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quinta-feira, 7 de maio de 2020

Portal do Covid-19 do Estado do Pará



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
Emails: henrique.ufpa@hotmail.com
gusmao.geotecnologias@gmail.com




#Portal do Covid-19 do Estado do Pará

A Secretaria de Saúde do Pará mantém e alimenta uma Plataforma com dados sobre o Covid-19 para todos os 144 municípios.






É possível acessar uma série de informações como:

a) Número de casos confirmados
b) Número de pessoas recuperadas
c) Número de casos descartados e em análise
d) Número de óbitos
e) Quantidade de casos por município
f) Quantidade de leitos disponíveis
g) Histórico de casos
h) Distribuição etária 
i) Outras informações


O portal também possui um mapa dinâmico do Pará com destaque para a quantidade de casos confirmados por município, bem como outras informações relevantes. 

Você já conhecia essa plataforma? O que achou? Deixe o seu comentário aqui.




domingo, 26 de janeiro de 2020

Mapas do Coronavírus no mundo




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
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# Mapas do Coronavírus no mundo

No início de 2020, o mundo foi surpreendido pelo avanço de um tipo específico de Coronavírus, cujo epicentro do surto foi na cidade de Wuhan, na China. A partir de dados do Johns Hopkins CSSE University e da China Health Authorities compilados em plataforma digital, realizamos figuras temáticas para acompanhar a expansão de casos.




No dia 24/01/2020, o número de casos confirmados na China era de 835 e menos de 6 nos EUA, Japão, Coréia do Sul, Vietnã, Tailândia e Cingapura. Mais de 98% dos casos estavam restritos à Ásia.


 Fonte dos dados compilados: G1 notícias


No dia seguinte, o número de casos confirmados subiu para 1.372 na China, seguido por menos de 6 casos nos EUA, Canadá, França, Arábia Saudita, Tailândia, Malásia, Cingapura, Vietnã, Japão, Austrália e Malásia. 

O coronavírus disseminou-se e afetou um país da Europa, outro da Oceania e mais um das Américas. Na própria Ásia, expandiu-se e alcançou outros países ao sul da China e até a Arábia Saudita.


Fonte dos dados compilados: G1 notícias


No dia 31/01, o número de casos chegou a 9.773, dos quais 99% estavam na China (9.686). A Tailândia estava em 2° lugar com 14 casos, seguido por Japão (11) Cingapura (10), Austrália (9) e Malásia (8).




Até o dia 31/01, o coronavírus alcançou novos países: Itália, Índia e Filipinas. Por outro lado, mais de 99% das pessoas com a doença estavam restritas no continente asiático, apesar da preocupação de expansão do vírus pela comunidade internacional.

No dia 05/02, os casos de Coronavírus chegaram a mais de 24.000, cuja maioria dos pacientes e das vítimas estavam na China. Novos países foram registraram no Reino Unido, Espanha, Bélgica, Rússia e Suécia.

Houve crescimento de casos confirmados em vários países, especialmente na China, Cingapura, Tailândia, Japão, entre outros.




No dia 17/02, o número de casos de Coronavírus (COVID 19) alcançou 71.904, dos quais 98% estavam restritos à China, seguido por 77 em Cingapura, 66 no Japão, 35 na Tailândia, 30 na Coréia do Sul, 22 na Malásia, e os demais países tinham menos de 16 vítimas.




Os casos de Covid-19 cresceram em vários países, principalmente naqueles ao Sul da China. Ademais, o número de mortes já alcançou mais de 1.700 e de pessoas curadas igual a 11.396.



Atualmente, o coronavírus alcançou o status de pandemia e não é possível fazer mapas com frequência sobre o número de infectados. No entanto, estamos compartilhando o site com um mapa interativo que é atualizado diariamente.

Até hoje (27/03), são 558 mil infectados, dos quais 127 mil foram recuperados, 25 mil morreram e milhões estão em estado de quarentena.




sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Movimentação de cargas nos portos do Pará (2012-2016)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Movimentação de cargas nos portos do Pará

O Estado do Pará é continental, sendo superior do que vários países com área igual a 1,247 milhão Km². Possui uma população equivalente a 8,57 milhões de habitantes. O Pará está localizado na Amazônia Oriental brasileira e é atravessado por dezenas de rios de grande extensão, como o Amazonas, Xingu e o Tapajós, entre outros.


