quinta-feira, 12 de outubro de 2023
Mapas para Dissertações de Mestrado: benefícios
quarta-feira, 11 de outubro de 2023
Mapas para Teses de Doutorado (serviço)
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
Links para obter dados do Censo 2022 do IBGE
1. Links para obter dados do Censo 2022 do IBGE
domingo, 8 de outubro de 2023
Sites para selecionar cores e paletas de cores para mapas
1. Sites para selecionar cores e paletas de cores
sexta-feira, 6 de outubro de 2023
Mapa da Densidade de cidades no Brasil
1. Mapa da densidade de cidades no Brasil
sábado, 25 de fevereiro de 2023
Anamorfoses do Brasil: produção de açaí e de maçã
A Anamorfose é uma representação cartográfica que distorce a área geográfica de acordo com o valor do dado quantitativo. Ou seja, quanto maior o valor absoluto ou relativo de uma área, mais destaque ela terá.
Então, eu acessei o site do Censo Agropecuário de 2017 do IBGE e peguei os dados de produção de açaí e de maçã, para todos os estados do Brasil. Depois eu gerei duas anamorfoses no software QGIS, em formato GIF.
A primeira figura destaca a produção de açaí, em que o estado do Pará se destacou como o principal produtor, seguido pelo Amazonas, Amapá e Bahia. Só o Pará produziu 86,2% de toda produção nacional.
A segunda figura destaca a produção de maçã. Dessa vez, o estado de Santa Catarina e o Rio Grande do Sul concentravam 48,6% e 47,2% da produção nacional, respectivamente.
Essa animação simples foi publicada no Linkedin e viralizou. Foram mais de 220 curtidas e alguns comentários. Esse tipo de representação é mais comum entre o público da geografia, mas com a popularização de ferramentas de visualização de dados, mais figuras como essas têm sido compartilhadas nas redes.
É importante dizer que o público-alvo precisa conhecer minimamente a estrutura espacial do local que será gerado uma anamorfose. As vezes nós colocamos um mapa tradicional da área para a pessoa conseguir reconhecer. Caso contrário, a figura pode gerar dúvida ou induzir a interpretações equivocadas.
Em publicações científicas, o uso desse tipo de figura não é muito comum. A vantagem da anamorfose está na valorização dos municípios, cidades ou países cuja área é pequena, quando valor do dado é alto. Isso faz com que esses locais apareçam maiores na figura por causa do valor.
E você? conhece essa representação? tem interesse em representar dessa forma os seus dados? quais aplicações você acredita que elas são viáveis? Deixe o seu comentário.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2022
Estado do Pará em NÚMEROS - 2021
Todo ano, a FAPESPA (Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas) publica um extenso relatório detalhando o estado do Pará. A última edição, de 2021, acabou de ser publicada e revela informações sobre: território e indicadores demográficos, sociais, econômicos e ambientais.
Para aqueles que têm interesse em conhecer melhor o Pará, o anuário é um material rico com várias informações. Também possui uma série de mapas e séries estatísticas históricas. Basta acessar PARÁ EM NÚMEROS - 2021 para realizar o download.
Fonte: FAPESPA (2021)
sábado, 25 de dezembro de 2021
Anuários Estatísticos do Brasil (2020-1)
Um Anuário Estatístico é uma publicação com registros de dados sobre algum tema, como educação, turismo, segurança pública, entre outros. Diversos materiais são atualizados anualmente por instituições públicas e privados.
Para pesquisadores em formação (mestrando e doutorandos) e aqueles atuantes na área da ciência e tecnologia, o uso desse tipo de material é indispensável na elaboração e publicação de artigos em periódicos e revistas.
Aqui, iremos compartilhar uma série de anuários estatísticos de 2020/2021 sobre temas variados do Brasil. O nosso objetivo é compilar uma série desses materiais a fim de facilitar o acesso por estudantes e pesquisadores.
domingo, 5 de dezembro de 2021
Indicadores Sociais do Brasil - 2021
Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou o material: "Síntese dos Indicadores Sociais, uma análise das condições de vida da população brasileira, 2021". Já os dados brutos se encontram no link ao lado: Indicadores Sociais (Dados tabulares).
Trata-se de um material incrível com vários indicadores a respeito das condições de vida da população pré e pós-pandemia da Covid-19. Ele está estruturados nos seguintes capítulos:
a) Estrutura econômica e mercado de trabalho
b) Padrão de vida e distribuição de renda
c) Educação
d) Habitação
e) Saúde
Para aqueles pesquisadores e futuros mestrandos e doutorandos com abordagem na área social, é indispensável a leitura do material, já que reflete as atuais condições de vida da população brasileira.
O material utilizado como referência nessa perspectiva era o Censo demográfico de 2010! Calma, o censo ainda está em andamento, porém você poderá se apropriar dos dados e análises da pesquisa publicada.
