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quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Mapa de Marituba/PA [Grande]

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com


#Mapa de Marituba/PA [Grande]

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Cartografia das Chacinas na Grande Belém





Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
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1. Chacinas na Grande Belém

Uma chacina ocorre quando vários homicídios são registrados simultaneamente em um curto período de tempo, podendo ser cometido por pessoas de maneira isolada ou por organizações. Esses episódios são abomináveis e vêm ocorrendo com certa frequência nos centros urbanos ou na zona rural, pois normalmente há excesso de poder e força de um lado contra o outro. 

Na Grande Belém, capital do Estado do Pará, em um intervalo de 20 anos, ao menos 6 chacinas de moderada e alta proporção aconteceram. Muitos casos ainda não foram sequer investigados, o que gera uma preocupação muito grande por parte da população, principalmente aquela que reside nas periferias das cidades. Nessa postagem, o objetivo é realizar um registro das maiores chacinas que ocorreram na cidade, com o intuito de destacar onde tais tragédias mais aconteceram.




Figura 1. Ato público em São Paulo para lembrar vítimas de chacinas na Candelária
Fonte: Jornal Estadão (2013)


1.1 Chacina no Paar - Ananindeua (1995)

Em maio de 1995, ocorreu a primeira grande chacina na Região Metropolitana de Belém no bairro do Paar no município de Ananindeua, quando 2 policiais, 2 investigadores e 1 delegado foram mortos na Seccional do Paar por 5 bandidos logo após a morte de 1 traficante da área.


Mapa 01. Bairro com caso de chacina em Ananindeua (1995)
Fonte dos dados: Blog do Paar (2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas fatais = 5


1.2 Chacina no bairro da Cabanagem (2010)

Em 2010, 4 pessoas foram mortas em uma mesma casa no bairro da Cabanagem em Belém, caracterizando como uma chacina. Segundo relatos dos moradores, o episódio ocorreu por causa de discussões entre vizinhos. Os executores receberam 112 anos de reclusão no total.


Mapa 02. Bairro com caso de chacina em Belém (2010)
Fonte dos dados: G1 Notícias (outubro de 2010)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas = 4



1.3 Chacina no Distrito de Icoaraci - Belém (2011) 

Em novembro de 2011, 6 adolescentes foram assassinados em frente ao Instituto de Previdência de Belém (Ipamb) por tiros vindos de dois homens em uma moto. Cinco deles morreram no local, enquanto um faleceu durante o encaminhamento ao hospital. O principal responsável foi um Ex-Policial Militar que foi condenado a 120 anos de reclusão, que também fazia parte de um grupo de extermínio da RMB.


Mapa 03. Bairros com casos de chacina em Belém (2011)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2011)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas fatais = 6

1.4 Chacina de Belém em 2014

Em Novembro de 2014, 11 pessoas foram vítimas de uma massacre ocorrido em vários bairros de Belém, a maioria era jovem. O episódio ocorreu logo após logo um policial ter sido vítima de uma "emboscada" no bairro do Guamá e perder a sua vida. Segundo as testemunhas e o resgate de fichas criminais, todos não tinham "passagem pela polícia", ou seja, não possuíam nenhum crime registrado. Caso alguns tivessem, ainda assim seria um massacre e algo imperdoável, pois somente as autoridades jurídicas devem penalizar conforme os atos.


Mapa 04. Bairros com casos de chacina em Belém (2014)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2014)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas fatais = 11


1.5 Chacina da Grande Belém (2017)

Em janeiro de 2017, houve uma "onda de violência" na Região Metropolitana de Belém (RMB), logo após o homicídio de um policial da ROTAM (Ronda Tática Metropolitana) no bairro da Cabanagem. Muitos especulam que os homicídios caracterizados como execuções foram retaliações por causa da morte do policial. Os crimes ocorrera em vários bairros da capital, assim como em Ananindeua e Marituba. A maioria das execuções ocorreu em bairros periféricos da RMB (Mapa 4).



