quinta-feira, 27 de junho de 2019

Jogo de Mapas: Conhece as capitais estaduais brasileiras abaixo?



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




1. Jogo de Mapas: Conhece as capitais estaduais brasileiras abaixo?

Frequentemente nesse blog há compartilhamento de dicas de geoprocessamento, análises ambientais ou mesmo propaganda dos meus serviços, mas e os jogos? Jogos, além de serem divertidos, despertam a nossa curiosidade e instigam o nosso conhecimento e memória. 

Pensando nisso, você consegue reconhecer as capitais estaduais brasileiras abaixo? As respostas estão no final do post, então vamos lá!

Obs: *As áreas em roxo são áreas urbanas. Retiramos as coordenadas geográficas para dificultar.


Município 1
a) São Paulo
b) Rio de Janeiro
c) Belo Horizonte
d) Curitiba


Município 2
a) Belém
b) Goiânia
c) Brasília
d) Vitória


Município 3
a) São Luís
b) João Pessoa
c) Salvador
d) Florianópolis


Município 4
a) Rio Branco
b) Boa Vista
c) Porto Velho
d) Manaus


Município 5
a) João Pessoa
b) Natal
c) Recife
d) Maceió


Município 6
a) Cuiabá
b) Rio Branco
c) Macapá
d) Campo Grande


Município 7
a) Teresina
b) Belém
c) Aracaju
d) Manaus


Município 8
 a) Belo Horizonte
b) Rio de Janeiro
c) São Paulo
d) Manaus


Município 9
a) Porto Alegre
b) Rio de Janeiro
c) Aracaju
d) Brasília


Município 10
a) Boa Vista
b) Curitiba
c) Belém
d) Recife




2. Quantidade de acertos

0 - Não preciso dizer nada, rsrs.
1 ou 2 - Péssimo
3 ou 4 - Ruim
5 ou 6 - Regular
7 ou 8 - Bom!
9 - Excelente!
10 - Perfeito!







3. Respostas

01. São Paulo (A)
02. Goiânia (B)
03. Florianópolis (D)
04. Porto Velho (C)
05. João Pessoa (A)
06. Campo Grande (D)
07. Teresina (A)
08. Rio de Janeiro (B)
09. Brasília (D)
10. Belém (C)



terça-feira, 25 de junho de 2019

Plataforma das Unidades de Conservação (UC) do Brasil



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
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1. Plataforma das Unidades de Conservação do Brasil

O ISA (Instituto Socioambiental Ambiental) mantém uma Plataforma Digital do ISA que disponibiliza informações sobre as Unidades de Conservação do Brasil (UC/BR). O ISA segundo o site, é uma ONG da sociedade civil brasileira, cuja missão é propor soluções de forma integrada a questões sociais e ambientais com foco na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, entre outros (ISA, 2019).



Figura 1. Portal inicial do Instituto ISA
Fonte: ISA (2019)


O mais interessante da plataforma é a pesquisa por qualquer Unidade de Conservação (UC) do país. Entre os dados possíveis de obter estão:

01. Tamanho da área
02. Categoria
03. Instância
04. Decreto de criação
05. Ano de criação
06. Mapa
07. Municípios englobados
08. Características ambientais
09. Dados de gestão
10. Documentos jurídicos
11. Taxas de desmatamento
12. Focos de calor
13. Contato
14. Notícias da UC


Enfim, é possível saber praticamente tudo de cada Unidade de Conservação (UC) do Brasil. A partir disso, a plataforma pode subsidiar pesquisas sobre determinada área e ainda é possível comparar duas unidades. 

Vejamos alguns prints screens captados no site do ISA que nos ajudam a visualizar a plataforma.



Figura 2. Exemplo de downloads disponíveis sobre documentos jurídicos de uma unidade de conservação
 Fonte: ISA (2019)


Figura 3. Exemplo de dados disponíveis sobre unidade de conservação
 Fonte: ISA (2019)


Figura 4. Exemplo de mapa digital disponíveis no site do ISA
Fonte: ISA (2019)


Nesse sentido, a plataforma mostra-se interessante para estudantes de graduação e pós-graduação nas áreas de Geografia, Gestão Ambiental, Sociologia, Direito Ambiental, Engenharia Ambiental e outras áreas correlatas.

