Mostrando postagens com marcador mapa mestrado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mapa mestrado. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Região Metropolitana de Belém - domicílios com vias pavimentadas

 

Luiz Henrique Almeida Gusmão
Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail


Mapa das vias pavimentadas na Região Metropolitana de Belém

A cobertura de domicílios com acesso a vias pavimentadas apresenta variações na Região Metropolitana de Belém, segundo dados do IBGE de 2022. Metade das cidades registrou taxas consideradas altas, enquanto outras alcançaram índices muito elevados. O melhor resultado identificado foi de Ananindeua com 87,2%, enquanto o pior foi de Santa Izabel do Pará com apenas 60,6%.

O serviço de pavimentação das ruas ainda está longe da universalização na Região Metropolitana de Belém, nenhuma cidade atingiu taxa igual ou superior a 90%.
 
 
Figura 1. Região Metropolitana de Belém - domicílios com vias pavimentadas (2022)

 
As vias pavimentadas são fundamentais para a mobilidade urbana, pois permitem a conexão de pessoas e impulsionam o desenvolvimento econônimo. As vias facilitam deslocamentos dentro da cidade, contribuem para a segurança viária e a valorização do espaço urbano. Sua ausência pode gerar dificuldades no transporte e desigualdade territorial. Investir na pavimentação é garantir acessibilidade e qualidade de vida.
 
 
 

quinta-feira, 12 de outubro de 2023

Mapas para Dissertações de Mestrado: benefícios




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com



Mapas para Dissertações de Mestrado

O uso de mapas em dissertações de mestrado é de extrema importância, pois traz uma série de benefícios relacionados à interpretação de dados, visualização de informações, compreensão rápida pela banca examinadora e identificação de padrões espaciais nos fenômenos analisados.

Primeiramente, os mapas permitem uma interpretação mais clara e precisa dos dados apresentados. Ao representar informações geográficas em um mapa, é possível visualizar a distribuição espacial dos fenômenos estudados, facilitando a compreensão das relações entre eles. Isso é especialmente relevante em pesquisas que envolvem estudos ambientais e socioeconômicos, onde a localização geográfica desempenha um papel fundamental.

Além disso, os mapas proporcionam uma visualização mais atrativa e intuitiva dos dados. Ao invés de apresentar tabelas e gráficos complexos, os mapas permitem que a informação seja transmitida de forma mais acessível e compreensível. Isso torna a pesquisa mais interessante para a banca avaliadora e aumenta as chances de sucesso na defesa. Como exemplo, vamos ver dois exemplos de figuras/mapas abaixo. Quais ideias você consegue extrair por meio deles?






Outro benefício do uso de mapas é a possibilidade de uma compreensão rápida por parte da banca avaliadora. Ao apresentar informações geográficas em um mapa, é possível transmitir os resultados de forma concisa. Isso economiza tempo durante a apresentação oral da dissertação, permitindo que o pós-graduando se sinta mais confiante.

Além disso, os mapas possibilitam a identificação de padrões espaciais que podem passar despercebidos em outras formas de representação dos dados. Por meio da análise visual do mapa, é possível identificar agrupamentos, tendências e relações espaciais que podem fornecer insights importantes para a pesquisa. Esses padrões podem ser utilizados para embasar conclusões e recomendações de novas pesquisas.

Outro benefício do uso de mapas é a capacidade de integrar diferentes fontes de dados geográficos. Os mapas permitem a sobreposição de camadas de informação, como dados demográficos, socioeconômicos ou ambientais, enriquecendo a análise e possibilitando uma compreensão mais abrangente do fenômeno estudado.

Por fim, os mapas também facilitam a comunicação dos resultados da pesquisa para um público mais amplo. Ao utilizar mapas como forma de representação dos dados, é possível transmitir informações complexas de forma mais acessível para o público em geral. Isso é relevante nas pesquisas, onde os resultados podem ter impacto direto na sociedade.

Em resumo, o uso de mapas em dissertações de mestrado traz uma série de benefícios, tais como interpretação clara dos dados, visualização atrativa, compreensão rápida pela banca avaliadora, identificação de padrões espaciais e integração de diferentes fontes de informação geográfica. Portanto, é altamente recomendado que os pesquisadores aproveitem essa ferramenta poderosa para enriquecer suas dissertações e aumentar suas chances de sucesso na defesa.


sábado, 7 de outubro de 2023

Livros para aprimorar o conhecimento em SIG/GIS.


