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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Atlas Escolar do Rio de Janeiro (Download)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com



1. Atlas Escolar do Rio de Janeiro

A Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto Pereira Passos e outros institutos criaram em 2018 o "Atlas Escolar do Rio de Janeiro". Com o objetivo potencializar o conhecimento sobre a cidade em diversos âmbitos, o material conta uma série de mapas e informações sobre a capital do Estado do Rio de Janeiro.

Para aqueles que tem interesse em conhecer melhor o Rio, basta fazer download do material e aprender com esse rico acervo cartográfico e estatístico. O conteúdo aborda temas da área ambiental e socioeconômica, além de ter dados detalhados de cada bairro da cidade.



Faça o download aqui - Atlas Escolar do Rio de Janeiro


*Nós estamos apenas compartilhando o material que é de domínio público. Não temos direitos autorais sobre a obra, nem nos responsabilizamos pelo uso dele.

quarta-feira, 6 de março de 2019

EM MAPAS: A desigualdade social em São Paulo




🌎Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
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1. EM MAPAS: A desigualdade social de São Paulo

O município de São Paulo é o mais populoso do Brasil com mais de 12 milhões de pessoas, onde não é muito difícil de enxergar as desigualdades sociais gritantes no seu território. Para ressaltar essa realidade, reunimos alguns dados por Prefeitura Regional do Atlas do Desenvolvimento Humano - PNUD e destacamos em mapas, os melhores e as piores regiões de São Paulo em três aspectos.

A primeira variável refere-se a expectativa de vida, onde as 6 melhores regionais são: Pinheiros (81,7 anos), Vila Mariana (81,3 anos), Santo Amaro (80,5 anos), Lapa (80,4), Sé (80,3 anos) e Butantã (79,7 anos), localizados no centro-oeste da capital paulistana (Mapa 1).



Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte: PNUD (2010)
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto


Já em relação as 6 piores regionais, destacam-se: M' Boi Mirim e Perus (73,7 anos), Itaim Paulista (73,4 anos), Guaianases (73,3 anos), Cidade Tiradentes (72,8 anos) e Parelheiros (71,5 anos), todos na periferia da cidade, distantes entre 6 e 30 km do centro.

A segunda variável: percentual de pessoas com mais de 18 anos que não concluíram o ensino fundamental e estão em ocupação informal, os distritos quase se repetem e possuem o mesmo padrão espacial. Entre aqueles com as taxas mais baixas, destacam-se: Pinheiros e Vila Mariana (6,4%), Sé (11,3%), Lapa (11,7%), Santo Amaro (12,6%) e Santana/Tucuruvi (15,6%), visto no mapa 02 abaixo:


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte: PNUD (2010)
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto


Conforme o mapa, as regionais mais desfavorecidas estão concentradas no extremo leste, destacando-se: Cidade Tiradentes (28,3%), São Miguel Paulista (29%), Itaim Paulista (29,1%), São Matheus e Guaianases (31,1%) e somente Parelheiros (34,7%) no sul, novamente todos muito distantes do centro. 

Por último, o dado sobre a população que já finalizou ou está cursando o ensino superior mostra a grande diferença entre as regionais de São Paulo (PNUD, 2010). No mapa 03, é possível ver que as áreas mais bem posicionadas estão novamente no centro de São Paulo, onde as taxas variam entre 40% e 70% nessa condição.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte: PNUD (2010)
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto


As melhores regionais nesse quesito foram: Pinheiros (70%), seguido por Vila Mariana (67%), Lapa (54%), Santo Amaro (53%), Sé (41%) e Santana/Tucuruvi (39,9%), concentrados na porção leste e sul.


2. Conclusões


Os mapas ressaltaram a desigualdade social em São Paulo sob a perspectiva da esperança de vida e educação.  As melhores condições de vida pertencem as regionais do centro paulistano, especialmente Pinheiros e Vila Mariana, ao passo que as regionais distantes do centro e principalmente da porção leste possuem as piores condições de vida. Os mapas usados nessa postagem ressaltam situações extremas em São Paulo (os melhores e os piores), assim como a importância dos mesmos em pesquisas sobre segregação, demografia e outros temas que podem ser trabalhados.

Gostou dos mapas? Saiba como obtê-los aqui Mapas Acadêmicos.


3. Serviço de Cartografia e Geoprocessamento



sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Mapas de Castanhal/PA - Acadêmicos




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
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1. Mapas de Castanhal/PA - Mapas Acadêmicos e Empresariais


Está a procura de mapas especializados da cidade de Castanhal para a sua pesquisa ou empresa? Nós usamos dados de instituições como IBGE, IPEA e outras para espacializar os seus dados ou você nos repassa os seus para contruirmos mapas de Castanhal.