**Então, gostou do site? Já conhecia? Como essa plataforma pode ajudar as suas pesquisas? Conte-nos!

*** Os prints screens do site do ISA são apenas formas de divulgar a plataforma. Não temos direitos autorais das fotos e imagens compartilhadas aqui. Todas são do Instituto Socioambiental (ISA)




sábado, 22 de junho de 2019

Municípios defrontantes com o mar (SHP e tabelas do IBGE)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Municípios defrontantes com o mar (SHP e tabelas do IBGE)

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) disponibilizou na sua plataforma dados geoespaciais dos municípios defrontantes com o mar. Resumidamente são aqueles diretamente banhados pelo Oceano Atlântico, abrangendo desde Oiapoque (AP) a Santa Vitória do Palmar (RS).

Ao todo, são 280 municípios inseridos em 17 unidades da federação (IBGE, 2018). 





Algumas curiosidades sobre essa região marítima do país:

1. Os maiores municípios em área são: Oiapoque (AP), Calçoene (AP), Chaves (PA), **Lagoa dos Patos (RS), Amapá (AP) e Macapá (AP).

**Embora a Lagoa dos Patos não seja um município, a mesma está inclusa na lista do IBGE. 

2. Os menores municípios em área são: Fernando de Noronha (PE), Senador Georgino Avelino (RN), Cabedelo (PB), Bombinhas (SC) e Imbé (RS).

3. Os estados que mais possuem municípios nessa zona são: Maranhão (33), Bahia (30), Santa Catarina (27) e Rio de Janeiro (25).

4. Os estados que possuem menos municípios nessa zona são: Amapá (4), Piauí (4) e Paraná (5).


***Na nota técnica, o IBGE ressalta que o arquivo não representa a linha média das marés, nem a influência da dinâmica marítimo-litorânea, ou mesmo as reentrâncias típicas do litoral brasileiro como: deltas, baías e outros sistemas (IBGE, 2018). No entanto, vale a pena baixar a informação para ser utilizada em um Sistema de Informação Geográfica (SIG) para diferentes finalidades.

Então, você já tem esse dado do IBGE? o conhecia? já desenvolveu algum trabalho específico ou necessita de uma consultoria para desenvolver um? Entre em contato e teremos o compromisso de ajudar você!




quarta-feira, 29 de maio de 2019

Banco de Dados Ambientais do IBGE - Plataforma




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Banco de dados ambientais do IBGE, você conhece?

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é o maior provedor de dados do Brasil, pois suas pesquisas relatam a situação do país em diversos âmbitos. A questão ambiental também está inserida nesse contexto e ganhou uma Plataforma de Dados Ambientais com a divulgação de informações sobre Geomorfologia, Geologia, Pedologia, Vegetação e Uso e Cobertura da Terra.


Arte: Luiz Henrique A. Gusmão
Fonte: FreePhotos por Pixabay


O intuito do IBGE é facilitar o acesso de dados ambientais do país, permitindo visualizar, quantificar e baixar as informações em Jpeg e Shapefile. Para quem trabalha na área de geoprocessamento, a plataforma disponibiliza automaticamente os dados supracitados em formato shapefile para todos os estados, DF e municípios do Brasil. Veja o exemplo abaixo com a busca pelos solos do Brasil, com uma coluna ao lado contendo a legenda e a caixa de "exportar": 



Figura 1. Representação dos solos do Brasil na plataforma BDIA do IBGE
 Fonte: IBGE 


Além dos dados, há na plataforma um dicionário, que permite a você compreender melhor a origem dos dados, a metodologia usada para a confecção dos produtos e a explicação detalhada da legenda, inclusive com as referências!



Figura 2. Dados no campo "dicionário" da plataforma do IBGE
Fonte: IBGE


A partir da plataforma é possível ensinar sobre os conceitos apresentados pelo IBGE com a ajuda dos mapas hospedados no site. É uma forma rápida de ensinar e mostrar informações ambientais importantes aos estudantes de ensino fundamental ou médio e até universitários.


Então, você gostou da dica? Já conhecia essa plataforma do IBGE? Conte a sua experiência com a mesma. Ficaremos satisfeitos se conseguirmos ajudar você!

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Mapas das Doenças no Brasil pela falta de saneamento básico



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
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1. Mapas das Doenças no Brasil pela falta de saneamento básico

O saneamento básico consiste nas seguintes atividades: coleta e tratamento de esgoto, abastecimento de água potável, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e das águas pluviais, sendo indispensável para que todos possam ter uma vida mais digna, distantes de agentes patógenos que se desenvolvem em um ambiente não saneado.

Apesar do saneamento ser um direito assegurado pela Constituição Federal e definido pela Lei n° 11.445/2007, nem todos os brasileiros têm acesso, o que contribui para o acirramento das desigualdades sociais no país e a proliferação de doenças decorrentes da carência ou ausência desse serviço.