Mapa 05. Bairros com casos de chacina em Belém, Ananindeua e Marituba (2017)
Fonte dos dados: Jornal Diário do Pará (janeiro de 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas fatais = Mais de 20



1.6 Chacina do Condor (2017)

Em maio de 2017, cerca de 4 pessoas foram assassinadas no bairro do Condor em Belém (Mapa 5). As vítimas assistiam televisão em um bar quando homens encapuzados chegaram em motocicletas e dispararam contra as pessoas. Outras 14 pessoas foram feridas no local e até o presente momento, possuíam um quadro estável.




Mapa 06. Bairro com caso de chacina em Belém (2017)
Fonte dos dados: G1 Notícias (Maio de 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Vítimas fatais = 4


2. Distribuição espacial das vítimas por chacina na Grande Belém


Com base na avaliação das 6 maiores chacinas que ocorreram na Grande Belém com divulgação na mídia digital com grande repercussão, foi elaborado um mapa que destaca a distribuição espacial das vítimas em chacinas por bairro. É evidente que o número de vítimas pode ser maior, porém já é válido realizar um levantamento preliminar. 


Mapa 07. Homicídios em chacinas por bairro na Grande Belém (1995-2017)
Fonte dos dados: Blog do Paar (2017) e Jornal Diário do Pará (2010, 2011, 2014 e 2017), confirmados pela SEGUP/PA (Secretaria de Segurança Pública do Pará) conforme reportagem no mesmo.
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Segundo o mapa, mais de 50 pessoas já foram vítimas de chacinas entre 1995 e 2017, que tiveram grande repercussão local, predominando na cidade de Belém. Os bairros da Agulha, Terra Firme, Condor e Paar foram aqueles que mais registraram vítimas de chacinas, em que todos fazem parte das periferias da cidades, onde grande parte de sua população é de baixa renda e reside em bairros bastante desfavoráveis no que se refere a infraestrutura urbana.

Os bairros do Guamá, Cabanagem, Benguí, Parque Verde, Jurunas, Castanheira, Guanabara, Una e Curuçambá são aqueles que tiveram entre 2 e 4 vítimas de chacinas, todos da periferia da Região Metropolitana de Belém.  

No centro de Belém, apenas o bairro da Campina registrou 1 vítima por chacina, revelando que a maioria das chacinas ocorre na periferia da cidade. Em Ananindeua, somente o Cj. Cidade Nova 5 registrou uma ocorrência, diferente do centro de Marituba e das demais cidades da Grande Belém com nenhum caso (Mapa 08).




Mapa 08. Áreas com maiores vítimas de chacina em Belém e Ananindeua (1995-2017)
Fonte dos dados: Compilação e Processamento do Blog do Paar (2017) e do Jornal Diário do Pará (2010, 2011, 2014 e 2017)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É expressamente proibido o uso e compartilhamento sem autorização prévia do autor do mapa

Conforme o mapa, é visível que há 4 zonas que mais ocorreram vítimas por chacina na cidade de Belém e Ananindeua. Em Belém, a zona 1 corresponde aos bairros do Jurunas, Condor, Guamá e Terra Firme, com registro de mais de 10 vítimas. 

A zona 2 corresponde aos bairros do Benguí, Parque Verde, Cabanagem e Una, com registro maior que 10 vítimas. A zona 3 corresponde ao bairro da Agulha (Icoaraci) que registrou uma chacina em 2010, quando 6 jovens foram assassinados. Por último, a zona 4 em Ananindeua corresponde aos bairros do Paar, Icuí e Curuçambá, com registro próximo a 10. 


3. CONCLUSÃO

As chacinas são retaliações criminosas realizadas por grupos que impõe força e medo na sociedade, causando grande número de homicídios em curto espaço de tempo, em que os criminosos devem ser julgados e condenados conforme a Justiça. Na região metropolitana de Belém, as chacinas ocorrem principalmente na periferia, com destaque para os bairros do Sul e Centro-Oeste de Belém, assim como o norte do município de Ananindeua.


4. REFERÊNCIAS


Blog do Paar. A Chacina do Paar. Disponível http://bairrodopaar.blogspot.com.br/2014/05/a-chacina-do-paar.html


Diário do Pará. Disponível em http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2012/10/justica-condena-acusados-de-participacao-em-chacina-em-belem.html, 2012.