Há uma variedade de mapas que podem ser solicitados como: viário (ruas), população, renda, saúde pública, ambiental, etc. Conversaremos e decidiremos como o mapa será e qual o seu tamanho. 

Nesse contexto, oferecemos o serviço de "mapas personalizados do município de Castanhal". Entre as opções disponíveis, destacam-se:

a) Mapa de localização no Estado do Pará.
b) Mapa de localização de bairros
c) Mapa de uma região específica
d) Mapa com imagem de satélite dos bairros ou áreas específicas
e) Mapa GRANDE dos bairros ou de áreas específicas
f) Mapa de população, renda, verticalização, saneamento básico, lixo urbano, etc.

É possível solicitar informações de Castanhal tais como:

a) População por regiões ou setor censitário; Estimativa da população por bairro.
b) Rendimento mensal por setor censitário ou região específica
c) Outros dados socioeconômicos, etc.

Todos os mapas possuem finalidade acadêmica ou empresarial. Alguns modelos de mapas que podem ser encomendados estão abaixo:



Ex 1. Mapa da Vulnerabilidade Social de Castanhal/PA (2015)


Ex 2. Mapa da renda média mensal em Castanhal (2010)


Precisa de um mapa exclusivo? Qual informação é relevante para você? Podemos conversar e decidir a melhor forma de representar os seus dados.

Precisa de um mapa de ruas de Castanhal? ou de outra cidade próxima? Podemos confeccionar mapas das cidades também:


01. Santa Isabel do Pará
02. São Francisco do Pará
03. Terra Alta
04. Inhamgapi
05. Igarapé-Açu
06. Santa Maria do Pará
07. Marapamim
08. São Miguel do Pará
09. Magalhães Barata
10. Maracanã


Não encontrou a cidade do Pará aqui? Entre em contato (91) 98306-5306.


sábado, 18 de agosto de 2018

Dados de Geologia do IBGE





Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com


1. DADOS DE GEOLOGIA DO IBGE


O mapeamento geológico é um instrumento básico para se obter conhecimento dos bens minerais e desenvolvimentos destes em riquezas para um país, como o Brasil, uma vez que muito do que se consome é de origem ou depende de insumos derivados de bens minerais. 

Diante disso, os mapas aplicados a geologia são recursos essenciais na visualização e análise da composição da terra, pois auxiliam significativamente a sua compreensão.

Mapas geológicos são importantes na apresentação de publicações científicas como: artigos, monografias, dissertações e teses, inclusive sendo possível correlacionar com outras ciências como: demografia, biologia, geografia, oceanografia, entre outros. 

Nesse sentido, é possível obter uma série de informações referentes a Geologia do Brasil (área geológica, dobras, fraturas, etc) no site do IBGE - Portal do IBGE - Geologia, onde é possível realizar downloads de shapefiles (Informação georreferenciada utilizada em softwares especializados como ArcGis, QGIS, etc), ou do Brasil ou de zonas específicas do território.

Primeiramente você acessa a opção "Extensão", depois "SHP" e em seguida "Geologia" para ter acesso a lista de dados sobre o assunto.



Figura 1. Passo-a-passo de como baixar dados de Geologia no site do IBGE
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IBGE

Em seguida, você escolhe qual abrangência do Brasil quer realizar download (Há mais de 20 zonas). Os dados disponíveis são referentes a escala 1:250.000 conforme o IBGE.


Figura 2. Zonas do Brasil com dados de Geologia disponíveis
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IBGE


Caso você não domine os softwares de geoprocessamento ou não tenha tempo ou ideia de como se faz mapas geológicos, é possível solicitá-los através do número (91) 98306-5306. Lembrando que os mapas têm finalidade acadêmica, pois a escala é limitada. No exemplo abaixo, destacamos um mapa geológico do município de Parauapebas, no Estado do Pará, com base nos dados disponíveis pelo IBGE.



Figura 3. Mapa geológico integrado do município de Parauapebas, Estado do Pará
É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, consulta o valor
Fonte: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2018)
Fonte dos dados: IBGE


No mapa acima, selecionamos apenas as unidades geológicas predominantes com base nos dados do IBGE. Nesse caso descartamos as outras informações. É possível selecionar os dados a serem representados conforme a necessidade do solicitante. Alertamos que o mapa geológico de Parauapebas não pode ser usado em trabalhos acadêmicos, uma vez que é uma amostra de trabalho.



2. Quer acessar outros materiais do Blog?


Caso você tenha interesse em outras publicações, shapefiles e documentos sobre Geologia do IBGE, acesse esse link: Portal de dados sobre Geologia do IBGE. 