Arte: Luiz Henrique A. Gusmão

Entre dezenas de portos do Pará, oito se destacam por maior movimentação de contêineres: Belém, Miramar, Vila do Conde, Santarém, Altamira, Itaituba, Óbidos e Outeiro. A movimentação de cargas em 2016 no Pará foi de 26,7 milhões de toneladas e nos últimos cinco anos comportou-se da seguinte maneira (Figura 1)



Figura 1. Movimentação de cargas nos portos do Estado Pará entre 2012 e 2016


Após redução moderada em 2014, houve recuperação significativa em 2015, apesar de uma queda suave em 2016. No entanto, os portos têm participações diferenciadas, no qual Vila do Conde concentra mais de 66% do movimento (Figura 2).



Figura 2. Movimentação de cargas por porto do Estado Pará (2016)
Execução: Luiz Henrique A. Gusmão
Fonte: CDP (2016) / FAPESPA (2018)


Depois de Vila do Conde, o porto de Santarém é o 2° maior, seguido por Miramar, Itaituba e de Belém. Já aqueles com menor movimentação destacam-se: Óbidos e Outeiro. Ao observar a série histórica, percebe-se que essa ordem de importância praticamente é mesma desde 2012.



Figura 3. Movimentação de cargas por porto do Estado Pará (2012-2016)
Execução: Luiz Henrique A. Gusmão
Fonte: CDP (2016) / FAPESPA (2018)



2. Conclusões

O porto de Vila de Conde é que mais movimenta cargas no Estado do Pará, seguido pelo de Santarém. Nos últimos quatro anos houve aumento na movimentação de cargas do Pará.


3. Referências

FAPESPA. Anuário Estatístico do Pará - 2018. Disponível em: http://www.fapespa.pa.gov.br/sistemas/anuario2018/tabelas/infraestrutura/tab_3.5_total_de_carregamento_nos_portos_2012_a_2016.htm



sexta-feira, 19 de abril de 2019

Materiais para aprender Cartografia: Teoria e Prática





Luiz Henrique Almeida Gusmão
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Materiais para aprender Cartografia: Teoria e Prática


Arte: Pixabay


Para aprender Cartografia são necessárias muitas leituras conceituais, não apenas saber softwares especializados como muitos divulgam por aí. 

Pensando nos futuros geógrafos, cartógrafos e outros profissionais interessados pela arte e técnica de fazer mapas, reunimos uma série de materiais publicados pela UFRN em 2012 que orientam como fazer/ler mapas e entender conceitos importantes da Cartografia. 

Além disso, os materiais produzidos pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) também são excelentes para o aprofundamento no tema, sempre com exercícios para você testar as suas habilidades. Os materiais estão divididos nos seguintes tópicos:



Material 1: Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas I - Download
Fonte: UFRN (2011). Todos os direitos estão reservados a instituição UFRN. Estamos apenas compartilhando


Material 2: Leituras Cartográficas e Interpretações Estatísticas II - Download
Fonte: UFRN (2011). Todos os direitos estão reservados a instituição UFRN. Estamos apenas compartilhando


O que você achou dos materiais? Eles são úteis para você? De que forma eles ajudaram na sua aprendizagem? Compartilhe a sua opinião conosco!



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Fotos incríveis da Terra pela NASA (Livro)




🌎Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. A Terra como Arte (Livro)

A NASA (National Aeronautics and Space Administration) publicou recentemente o livro "Earth as Art", traduzido de forma literal como "Terra como Arte". 

O livro contém uma série de imagens de satélite impressionantes de diferentes locais do nosso planeta. A NASA priorizou paisagens naturais que parecem verdadeiras obras de arte. Locais como: Deserto da Namíbia, Himalaia, Canadá, Argélia, Estados Unidos e muitos outros estão presentes. 

São mais de 150 páginas de PURA ARTE!. Que tal conferir e fazer o download? O link está abaixo:



Capa do livro da NASA: Earth as Art


Lembramos que todos os direitos estão reservados a NASA. Nós apenas estamos compartilhando esse produto da empresa por estar em consonância com os princípios da mesma.