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Email: luizgusmao.geo@gmail.com




1. Livros para aprimorar o conhecimento em SIG/GIS.

Hoje é inegável que nós acessamos o Youtube para aprender uma nova habilidade, não é verdade? Porém, nem tudo está lá. 

Nós precisamos nos aprofundar o nosso conhecimento em livros físicos e digitais. Pensando nisso, eu resolvi trazer três (3) livros digitais incríveis que estou lendo aos poucos. Conheça-os! 



São materiais indispensáveis para se destacar no mundo das Geotecnolgias, principalmente na área da Cartografia. Veja:

1. GIS Cartography: GIS Cartography

2. A Primer of GIS: A Primer of GIS

3. Cartography, Thematic Cartography Design: Cartography, Thematic Cartography Design


Aprimorar os estudos na área de Cartografia é de extrema importância, pois oferece uma série de vantagens. Em primeiro lugar, o conhecimento sólido em Cartografia permite uma compreensão mais profunda sobre o uso de mapas, facilitando a interpretação e análise espacial.

Além disso, o estudo proporciona uma base sólida para o desenvolvimento de habilidades técnicas essenciais, como a utilização de sistemas de informações geográficas (SIG) e softwares de mapeamento, que são amplamente utilizados em diversas áreas profissionais.

Outra vantagem é a capacidade de criar mapas temáticos, adaptados às necessidades específicas de diferentes projetos e pesquisas. Isso permite uma representação visual clara e eficaz de informações geográficas complexas, facilitando a comunicação e tomada de decisões.

Além disso, o conhecimento em cartografia possibilita a compreensão dos princípios e técnicas utilizados na produção de mapas digitais e impressos, contribuindo para a melhoria da qualidade desses produtos cartográficos.

Aprimorar os estudos nessa área também oferece uma visão mais ampla sobre as transformações do espaço geográfico ao longo do tempo, permitindo o estudo de mudanças ambientais, urbanas e sociais.

Por fim, vale ressaltar que o domínio da cartografia é uma habilidade altamente valorizada no mercado de trabalho atual. Profissionais com conhecimentos sólidos nessa área têm oportunidades em setores como planejamento urbano, gestão ambiental, turismo, engenharia, entre outros.


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Atlas Escolar do Rio de Janeiro (Download)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com



1. Atlas Escolar do Rio de Janeiro

A Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto Pereira Passos e outros institutos criaram em 2018 o "Atlas Escolar do Rio de Janeiro". Com o objetivo potencializar o conhecimento sobre a cidade em diversos âmbitos, o material conta uma série de mapas e informações sobre a capital do Estado do Rio de Janeiro.

Para aqueles que tem interesse em conhecer melhor o Rio, basta fazer download do material e aprender com esse rico acervo cartográfico e estatístico. O conteúdo aborda temas da área ambiental e socioeconômica, além de ter dados detalhados de cada bairro da cidade.



Faça o download aqui - Atlas Escolar do Rio de Janeiro


*Nós estamos apenas compartilhando o material que é de domínio público. Não temos direitos autorais sobre a obra, nem nos responsabilizamos pelo uso dele.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Onde mais se desmatou a Mata Atlântica recentemente?




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com



1. Bioma Mata Atlântica e origem dos dados

Não é novidade para ninguém que a Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçados do país e pouco resta - 12,4% - da composição original no Brasil (SOS Mata Atlântica, 2018). 


Arte: Pixabay / Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão


Iniciativas de proteção ao bioma foram fortalecidas nos últimos anos, o que contribuiu para reduções no desmatamento como de 56% entre 2016 e 2017 (SOS Mata Atlântica, 2018), o que deve ser comemorado após sucessivas ondas de desflorestamento.

No entanto, o desmatamento persiste, embora de forma muito mais fraca. Com base nos dados da SOS Mata Atlântica foi possível espacializar vários dados sobre o assunto.



2. Onde mais se desmatou o Bioma Mata Atlântica recentemente?

Apesar da queda do desflorestamento entre 2016 e 2017 na maioria dos estados, os campeões do desmatamento foram: Bahia, Minas Gerais, Paraná e Piauí, todos acima de 1.400 hectares, seguidos pelo restante com valor inferior (Mapa 1):


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: SOS Mata Atlântica
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto


Conforme o mapa, os arcos Espírito Santo-Goiás e Ceará-Paraíba tiveram as menores áreas desmatadas, assim como os estados do Rio Grande do Sul e Alagoas, cujos valores foram inferiores a 260 hectares. 