3. Outras postagens que podem ser interessantes para você


Há outras postagens que podem ser do seu interesse:


1. Mineração na Serra dos Carajás usando Geotecnologias
http://geocartografiadigital.blogspot.com/2015/08/mineracao-na-serra-dos-carajaspa-usando.html













domingo, 21 de agosto de 2016

Onde e quantos trabalhadores escravos foram libertos no Brasil entre 1995 e 2015?





Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
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Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
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1. Escravidão no Brasil no século XXI

Oficialmente, a abolição da escravatura no Brasil ocorreu em 13 de maio de 1888, mas em pleno século XXI ainda é recorrente diversas operações realizadas pelo Ministério do Trabalho e Polícia Federal no combate ao trabalho análogo a escravidão em fazendas, carvoarias, indústrias têxteis, companhias siderúrgicas, mineradoras, madeireiras, empresas de café, celulose, estanho e outras (THERY, 2009). Conforme o aparato legal brasileiro, definida na Lei n°10.803 de 2003, a conceituação do trabalho escravo é:

"Reduzir alguém a condição análoga à de um escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção por razão de dívida contraída com o empregado ou preposto"

Segundo dados do Ministério do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, entre 1995 a 2015, cerca de 49.816 pessoas foram libertadas da condição análoga a de um escravo no país por meio de operações principalmente em propriedades remotas no interior do país (Figura 1 e 2): 

Figura 1. Operação da Polícia Federal no combate ao trabalho análogo a escravidão no Estado do Maranhão

Figura 2. Resgate de uma trabalhadora em condição análoga a escravidão em Goiás por agentes da Polícia Federal


A condição de vida dessas pessoas é desumana, pois constantemente sofrem ameaças como forma de opressão pelos "empregadores" que buscam extrair o máximo de lucro das mercadorias vendidas através da exploração humana. 

Muitas dessas pessoas trabalham mais de 12 horas por dia; não possuem água potável para consumir; manuseiam equipamentos elétricos sem treinamento técnico (serras elétricas e outros objetos); possuem dívidas impagáveis feitas quando são transportadas para os locais de trabalho e principalmente quando adquirem alimentos necessários a sua sobrevivência na propriedade (THERY, 2009), entre outras circunstâncias que violam os direitos humanos.

Conforme a entidade internacional Anti-Escravidão (Anti-Slavery), o trabalho escravo na contemporaneidade é caracterizado quando a pessoa é: 

1. Forçada a trabalhar por meio de opressão física e/ou psicológica 
2. Desumanizada, tratada como mercadoria a ser comprada ou vendida 
3. Fisicamente coagida ou submetida a restrições do seu direito de ir e vir
4. Controlada por um "empregador" através de abuso psicológico, tortura ou endividamento impagável.

O cerceamento da liberdade é um dos principais fatores que caracterizam a existência do trabalho escravo, conjuntamente com situações de ameaças pelos "proprietários". 

No Brasil, a libertação dessas pessoas está ocorrendo aos poucos, sendo notável uma concentração em 7 unidades da federação: Pará, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Bahia, Tocantins e Rio de Janeiro, com 40.737 libertações (81,8%) do total do país (THERY, 2009), conforme o mapa abaixo:


Mapa 1. Quantidade de Libertações de Trabalhadores Escravos no Brasil (1995-2015)
Fonte dos dados: Ministério do Trabalho (1995-2015); Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*O mapa é uma amostra de trabalho. Entre em contato e verifique o valor deste mapa


Conforme o mapa, as maiores libertações de trabalhadores em situação análoga a escravidão ocorreram na parte central do Brasil, no sentido Rio de Janeiro-Pará e Mato Grosso do Sul-Bahia, com destaque para o Estado do Pará (12.799), Mato Grosso (5.997) e Minas Gerais (4.543). 


Essas pessoas são libertas principalmente em fazendas e carvoarias, áreas longínquas dos centros urbanos, e logo em seguida, o proprietário é obrigado a pagar todos os direitos trabalhistas e deve responder pelos crimes cometidos. 

Segundo THERY, H. et. al (2009), cerca de 19 microrregiões brasileiras foram responsáveis pelas maiores libertações de pessoas em situação de escravidão em 2009, destacando-se aquelas situadas no Pará (Paragominas, Marabá, Parauapebas, Redenção, São Félix do Xingu, Altamira e Conceição do Araguaia), no Mato Grosso (Norte Araguaia, Parecis, Tesouro, Alta Floresta, Primavera do Leste e Jauru) e em Goiás (Vale do Rio dos Bois e Anicuns). Destacaram-se também: Colorado do Oeste (RO), Barreiras (BA), Bico do Papagaio (TO) e Chapada dos Mangabeiras (MA), como pode ser visualizado no mapa abaixo:


Mapa 2. Brasil - Microrregiões com as maiores libertações de escravos em 2009
Fonte dos dados: THERY, H (2009). 
*O mapa é uma amostra de trabalho. Entre em contato e verifique o valor deste mapa



Figura 3. Quantidade de Trabalhadores Libertos por Unidade da Federação entre 1995-2015 no Brasil
Fonte: Ministério do Trabalho; Organização: Luiz Henrique Almeida Gusmão



Em 20 anos, cerca de 1/4 das libertações no Brasil ocorreram no Pará (25,7% do total), que continua sendo o foco das fiscalizações, seguido por Mato Grosso (12%), Minas Gerais (9,1%), Goiás (7,8%) e Maranhão (6,5%).