**Então, qual das imagens vocês gostaram mais? Você precisa de mapas para apresentar nas suas pesquisas científicas? Conheça o nosso trabalho! :) Serviço de Mapas Acadêmicos. 







quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Os números do CRIME AMBIENTAL em Brumadinho/MG




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Os números do Crime Ambiental em Brumadinho/MG

No dia 25/01/2019, a barragem próxima a mina do Córrego do Feijão que segurava rejeitos de ferro da empresa VALE rompia. O volume estimado em 12,7 milhões de metros cúbicos de mineração avançou em direção aos estabelecimentos da empresa, de pousadas e povoados. Os números da catástrofe no primeiro dia pós-rompimento foram os seguintes:



É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, entre em contato. Respeite a propriedade intelectual do autor!



Como podemos ver acima, o número de mortos até o 1° dia de busca era baixo se comparado com o da tragédia de Mariana - 19 mortos. No entanto, o número de pessoas resgatadas e desaparecidas era extremamente alto, o que poderia aumentar ainda mais conforme a vistoria dos bombeiros avançasse também. 


Após a intensificação do trabalho dos bombeiros nas áreas mais atingidas, os números foram atualizados (04/02/2019) pelos bombeiros e evidenciam a grande letalidade do rompimento da barragem, visto abaixo:



É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, entre em contato. Respeite a propriedade intelectual do autor!


Após uma semana, o número de mortos cresceu assustadoramente 1.388%! e mostra a gravidade do rompimento da barragem. Já o número de pessoas resgatadas cresceu 1,5% que mostra a rapidez dos bombeiros nas buscas.


Já o número de desaparecidos reduziu 33%, que representa os esforços dos bombeiros nas áreas mais atingidas e isoladas. Ou seja, o desmoronamento da barragem em Brumadinho representou um dos maiores desastres com barragem do Brasil e do mundo devido a alta letalidade.


Se compararmos o total de vítimas após o rompimento da barragem da Samarco em Mariana no ano de 2015 com o de Brumadinho, percebemos que o segundo foi significativamente maior, já que à área atingida era mais densamente povoada e próxima à área da empresa, visto abaixo:



É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira a figura, entre em contato. Respeite a propriedade intelectual do autor!


2. Conclusão

O desmoronamento da barragem representou uma tragédia à população de Brumadinho, pois 134 pessoas faleceram, centenas ficaram desaparecidos e outras centenas foram resgatadas, o que repercutiu em uma comoção na cidade e em todo o país. A tragédia mostrou novamente que são duvidosas as normas de seguranças das barragens no Brasil, mesmo aquelas com baixo risco de acidente.




3. Referências

UOL Notícias. Barragem de Brumadinho tem 12 milhões de metros cúbicos de mineração

Uol Notícias. Rompimento da barragem em Brumadinho

G1 Jornal Nacional. Números oficiais dos atingidos no rompimento da barragem em Brumadinho




4. Serviços de Geoprocessamento e Cartografia










quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Cartografia e Dados sobre Atentados Terroristas no Mundo




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Cartografia e Dados sobre atentados terroristas no Mundo


Olá leitores, tudo bem com vocês? Cada vez mais o tema terrorismo vem chamando atenção nas mídias eletrônicas e impressas, assim como nas discussões acadêmicas e entre amigos. O objetivo dessa postagem é compartilhar um site que congrega dados dos atentados terroristas ocorridos no mundo, desde 2016 até 2019, quase em tempo real. O link está ao lado Plataforma de Ataques Terroristas - Esri Maps.


A coleta dos dados é oriunda de uma parceria entre a "Esri Story Maps" e a "Peace Tech Lab", usando diversas fontes. Na plataforma é possível obter dados da localização desses eventos, assim como a quantidade de fatalidades.



Figura 1. Plataforma interativa sobre os atentados terroristas no mundo em 2017


A partir da plataforma, nós podemos selecionar os atentados realizados por apenas uma organização terrorista como o "Estado Islâmico", "Al Qaeda", "Al-Shabaab", "Boko Haram", "PK", "Taliban", entre outros (Figura 2).


Figura 2. Opção dos grupos terroristas
Fonte: Storymaps (ESRI, 2017)

É possível visualizar um histórico dos atentados terroristas nas cidades. No exemplo abaixo, selecionei a cidade de Mogadíscio, capital da Somália, onde podemos saber a quantidade de fatalidades, quantidade de atentados, a data dos atentados e o grupo responsável pela ação.