Quando avaliamos a variação do desmatamento entre os períodos de 2015-2016 com 2016-2017, percebemos (mapa 2) que na maioria dos estados houve redução (SOS Mata Atlântica, 2018), muitos com valores acima de -50% (Mapa 2).



Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: SOS Mata Atlântica
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto




Conforme a SOS Mata Atlântica, o estado do Espírito Santo obteve o melhor desempenho com redução de 99%, seguido por São Paulo com 87%. No outro extremo, os estados da Paraíba, Sergipe, Alagoas e Pernambuco tiveram os maiores incrementos no desmatamento, especialmente os dois últimos, onde a taxa foi de 2.243% e 2.121% respectivamente. 

É interessante perceber que muitos estados com as maiores áreas desmatadas entre 2016-2017 também foram aqueles com as maiores reduções se compararmos com o período entre 2015-2016, como: Bahia, Minas Gerais, Paraná e Piauí, por exemplo. Várias atividades nesses estados como a produção de grãos, mineração e a imobiliária representam as principais ameaças para a permanência da mata atlântica.



Fonte: Pixabay <a href="https://pixabay.com/pt/photos/mar-vegeta%C3%A7%C3%A3o-tropical-251979/">Image</a> by <a href="https://pixabay.com/pt/users/139904-139904/">139904</a> on Pixabay


Para a SOS Mata Atlântica (2019): "Ações de alguns estados para coibir o desmatamento - como maior controle e fiscalização, autuação ao desmatamento ilegal e moratório para autorização de vegetação - trazem resultados positivos". Isso pode ser comprovado principalmente pelos resultados dos estados da região Sudeste, assim como no Ceará, Bahia e outros.



3. Conclusões

Após sucessivas ondas de desflorestamento da mata atlântica ao longo dos séculos, o processo ainda persiste de forma diferenciada nos estados brasileiros, porém de forma muito mais lenta do que no passado. A divulgação massiva sobre a importância de proteger o bioma ao longo dos anos permitiu vários avanços como a contenção do desmatamento nos estados mais populosos e industrializados, assim como a criação de várias unidades de proteção ambiental. No tocante aos mapas, é visível que houve redução do desmatamento na maioria dos estados brasileiros. Os mapas destacam mais uma vez a importância da Cartografia para estudos sobre biodiversidade, demografia, desmatamento e outros temas correlatos.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Distribuição espacial da Tuberculose no Estado do Pará




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




1. Distribuição espacial da Tuberculose no Estado do Pará (2015) 


Segundo o Ministério da Saúde (2016), a tuberculose é uma infecção causada por uma bactéria - Mycobacterium tuberculosis (Figura 1), também conhecido como bacilo de Koch, que atinge principalmente os pulmões, conhecida como tuberculose pulmonar, mas também pode acometer diversas partes do organismo, neste caso sendo chamada de tuberculose extrapulmonar.

Ainda segundo o Ministério da Saúde (2016): "Nem todos os infectados desenvolvem a doença, em que a bactéria pode permanecer no organismo durante anos, sem que a pessoa adoeça". 

Conforme o Ministério, algumas condições desfavoráveis como: desnutrição, situação de rua, privação de liberdade, necessidade decorrentes do uso de álcool e outras drogas, além de barreiras de acesso aos serviços de saúde também colocam o indíviduo em maior vulnerabilidade ao adoecimento.


Figura 01. Fases da Tuberculose Pulmonar

Fonte: MD Saúde


Segundo o MS (2017), no Brasil foram notificados 69.569 novos casos de tuberculose. Nesse mesmo ano, o coeficiente foi igual a 33,5 casos por 100 mil habitantes. Já o Estado do Pará, a incidência foi de 38,11 casos/100 mil habitantes (Datasus, 2015), um pouco acima da média. No entanto, sabemos que a distribuição geográfica da doença é dispersa no território, onde alguns municípios possuem incidências mais elevadas do que os outros, ou mesmo sem registro da doença.

Com base nos dados do DATASUS (2015), os dez municípios com as maiores incidências extrapolavam em mais do que o dobro da média brasileira. Entre os municípios, merecem destaque: Santa Isabel do Pará, Ananindeua e Marituba na área metropolitana de Belém; Magalhães Barata, Curuçá, Santarém Novo e Colares no Nordeste Paraense; Pau D' Arco e Canaã dos Carajás na região de Carajás; e Itaituba na região do Tapajós.