O nível de detalhamento não é tão extenso. Contudo, é bom utilizar o material como referência na sua argumentação sobre o problema da pesquisa; objetivos específicos; ou justificativas para projetos ou artigos desenvolvidos ao longo de 2020 ou 2021.
Abaixo estão algumas tabelas, cartogramas e gráficos tirados diretamente do material. Todos são de autoria do IBGE, no qual o nosso objetivo é apenas compartilhar, sem querer crédito algum.
Então, é importante pesquisar e analisar os mais recentes indicadores sociais brasileiros para poder usá-los nos seus artigos científicos. Caso você precise espacializar indicadores sociais, entre em contato; tenho certeza que um especialista é a melhor solução para ajudar o desenvolvimento dos seus trabalhos.
terça-feira, 30 de novembro de 2021
Geoserviço WMS
sábado, 25 de setembro de 2021
5 Termos e expressões + detestados por Cartógrafos
#5 Termos e Expressões + detestados por Cartógrafos
1) "Mapinha"
É o termo mais comum de ouvir para quem é profissional da Cartografia. O seu uso está associado inicialmente a ignorância por aqueles que pedem um mapa, por imaginar um trabalho rápido ou automatizado.
Em muitos casos, trata-se de uma estratégia consciente ou inconsciente de querer pagar um valor baixo ou desmoralizar a importância do profissional diante da urgência de quem solicita.
Em ambientes de pesquisa como universidades e instituições, é relativamente comum ouvir essa palavra por PH.D, Doutores e outros profissionais com titulação acadêmica. Na maioria das vezes são pessoas de outras áreas fora da Geografia, Eng. Cartográfica e correlatas. Contudo, há casos de professores e pesquisadores dessas áreas sem conhecimento técnico e artístico na produção de mapas que também usam essa palavra. Deprimente e decadente!
Esse termo é usado para desmerecer a produção cartográfica em prol da escrita e pesquisa, no qual o mapa é usado para evidenciar registros fundamentais do estudo. Acontece que o mapa também é pesquisa! e ainda é ciência e técnica! ou seja, tem importância igual a escrita por outros pesquisadores. Sem ele, vários achados não seriam demonstrados ou encontrados. Portanto, mapa não é igual a uma tabela ou um gráfico.
Essa nefasta palavra é acompanhada da visão limitada de um mapa como figura qualquer. A popularização da informática, dos softwares GIS e do Youtube criaram a falsa ideia, por não profissionais, da simplicidade e rapidez de se fazer um mapa; puro engano. Essa ideia concebe a Cartografia apenas como técnica e ignora o rigor científico.
Nem todo o mapa é para ver, como dizem os professores Herve Thery, Nelli Thery, Marcelo Martinelli, Rosely Archela, Eduardo Girardi e Tony Sampaio. Há mapas para ler também! Ou seja, ele não é usado apenas como recurso visual, pois precisa ser lido quando há muitas informações. A partir dele é possível verificar tendências, rupturas, desigualdades e cenários no espaço, ou seja, é um poderoso documento na pesquisa. Não o desmereça!
2) "Um mapinha simples"
É a visão ultrapassada do mapa como um produto técnico feito em 5 passos, 10 minutos, usando 3 ferramentas e alinhada a ansiedade de quem solicita. Também busca desqualificar o trabalho dos outros. Quem solicita geralmente é exigente e o volume de dados para pôr no mapa é enorme; então não é simples ou simplesinho.
Não existe mapa simples! Existem mapas com poucas informações para destacar. Também é uma expressão usada para desvalorizar o profissional e pagar pouco pela sua mão-de-obra. Simples? Procure fazer um mapa de localização destacando todos os elementos cartográficos obrigatórios em harmonia com cores e outros dados. Só para lembrar, é preciso ter beleza nele também, porque é arte. E não pode esquecer de onde os dados foram retirados e quando.
Nem o melhor tutorial do Youtube vai te permitir fazer um documento cartográfico de qualidade e com rigor técnico, porque nem tudo está na internet. Há representações cartográficas que exigem pesquisa e habilidade para fazê-las. Nem todo o mapa é de localização, mas toda localização deve existir em um mapa.
3) "Faz um mapa para deixar o artigo mais bonito"
Convenhamos que não há maldade em usar um mapa para deixar o seu artigo mais agradável. Entretanto, o perigo dessa frase é ver o mapa apenas como arte, o que ele não é somente.
Em alguns casos, a pessoa solicita e deixa o material de enfeite no estudo. Não pode fazer isso! É preciso discuti-lo, analisá-lo e fazer relações com as outras discussões presentes no seu texto. É necessário compreender o que "o mapa quer dizer"; sem isso, não há o porquê dele estar lá. O Prof. Martineli já dizia que todo mapa tem comentário, então, escreva a partir dele também.