Figura 3. Série histórica sobre atentados terroristas na capital da Somália em 2017
Fonte: Storymaps (ESRI, 2017)


A partir dos dados disponíveis na plataforma, é possível realizar diversos mapas temáticos e análises geográficas sobre a distribuição desses atentados terroristas, seja por grupo de atuação, país, região ou cidade. 

Para aqueles que trabalham com geoprocessamento e cartografia, esta plataforma possui um acervo muito grande de dados que possibilita escrever diversos artigos científicos ou postagens em blog sobre terrorismo no mundo. Para quem trabalha em sala de aula, também é um excelente recurso de exposição e discussão.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Ranking e Cartografia do IDH para as capitais brasileiras





Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Ranking das capitais brasileiras no Índice de Desenvolvimento Humano - 2010


O índice de desenvolvimento humano é uma forma resumida do progresso a longo prazo em três dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde (PNUD, 2017). 

Esse índice é um meio de mensurar e comparar as condições as condiçoes de vida de um país, estado, regiões metropolitanas e municípios. 

O IDH reúne três dos requisitos indispensáveis para a expansão da liberdade das pessoas: 

1. A oportunidade de se levar uma vida longa (Saúde)
2. O acesso ao conhecimento (Educação)
3. A capacidade de desfrutar de um padrão de vida digno (Renda).


Com base nos dados fornecidos pelo Programa das Nações Unidas (PNUD) http://atlasbrasil.org.br/2013/ para os municípios brasileiros, foram realizadas análises sobre o IDH de todas as capitais brasileiras para o ano de 2010.

No ranking dos 5.565 municípios brasileiros, as capitais estaduais mais bem posicionadas estão localizadas principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, enquanto aquelas das regiões Norte e Nordeste tiveram um desempenho inferior, com exceção de Palmas/TO (Mapa 01)



Mapa 01. Ranking das capitais brasileiras pelo índice de desenvolvimento humano (IDH) - 2010
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão / Fonte: PNUD (2010)
*É expressamente proibido o uso comercial, publicação em qualquer revista e compartilhamento em matérias sem a devida autorização do autor.

Segundo o mapa, a capital brasileira mais bem posicionada é Florianópolis/SC na 3° colocação, seguida por Vitória/ES (4°), Brasília/DF (9°), Curitiba/PR (10°), Belo Horizonte/MG (20°), São Paulo/SP (28°), Porto Alegre/RS (28°), Goiânia/GO e Rio de Janeiro/RJ (45°), ou seja, entre as capitais estaduais, essas tiveram o melhor desempenho nas áreas de educação, saúde e renda, considerados pelo PNUD. 

Ainda de acordo com o mapa, entre aquelas que obtiveram um desempenho mais baixo, destacam-se: Macéio/AL (1.266°), Rio Branco/AC (1.107°), Macapá/AP (940°), Porto Velho/RO (876°) e Manaus/AM (850°), localizadas principalmente na Região Norte, com exceção de Macéio que se localiza na Região Nordeste.

Se avaliarmos o IDH das capitais na costa brasileira, percebemos que os índices de desenvolvimento humano são menores de Macapá/AP até Salvador/BA, e tornam-se maiores a partir de Vitória/ES até Porto Alegre/RS, quase no limite com o Uruguai. 

Em uma avaliação regional, a capital com o melhor IDH na região Sul é Florianópolis/SC (3°); na região Sudeste é Vitória/ES (4°); no Centro-Oeste é Brasília/DF (9°); no Nordeste é Recife/PE (210°) e no Norte é Palmas/TO (76°). 

Quando observamos aquelas com o menor desempenho, Porto Alegre/RS aparece em 28° na região Sul, o Rio de Janeiro/RJ em 45° na região Sudeste, Campo Grande/MS em 100°, Maceió em 1.266° na região Nordeste e Rio Branco/AC em 1.107° na região Norte.

Na classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a maioria das capitais estaduais está classificada em "Alto Desenvolvimento Humano", com exceção de 7 capitais (Figura 1), onde os índices ultrapassaram 0,800 e portanto, enquadram-se em "Muito Alto Desenvolvimento Humano".


Figura 1. Ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das capitais brasileiras em 2010
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão (2017)
Fonte: PNUD (2010)


Se avaliarmos com base na média do IDH das capitais brasileiras que é de 0,777, percebemos que além das capitais do Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país, somente Palmas, Recife e Aracaju estão acima desse índice (Figura 2). 



