limites e Fronteiras
#Indústrias e transportes
#História Militar
#Riqueza
#Educação
#Outros


Figura 3. Capítulos do Atlas dos EUA
Fonte: Digital Scholarship Lab, University of Richmond (2019)



Então, o que você achou desse material? Já o conhecia? Você sabia que existe um material semelhante feito para o Brasil dos seus 500 anos? Confira aqui Atlas Histórico do Brasil. Deixe um comentário.

sábado, 7 de setembro de 2019

Atlas Histórico do Brasil - 500 anos



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Atlas Histórico do Brasil - 500 anos

Você já imaginou conhecer a história do Brasil na perspectiva cartográfica? A FGV (Fundação Getúlio Vargas) lançou anos atrás uma plataforma digital que conta os principais fatos da história do nosso país. Acesse aqui! Atlas histórico do Brasil - 500 anos.




Figura 1. Bancadas na Constituintes de 1891 no Brasil
Fonte: FGV (Fundação Getúlio Vargas)


Figura 2. Expedições de naturalistas estrangeiros na porção setentrional do Brasil
Fonte: FGV (Fundação Getúlio Vargas)


Há mapas dinâmicos de 1500 até 2009, ou seja, do período da colonização portuguesa até a Nova República. O material é excelente para integrar estudos de história, geografia, cartografia e informática. Temos certeza que o material será atualizado nos próximos anos. 


Você já conhecia esse material? Deixe um comentário!

domingo, 1 de setembro de 2019

Cartografia Geral, Digital e Temática - Livro




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Cartografia Geral, Digital e Temática (Livro)

Hoje queremos compartilhar um excelente livro de Cartografia, cuja autoria é de Tony Vinicius Moreira e Maria Cecilia Bonato, todos professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 

Eles nos presentearam com esse produto online essencial para aqueles que estão aprendendo Cartografia ou que já estão praticando, seja no ensino ou na produção de mapas.

O livro possui quatro capítulos e 210 páginas de pura Cartografia. Inicia falando sobre Cartografia básica, depois de Aquisição de dados espaciais, em seguida de Cartografia Digital, e por último, Cartografia Temática. No material também há um arsenal de referências bibliográficas!







quinta-feira, 29 de agosto de 2019

The ArcGis Imagery Book - Livro




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. The ArcGis Imagery Book (Livro)

A empresa ESRI, proprietária dos softwares da família ArcGis compartilhou essa semana um livro no qual explora temas interessantes relacionados a Cartografia e ao poder das imagens de satélite ao longo do tempo. Trata-se um livro rico que busca sintetizar as principais tendências de mercado e pesquisa com uso de sistemas de informação geográfica (SIG), além de explorar temas relacionados a temática.

Todos os direitos são reservados a empresa ESRI e seus colaboradores. Estamos apenas compartilhando o material disponível gratuitamente na internet. 

* Todos los derechos reservados a ESRI e los colaboradores.



Figura 1. Capa do livro
Faça o download aqui: The ArcGis Imagery Book


Para complementar, a empresa compartilhou esse material com o uso do ArcGis na área de conservação ambiental, veja: Esri Conservation Map Book.