O mapa é fonte de informações do qual é preciso analisar criticamente, sem vieses. Não é algo fácil, mas exige do nosso tempo entender o amaranhado de informações presentes nele. É possível extrair dele novas discussões e repensar metodologias do estudo por exemplo. Acredite, ele "fala".
4) "O mapa é um recurso para ver dados organizados"
Aqui também é uma visão limitada dele. O mapa não mostra dados da mesma forma que uma tabela ou gráfico. Ele é fonte de conhecimento para quem o percebe assim. Há possibilidade de analisar o espaço de modo crítico a partir daquelas informações. É preciso entendê-lo e articular com outros dados e discussões.
A própria espacialização em um mapa nos dá uma visão diferenciada do fenômeno analisado, porque conseguimos calcular distância, ver o cruzamento de variáveis, avaliar diferenças latentes no espaço, entre outras possibilidades. Portanto, ele não mostra só dados.
Normalmente quem pensa assim nunca leu um artigo no qual o mapa é visto dessa forma, porque poucos o enxergam dessa maneira, até mesmo entre alguns geógrafos e cartógrafos. Olha a tristeza! Contudo, é crescente o número de publicações no qual o mapa é analisado de verdade, em sua plenitude no discurso. Faça o esforço de ler e ver o mapa, com calma e reflexivo. Pode ter certeza de que existe essa relação.
Leia a tese do Prof. Eduardo Girardi da UNESP e você verá o que estou reafirmando. A sua visão do mapa a partir da leitura da tese será outra, certeza!
5) "Mapa com cores mais alegres para temas não alegres"
Essa frase foi novidade para mim. A Cartografia é arte também. Então, devemos usar cores aderentes aos temas trabalhados. Já imaginou os oceanos e os rios na cor roxa? As florestas representadas de vermelho? Pois é, tema e cor estão associados.
Ao falar de suicídio, não espere que seja algo feliz. Portanto, deve-se usar roxo, lilás, vermelho e cores associadas. Nada de laranja, azul ou amarelo para passar uma imagem mais positiva. Isso não existe. Eu confesso que há um juízo de valor nesses casos. Mas, convenhamos, todo suicídio é ruim, assim como homicídio, guerras e outras mazelas da nossa sociedade.
A teoria das cores já nos mostra o tipo de sentimento e emoção que cada uma passa. Então, as cores transmitem informações e sensações para os leitores. Se isso fosse mentira, tudo seria preto e branco.
Além do mais, tudo fica mais fácil de entender quando a cor está aderente ao tema. Ao pensar em homicídio por exemplo, não espere vir a mente a cor azul ou verde, que nada lembram o sangue.
#Conclusões
Não existe mapinha, mas um produto cartográfico (ou mapa) com poucas informações que exige menos tempo para concluir, o que não significa pagamento irrisório. Por favor, ajude o profissional a continuar trabalhando na área. Não diga que é caro. Dê outra desculpa para ele/ela.
Se "mapinha" é péssimo, imagina "um mapinha simples". Por favor, não. É um mapa com poucas informações ou que para você é simples, mas o profissional precisar avaliar o tempo para concluí-lo.
Todo mapa deve ser bonito, mas por favor, não deixe ele de enfeite no seu artigo! Se está com dificuldade para argumentar, recorra ao profissional ou outros da área. Não é sua obrigação saber ler e extrair informações dos mapas, mas acredite, há muito para se comentar e discutir a partir dele.
O mapa não é igual uma tabela ou gráfico. Dê atenção ao profissional responsável pela sua confecção ou leitura do documento! Não fique restrito à sua área de atuação. O mapa não sai apenas apertando botões ou vendo vídeo no Youtube ou outra rede social.
O mapa é arte e as cores precisam conversar com o tema proposto. As cores precisam ser usadas adequadamente. O mar quase sempre será representado de azul; a floresta de verde e assim por diante. Por isso existem convenções cartográficas. Contudo, é sempre bom deixar o mapa harmônico, sem ambiguidades.
Por fim, mapa é poder, conhecimento e perspectiva diferenciada de ver a estruturação de fenômenos sociais, econômicos, ambientais e políticos. Esperamos que o veja sempre dessa forma.
Várias outras palavras e expressões ficaram de fora, mas acredito que a lista contempla as principais. Quais outras causam revolta ou insatisfação?
sábado, 11 de setembro de 2021
Brasil: Os estados mais e menos populosos (2021)
#Agora nós somos 213 milhões de brasileiros
O IBGE publicou em agosto os dados mais recentes sobre as estimativas da população brasileira para o ano de 2021.
Uma das informações principais é que agora nós somos 213 milhões de brasileiros distribuídos pelos 5.570 municípios das 27 unidades da federação do país.