Diário do Pará. Disponível em http://www.diarioonline.com.br/noticias/para/noticia-391387-em-2-dias-24-pessoas-sao-mortas-na-grande-belem.html, 2017.

Diário do Pará. Disponível em http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2014/10/ex-pm-e-condenado-120-anos-de-prisao-por-chacina-de-icoaraci.html, 2014.

Diário do Pará. Chacina em Belém é marcada por impunidade. Disponível em http://m.diarioonline.com.br/noticias/policia/noticia-364384-%E2%80%9Cchacina-de-belem%E2%80%9D-e-marcada-pela-impunidade.html, 2016.

Estadão, Jornal. Disponível em http://politica.estadao.com.br/blogs/roldao-arruda/contra-chacinas-anistia-internacional-pede-mudanca-na-pm/, 2013.

G1. Governo confirma cinco mortos em chacina em Belém no bairro do Condor, Belém. Disponível http://g1.globo.com/pa/para/noticia/segup-confirma-cinco-mortos-em-chacina-no-bairro-da-condor-em-belem.ghtml, 2017.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Impactos Socioambientais do Aterro Sanitário de Marituba/PA


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




1. O que é um aterro sanitário?

Conforme a NBR 8419/1992 da ABNT, o aterro sanitário é uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos à saúde pública e ao meio ambiente, minimizando os impactos ambientais (Figura 1). Tal método utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos à menor área possível e reduzi-los ao menor volume permissível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão de cada trabalho, ou intervalos menores, se necessário. 

De acordo com a NBR 13896/1997 da ABNT, recomenda-se a construção de aterros com vida útil mínima de 10 anos. O seu monitoramento deve prolongar-se, no mínimo, por mais 10 anos após o seu encerramento.



Figura 01. Corte da seção de um aterro sanitário

Dessa forma, o aterro sanitário deve ter barreiras de isolamento, capacidade de drenagem da água da chuva, um bom sistema de drenagem e tratamento de chorume, entre outras medidas efetivas de contenção do chorume na zona destinada ao tratamento e ausência ou baixo impacto no ambiente (Figura 2).



Figura 2. O que um aterro sanitário deve ter?


2. PROBLEMAS SOCIOAMBIENTAIS ORIUNDOS DO ATERRO SANITÁRIO DE MARITUBA/PA

Recentemente, todos os resíduos sólidos gerados na Região Metropolitana de Belém/PA (6 municípios e 2,2 milhões de pessoas), com exceção de Castanhal, deveriam ser tratados no aterro sanitário localizado em Marituba/PA, sem impactos ambientais diretos e indiretos (Mapa 1). 


Mapa 01. Municípios de origem dos resíduos sólidos para o aterro sanitário de Marituba/PA (2017)
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
*É proibido usar sem a autorização prévia do autor. Entrar em contato para adaptar a figura ou mapa para trabalho acadêmico.



Por outro lado, a instalação do aterro sanitário em Marituba (município da Região Metropolitana de Belém) tem ocasionado diversos problemas de saúde e mau cheiro (Figura 3). 

Em decorrência da situação de emissão de metano, é evidente que o aterro sanitário possui problemas estruturais e não está adequado para receber todos os resíduos sólidos para iniciar o aproveitamento na sua plenitude.


Figura 3. Configuração do aterro sanitário de Marituba/PA
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017) com base nas imagens do Google Earth de 2016.
*É proibido usar sem a autorização prévia do autor. Entrar em contato para adaptar a figura ou mapa para trabalho acadêmico.


A partir da figura 3, podemos perceber que entre 4 e 6 depósitos de chorume oriundo da RMB estão sendo responsáveis pela forte emissão de metano para as comunidades próximas. A inadequabilidade da proteção dos depósitos é a principal razão do vazamento de gás nocivo a população, o que ainda está gerando problemas de saúde. 

Dentre os bairros mais afetados, destacam-se: Decouville, Santa Lúcia, Uriboca, Pato Macho, São João, Boa Vista e parte da zona rural do município (Figura 4). Muitos afirmam que o cheiro de metano foi sentido até mesmo no centro da cidade.