Arte: Luiz Henrique Almeida Gusmão
Fonte da imagem: Portal Saneamento Básico


A partir dos dados do DATASUS compilados no portal do TRATA BRASIL foi possível comparar a quantidade de internação no Brasil por doenças diretamente associadas a falta de saneamento: dengue, diarreia, febre amarela, leptospirose, malária e esquistossomose, para os anos de 2010, 2014 e 2017.

*Embora o título destaque a palavra "Mapa", nessa postagem os produtos foram tratados como figuras.


2. Ocorrências das doenças

Entre as seis doenças relacionadas a falta de saneamento básico, a diarreia foi a mais frequente em todos os anos, sempre com valores acima de 200.000 casos. Em seguida, a dengue é a enfermidade mais recorrente com valores acima de 19.000. Já aquelas com menos casos destacaram-se: esquistossomose e febre amarela (Figura 1).


Figura 1. Quantidade de internações no Brasil por doença associada a falta de saneamento básico
Fonte: DATASUS / Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*É proibido o uso e o compartilhamento sem autorização do autor


No entanto, quando se compara a variação das  internações entre 2010 e 2017, os casos reduziram drasticamente, especialmente a dengue (-79%), malária (-62%) e diarreia (-53%). Por outro lado, o número de casos de febre amarela explodiu no Brasil aumentando 2.246% em 7 anos (Figura 2).


Figura 2. Variação de internações no Brasil por doença associada a falta de saneamento básico entre 2010 e 2017
Fonte: DATASUS / Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*É proibido o uso e o compartilhamento sem autorização do autor


Como podemos perceber na figura acima, as internações associadas a falta de saneamento reduziram ao longo do tempo, com exceção da febre amarela. Vários surtos de febre amarela aconteceram no país em um lapso veloz de tempo ao ponto das organizações responsáveis pela vacinação e pesquisa serem surpreendidos, o que contribuiu para o aumento exagerado de casos.

Para Siqueira, M, et al (2017), a falta de saneamento acarreta diversos impactos negativos sobre a saúde da população. Além de prejudicar a saúde individual, eleva os gastos públicos e privados com saúde, com o tratamento de doenças (Siqueira, M, et al, 2017).

Essa constatação dos pesquisadores se dá quando averiguamos o total gasto com as internações por doenças associadas a falta de saneamento. Segundo o TRATABRASIL (2017), o governo federal gastou mais com internações por causa de diarreia do que qualquer outra doença citada aqui. Ao todo, foram 88 milhões de reais gastos com essa doença, seguido por despesas com a dengue e leptospirose (Figura 3)


Figura 3. Valor gasto com internações no Brasil por doença associada a falta de saneamento básico em 2017
Fonte: DATASUS / Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
*É proibido o uso e o compartilhamento sem autorização do autor




3. Conclusões

A internação por diarreia é a que mais aflige os brasileiros em decorrência da carência de saneamento básico, com valor acima de 200.000 casos, seguido pela dengue e malária. Em sete anos, houve redução das internações da maioria das doenças, com exceção da febre amarela. O gasto público com internações é maior com a diarreia e leptospirose. 



4. Referências


DATASUS. Disponível em http://datasus.saude.gov.br/

TRATABRASIL. Disponível em http://tratabrasil.com.br/comunicacao/painel-saneamento-brasil


SIQUEIRA, Mariana., ROSA, Roger., BORDIN, Ronaldo. et al. Internações por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado na rede pública de saúde da região metropolitana de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 2010-2014.  Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, DF, 26(4):795-806, out-dez 2017.


sexta-feira, 19 de abril de 2019

Materiais para aprender Cartografia: Teoria e Prática





Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
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Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
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Materiais para aprender Cartografia: Teoria e Prática


Arte: Pixabay


Para aprender Cartografia são necessárias muitas leituras conceituais, não apenas saber softwares especializados como muitos divulgam por aí. 

Pensando nos futuros geógrafos, cartógrafos e outros profissionais interessados pela arte e técnica de fazer mapas, reunimos uma série de materiais publicados pela UFRN em 2012 que orientam como fazer/ler mapas e entender conceitos importantes da Cartografia. 