Mas você se sabe como está distribuída a população brasileira nesse território gigante? Fizemos uma série de mapas para te mostrar onde os brasileiros vivem no Brasil.
# Mapas da distribuição da população brasileira
Na figura 1 nós podemos ver a distribuição da população pelas regiões brasileiras. Percebe-se que a maioria dos brasileiros vive no Sudeste e no Nordeste em comparação ao Sul, Norte e Centro-Oeste.
Figura 1. Brasil: População estimada (2021)
Em ordem, a população das regiões brasileiras registrada em 2021 está da seguinte forma:
1° Sudeste (89,6 milhões)
2° Nordeste (57,6 milhões)
3° Sul (30,4 milhões)
4° Norte (18,9 milhões)
5° Centro-Oeste (16,7 milhões)
Só no Sudeste vive 42% dos brasileiros, seguido por 27% no Nordeste, 14,3% no Sul, 8,9% no Norte e 14,3% no Centro-Oeste.
Mas e os estados? Em ordem, os mais populosos são:
1° São Paulo (46,6 milhões)
2° Minas Gerais (21,4 milhões)
3° Rio de Janeiro (17,4 milhões)
4° Bahia (14,9 milhões)
5° Paraná (11,5 milhões)
6° Rio Grande do Sul (11,4 milhões)
A figura 2 mostra os seis mais populosos. Os três maiores do Brasil permanecem os mesmos: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro; todos do Sudeste. Em seguida vem a Bahia, o Paraná e o Rio Grande do Sul. A maioria deles é litorâneo, exceto Minas Gerais.
Figura 2. Brasil: estados mais populosos (2021)
E os menos populosos do país, quais são? Em ordem, são eles:
27° Roraima (652,7 mil)
26° Amapá (877,6 mil)
25° Acre (906,8 mil)
24° Tocantins (1,6 milhão)
23° Rondônia (1,8 milhão)
22° Sergipe (2,3 milhões)
Na lista acima dar para notar a predominância de estados da Região Norte como os menos populosos, exceto Sergipe, localizado no Nordeste. A maioria deles também faz limite com outros países da América do Sul, com exceção do Sergipe e do Tocantins; e, a maior parte deles não é litorâneo, exceto Amapá e Sergipe. Na figura 3 nós conseguimos vê-los.
Figura 3. Brasil: estados menos populosos (2021)
Ao comparar a figura 2 com a 3, se percebe a distância em milhares de quilômetros entre os estados mais e menos populosos. A diferença entre ambos é exorbitante.
No grupo dos estados menos populosos vive entre 2,3 milhões e 652 mil pessoas, ao passo que no grupo dos maiores reside entre 11,4 e 46,6 milhões de habitantes. Só o Rio Grande do Sul, por exemplo, tem população superior aos seis últimos da lista! o que revela a distribuição desigual no país.
#Conclusões
A população brasileira continua crescendo, apesar do menor ritmo nas últimas décadas.
42 brasileiros a cada 100 vivem na Região Sudeste.
21 brasileiros a cada 100 vivem no estado de São Paulo.
Os estados mais populosos estão situados prinicpalmente na Região Sudeste.
A maioria dos estados mais populosos são litorâneos.
Os estados menos populosos estão localizados sobretudo na Região Norte.
A maioria dos estados menos populosos não são litorâneos.
A distribuição populacional no território brasileiro é muito desigual.
#Referências
IBGE Notícias - População brasileira chega a 213,3 milhões de habitantes, estima IBGE. Disponível em: https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2021/08/populacao-brasileira-chega-a-213-3-milhoes-de-habitantes-estima-ibge#:~:text=A%20popula%C3%A7%C3%A3o%20brasileira%20chegou%20a,1%C2%BA%20de%20julho%20de%202021.
quinta-feira, 3 de junho de 2021
Mapa Interativo do Brasil sobre Pandemia de Covid-19
O Portal "GeoCovid by MapBiomas" é uma iniciativa do Grupo MapBiomas para monitorar a pandemia de Covid-19 no Brasil.
Na Plataforma GeoCovid do MapBiomas você tem acesso aos dados sobre o número de casos, óbitos e vacinação para municípios, estados e regiões. As informações presentes na plataforma são do Brasil i.o que coleta de várias fontes, como secretarias municipais, estaduais e do próprio Ministério da Saúde.
Você consegue comparar e analisar os dados; verificar projeções e muito mais. É possível também ver essas informações conforme o período de tempo. A plataforma é incrível e excelente guia para monitorar a pandemia no país. Com o uso da plataforma você consegue inclusive escrever artigos científicos.
Figura 1. Interface do Portal Geocovid do Mapbiomas


