Tabela 01. Os dez municípios com as maiores incidências de Tuberculose no Estado do Pará (2015)
Fonte: Datasus (2015), organizado pela FAPESPA


Quando tabulamos os dados em um sistema de informação geográfica (SIG), conseguimos perceber a distribuição geográfica da incidência da tuberculose no Estado do Pará para o ano de 2015 (Mapa 01). A partir da visualização dos dados em um mapa coroplético, conseguimos perceber padrões espaciais que não são vistos em planilhas ou tabelas com vários dados.


Mapa 01. Incidência da Tuberculose nos municípios paraenses (2015)
Fonte dos dados: DATASUS (2015), tabulados pela FAPESPA
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
*É expressamente proibido o uso, aproveitamento e compartilhamento do mapa sem autorização prévia do autor.


A partir do mapa temático, conseguimos perceber a forte incidência da doença em parte da Região metropolitana de Belém e nos arredores da capital paraense, assim como no litoral do Marajó, em parte do Baixo Amazonas, da região do Tapajós e de Carajás.

Por outro lado, a incidência da doença neste ano é menor na maior parte do Nordeste Paraense (arredores de Tomé-Açu, Capitão Poço e Concórdia do Pará); na porção central do Pará (arredores de São Félix do Xingu e de Portel); em parte da Transamazônica, no extremo sul e no litoral norte do Marajó.

Com o intuito de ressaltar os municípios que estão acima e abaixo da média paraense (38,1 para o ano de 2015), novamente modificamos o intervalo estatístico para obtermos este resultado. 


Mapa 02. Incidência de tuberculose acima e abaixo da média nos municípios paraenses (2015)
Fonte dos dados: DATASUS (2015), tabulados pela FAPESPA
Fonte do mapa: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
*É expressamente proibido o uso, aproveitamento e compartilhamento do mapa sem autorização prévia do autor.


O mapa temático acima comprova mais uma vez vários padrões espaciais existentes da doença no Estado do Pará. Há tanto o padrão concentrado, em maior número, quanto o padrão pontual, com destaque para municípios isolados como: Belterra, Palestina do Pará, Abel Figueiredo, Canaã dos Carajás, Marabá, Tucuruí, Melgaço e muitos outros).

De acordo com os dados do Datasus, os índices mais baixos foram registrados nos municípios de Eldorado dos Carajás, Ponta de Pedras, Água Azul do Norte, Anapu, Afuá, Rio Maria, Aveiro, São Domingos do Capim, Bonito e Ipixuna do Pará. Outros municípios não registraram casos da doença: Sapucaia e Piçarra.

Se quiséssemos, poderíamos correlacionar outras informações com a incidência de tuberculose como: taxa de pobreza, densidade demográfica, vulnerabilidade social, entre outros. A ideia seria verificar se há correlação espacial com demais temas e assim, poder saber se tais dados possuem algum tipo de correspondência.


Então, gostou da análise da tuberculose para o Estado do Pará?! Nós podemos analisar diversas doenças, basta termos os dados para realizar este estudo. Podemos confeccionar mapas e gráficos, assim como analisar informações para a sua pesquisa científica e desse modo, potencializar os seus resultados diante da banca examinadora. 



2. Conclusões

Os mapas destacam vários padrões espaciais da tuberculose no Estado do Pará, de modo concentrado nos arredores da Região Metropolitana de Belém, de parte do Nordeste Paraense, parte do Sudeste Paraense e uma porção do Sudoeste Paraense, assim como pontual em alguns municípios paraenses. O uso da cartografia demonstrou ser ideal na espacialização de dados sobre a tuberculose, o que mostra a capacidade de aplicação na área da saúde pública, especialmente em pesquisas científicas de abrangência nacional, regional ou até mesmo, municipal.


Conheça alguns dos nossos serviços:








3. Referências

FAPESPA. Anuário Estatístico do Estado do Pará. Taxa de Incidência da Tuberculose  2012 a 2016. Disponível em http://www.fapespa.pa.gov.br/sistemas/anuario2018/tabelas/social/saude/tab_5.5.17_taxa_de_incidencia_da_tuberculose_2012_2016.htm. Acesso em 13/06/2018.

Ministério da Saúde, 2018. Boletim Epidemiológico. Implantação do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública no Brasil: primeiros passos rumo ao alcance das metas. Disponível em http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/26/2018-009.pdf. Acesso em 14/06/2018.

Ministério da Saúde, 2016. Panorama da Tuberculose no Brasil: a mortalidade em números. Disponível em http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2016/outubro/15/panorama_tuberculose_brasil_mortalidade.pdf.