Além disso, os materiais produzidos pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) também são excelentes para o aprofundamento no tema, sempre com exercícios para você testar as suas habilidades. Os materiais estão divididos nos seguintes tópicos:



Material 1: Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I - Download
Fonte: UFRN (2011). Todos os direitos estão reservados a instituição UFRN. Estamos apenas compartilhando


Material 2: Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas II - Download
Fonte: UFRN (2011). Todos os direitos estão reservados a instituição UFRN. Estamos apenas compartilhando


O que você achou dos materiais? Eles são úteis para você? De que forma eles ajudaram na sua aprendizagem? Compartilhe a sua opinião conosco!



quarta-feira, 10 de abril de 2019

Mapas das Frutas: De onde vem cada uma delas do Brasil?




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
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Mapas das Frutas: De onde vem cada uma delas do Brasil?


Fonte da imagem: Pixabay / Arte: Luiz Henrique A. Gusmão


O Brasil é um dos maiores produtores de frutas do mundo, onde a fruticultura é um setor de destaque no agronegócio.

Com base nos dados do Censo Agropecuário 2017 - IBGE, listamos de onde vem e quanto foi produzido, dez (10) frutas amplamente consumidas no nosso país: laranja, limão, açaí, maçã, pera, melancia, banana, tomate, uva e abacaxi.


1. LARANJA

A produção de laranja no Brasil superou a marca de 13 milhões de toneladas, em que só o estado de São Paulo respondeu por 78%, seguido por Minas Gerais (6,5%). Todos os estados produzem laranja, no entanto a concentração se dá entre os estados de Sergipe e Paraná.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: IBGE (2017)
É proibido usar ou aproveitar sem autorização. Consulte o valor desse produto


2. LIMÃO

A safra do limão no Brasil foi de 737.000 toneladas, em que o estado de São Paulo foi responsável por 72,6%, seguido pela Bahia com 7,2%. Todos os estados brasileiros produzem a fruta, porém a concentração se verifica entre o Ceará e o Paraná.


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3. AÇAÍ

No Brasil foram produzidas 309,8 mil toneladas de açaí, em que o estado do Pará foi responsável por 87,9%, seguido pelo Amazonas (6,7%). Pelas características ambientais do açaizeiro, a sua produção está concentrada nos estados da região Norte.


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4. MAÇÃ

Foram produzidas 3,1 milhões de toneladas de maçã no Brasil, em que o Rio Grande do Sul foi responsável por 79,7%, seguido por Santa Catarina (19%). A produção de maçã está adensada nos estados do Sul, devido as condições climáticas mais amenas.


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5. PERA 

A safra de pera no Brasil foi igual a 10,1 mil toneladas, em que o Rio Grande do Sul foi responsável por 66,6%, seguido por Santa Catarina (26,4%). Semelhante a maçã, a produção dessa fruta está concentrada na região Sul.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
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6. MELANCIA

A safra da melancia foi igual a 1,3 milhão de toneladas, em que os estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo foram responsáveis por 23,1% e 15,8%, respectivamente. A produção dessa fruta é bastante difusa no Brasil com grandes produtores em todas as regiões.


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7. BANANA

A produção de banana no Brasil foi igual a 4,8 milhões de toneladas, em que o estado de São Paulo foi responsável por 24,8%, seguido por Minas Gerais (14,1%) e Bahia (11,9%). A maior produção de banana se dá entre os estados do Ceará e de São Paulo.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
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8. TOMATE

A safra do tomate alcançou 1,7 milhão de tonelada no Brasil, em que apenas Goiás respondeu por 37,8%, seguido por São Paulo (8,9%) e Minas Gerais (8,1%). A maior produção de tomate está no eixo Paraíba-Goiás-Rio Grande do Sul.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: IBGE (2017)
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9. UVA

A safra da uva no Brasil foi equivalente a 349,8 mil toneladas. Entre os maiores produtores de uva de mesa destacam-se: Pernambuco, São Paulo e Bahia, com participação de 45,3%, 16,4% e 14,7%, respectivamente. Percebe-se que todos os estados do Norte, mais o Maranhão, Alagoas e Sergipe não produzem a fruta.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: IBGE (2017)
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10. ABACAXI

A safra do abacaxi no país foi de 797,7 mil frutos, dos quais os estados de Minas Gerais e Espírito Santo foram responsáveis por 15,1% e 14,3%, respectivamente. Em seguida, destacam-se: Paraíba, Rio de Janeiro e Pará. A produção da fruta é mais forte na Região Sudeste.


Elaborador: Luiz Henrique A. Gusmão (2019)
Fonte dos dados: IBGE (2017)
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Então, gostou dos mapas? Qual deles mais te surpreendeu? Compartilhe conosco a sua opinião. Caso você precise de mapas, basta entrar em contato que teremos a maior satisfação em produzir um mapa exclusivo a você. Contato (91) 98306-5306.

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