É importante ressaltar a baixa quantidade de trabalhadores libertos na Região Nordeste, no oeste da Amazônia e na Região Sul, confirmando que nessas partes do território brasileiro, ou o emprego da mão-de-obra análoga a escravidão é incompatível com as atividades produtivas, ou a fiscalização e as denúncias contra o trabalho escravo não têm sido suficientes.


2. CONCLUSÕES

A escravidão ainda é uma realidade no Brasil, apesar da sua abolição ter acontecido há 128 anos. Algumas propriedades situadas no interior do país, distantes dos centros urbanos, usam a mão-de-obra análoga a escravidão em atividades produtivas como a produção de carvão vegetal e de carne bovina, principalmente no Sudeste do Pará, Oeste da Bahia, Leste e Norte do Mato Grosso, Centro de Goiás e parte de Minas Gerais. 

É necessário que as fiscalizações sejam intensificadas nos estados que já registraram muitas denúncias de trabalho escravo. O Estado deve agir para prevenir situações como esta, através de medidas eficazes na educação, saúde e na qualificação profissional, pois muitas vezes, os trabalhadores libertos não possuíam nenhuma perspectiva de trabalho na sua terra natal, ou tinham baixa instrução, alguns sendo até analfabetos. 

As regiões com os mais baixos índices de desenvolvimento humano - IDH devem ser os prioritários em medidas do governo que evitem o aliciamento de trabalhadores em direção aos "cantos de obra" deploráveis e desumanos.



3. REFERÊNCIAS

Anti Slavery. Disponível em http://www.antislavery.org/english

MARTINS, J. de S. A escravidão nos dias de hoje e as ciladas da interpretação. In: VVAA (org). Trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Goiânia/São Paulo.

THERY, H. et. al. Atlas do Trabalho Escravo no Brasil/Herve Thery. Neli Aparecida de Mello, Julio Hato, Eduardo Paulon Girardi. São Paulo: Amigos da Terra, 2008, 2009. 80p. 56 cartogramas, sete tabelas e dois gráficos. In: Disponível em Atlas do Trabalho Escravo






quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Freelancer em Cartografia e Geoprocessamento




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
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Olá, você precisa de mapas para sua pesquisa científica ou empresa? Nós somos especializados na confecção de mapas conforme a sua necessidade. Para qual finalidade e quais produtos podemos fazer?


# Mapas Acadêmicos

1. Artigo Científico
2. TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)
3. Dissertação (Mestrado)
4. Tese (Doutorado)
5. Congressos, Simpósios e Eventos científicos


# Mapas Empresariais? 

1. Mapa dos clientes e fornecedores da empresa
2. Mapa base de bairros ou cidades
3. Mapa com dados da própria empresa


Abaixo estão alguns exemplos de mapas que já foram elaborados para diferentes públicos.


Mapa 01. Comunidade Cubatão no bairro do Cruzeiro em Belém/PA


Mapa 02. Maiores exportadores de madeira da Amazônia Legal - 2015


Mapa 03. Principais cidades da Argentina


Mapa 04. Ocorrências de acidentes de trânsito na BR-316 na área metropolitana de Belém em 2010


Mapa 05. Índice de desenvolvimento humano municipal da Região Metropolitana de Belém - 2010


Mapa 06. Localização de escolas particulares no bairro de Nazaré em Belém/PA


Mapa 07. Principais Destinos das Exportações do Estado do Pará (2015)


Mapa 08. Índice de Desenvolvimento Humano - América do Sul (2014)


Mapa 09. Mapa de Localização da Praia do Farol, Chapéu Virado e Paraíso em Belém/PA


Mapa 10. Percentual na produção de fumo nos estados brasileiros (2015)


Mapa 11. Modelo Digital de Elevação da Bacia Hidrográfica do Cabaçal - Mato Grosso


Mapa 12. Os municípios com as maiores taxas de homicídio por arma de fogo no Estado do Pará - 2014


Dúvidas em relação aos mapas? Como posso ajudar você com o meu trabalho? Para mais detalhes, basta entrar em contato (91) 98306-5306.