Figura 4. Bairros mais atingidos pela emissão de metano do aterro sanitário de Marituba/PA em 2017
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017) com base nas imagens do Google Earth de 2016.
*É proibido usar sem a autorização prévia do autor. Entrar em contato para adaptar a figura ou mapa para trabalho acadêmico.


Com base na figura 4, é possível perceber que vários bairros foram atingidos pela poluição através de metano do aterro sanitário em Marituba, o que revela o descumprimento da empresa na garantia de salubridade da atividade no local. Os moradores desses bairros estão mais vulneráveis aos impactos ambientais decorrentes da má administração do aterro sanitário que afetam diretamente a qualidade de vida da população. Há relatos de mau cheiro, de irritação dos olhos, mau-estar e náuseas. 

Em relação aos terrenos e aos comércios próximos do aterro, é provável que haja uma desvalorização do solo urbano pelas péssimas condições ambientais na atualidade, prejudicando moradores e comerciantes da área. 

O problema do aterro torna-se maior, pois nas redondezas, grande parte da população possui baixo poder aquisitivo, já sofre com a carência de saneamento básico, vivem normalmente em casas pequenas e desconfortáveis, além de morarem distante das unidades de saúde, com exceção dos bairros do centro, São João e Boa Vista.

Nessa situação de desconforto ambiental, os principais prejudicados são crianças, idosos, grávidas e famílias com poucos recursos financeiros. Até comerciantes já sentiram uma redução das vendas, pois o mau cheiro afasta possíveis fregueses, o que repercute no rendimento de dezenas de famílias. A insatisfação dos moradores tem contribuído para inúmeras manifestações contra a empresa e o aterro, inclusive com interdição da via que dá acesso ao local (Figura 5).



Figura 5. Policiais do Estado do Pará na via interditada por moradores próximo ao aterro sanitário de Marituba/PA
Fonte: Álvaro Ribeiro (Fotógrafo) G1/PA Notícias. 


A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (SEMAS/PA) já multou a empresa responsável pelo gerenciamento do aterro e solicitou medidas emergenciais para atenuar os impactos ambientais. 

Normalmente as medidas de punição às empresas que transgridem as normas ambientais se dá através de multas, porém muitas vezes o problema inicia-se no planejamento e execução das obras, sem conhecimento total dos impactos diretos e indiretos que podem afetar as comunidades, a flora e a fauna ao redor.


5. CONCLUSÃO

As imagens de satélites fornecidas pelo Google Earth são excelentes recursos para ilustrar ocorrências de desequilíbrio ambiental e descumprimento de medidas de atenuação de impactos ambientais, principalmente em áreas urbanas,onde ficou evidente o grande problema ambiental oriundo da emissão de metano pelo aterro sanitário no município de Marituba. É necessário medidas emergenciais no combate a casos iguais a este, pois a comunidade, a fauna e a flora são extremamente prejudicados pela negligência de empresas que deveriam solucionar problemas oriundos dos resíduos sólidos. Apesar dos impactos ambientais diretos e indiretos que ocorreram em Marituba, acreditamos que as melhores soluções devem ser encontradas e executadas para que nunca mais ocorra situações como esta.





6. REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT.  NBR 8419: apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos: procedimento. Rio de Janeiro, 1992.

Fundação Estadual do Meio Ambiente. Orientações básicas para a operação de aterro sanitário/ Fundação Estadual do Meio Ambiente. —- Belo Horizonte: FEAM, 2006. 36p.: il.

G1-PA Notícias. http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2017/03/moradores-interditam-pela-segunda-vez-o-aterro-sanitario-de-marituba-pa.html

Portal dos Resíduos Sólidos. http://www.portalresiduossolidos.com/aterro-sanitario/. Acesso em 05/04/2017.

Resíduos sólidos: projeto, operação e monitoramento de aterros sanitários: guia do profissional em treinamento: nível 2/Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (org.). – Belo Horizonte : ReCESA, 2008. 120 p.

SEMAS/PA. https://www.semas.pa.gov.br/2017/03/22/semas-estabelece-prazos-para-regularizacao-do-aterro-sanitario-de-marituba/