Figura 2. Índice de Desenvolvimento Humano nas capitais estaduais brasileiras (2010)
Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão
Fonte: PNUD (2010)



2. CONCLUSÕES

As capitais localizadas na região Sudeste, Sul e Centro-Oeste possuem os melhores índices de desenvolvimento humano do país, em contraposição a maioria das capitais da região Norte e Nordeste, o que reforça a forte desigualdade social existente entre as mesmas. Diante disso, é necessário que os governos agilizem medidas para melhorar a qualidade de vida da população, ao favorecer o acesso à saúde, à educação e ao trabalho, o que consequentemente deve repercutir em uma vida mais digna e menos limitada da população.



3. REFERÊNCIAS.


PNUD. Atlas do Desenvolvimento Humano, 2010. Disponível em http://atlasbrasil.org.br/2013/. Acesso em 01/10/2017.


sábado, 25 de março de 2017

31 Sites e Blogs para aprender Cartografia e Geoprocessamento (English)





Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. 31 Sites e Blogs para aprender sobre Cartografia e Geoprocessamento em inglês


Os sites/blogs são ótimas plataformas de aprendizagem em Cartografia e Geoprocessamento, sendo imprescindível para futuros geógrafos, cartógrafos e demais profissionais que buscam aprofundar os seus conhecimentos na área. Os livros continuam sendo bons recursos para aprender, mas os sites e blogs são plataformas interativas, de fácil comunicação, objetivos e mostram de maneira prática toda a teoria aprendida na universidade ou curso a distância. 



Nesse contexto, busquei selecionar alguns sites/blogs em inglês para você poder aprofundar os seus conhecimentos na área de Cartografia, Geoprocessamento e Programação em Phyton. Grande parte deles são administrados por profissionais da área, onde é possível extrair várias dicas a respeito do tratamento da informação geográfica nos SIGs, programação em HTML ou Phyton, entre outros. Sem estabelecer uma ordem de importância, apresento alguns deles:


2. Excelentes Blogs/Sites (Amazing Blog or Sites of Cartography and Geoprocessing)



1. Cartographer's Toolkit - Gretchen Peterson

2. The Blog of Andy Woodruff, a cartographer


3. Cartonerd
4. MapHugger


5. Blog Axismaps




7. David Rumsey Map Collection
http://www.davidrumsey.com/




9. Esri's Atlas
http://atlas.esri.com/?p=home


10. ArcGis' Blog
https://blogs.esri.com/esri/arcgis/2016/08/31/a-beginners-guide-to-parallel-processing-with-geoprocessing-analysis-tools/


11. ArcGis's Australian Blog
https://esriaustraliatechblog.wordpress.com/tag/geoprocessing/


12. Carto
https://carto.com/blog/geoprocessing-in-postgis


13. Another GIS Blog
http://anothergisblog.blogspot.com.br/2015/05/arcrest-new-geoprocessing-model.html


14. Think Geo Blog
http://blog.thinkgeo.com/tag/geoprocessing/


15. 52° north exploring horizons
http://52north.org/communities/geoprocessing/


16. Brad Husemann GIS Blog
http://bhusemann.blogspot.com.br/2016/06/module-5.html


17. Mapperz - The mapping news blog
http://mapperz.blogspot.com.br/2008/08/esri-geoprocessing-center-now-open.html


18. Between the Poles
http://geospatial.blogs.com/geospatial/2014/11/distributed-processing-with-nosql-databases-enables-fast-geoprocessing-of-big-spatial-data.html


19. Avenza System
http://www.avenza.com/resources/blog/2011/05/09/using-make-index-geoprocessing-mapublisher-842


20. Danryan.us
http://djjr-courses.wikidot.com/soc128:lab06-2013-qgis-4


21. Golden Software
http://www.goldensoftware.com/blog/surfer-13-new-feature-series-new-geoprocessing-commands


22. Maurice Vvan Keulen
http://wwwhome.cs.utwente.nl/~keulen/wordpress/2009/02/kagoyire/


23. Geospatial Solutions Experts
https://umar-yusuf.blogspot.com.br/2015/09/geo-processing-with-python-books-to-read.html


24. Canada's Esri
https://resources.esri.ca/arcgis-pro/top-10-geoprocessing-tools-you-ve-never-heard-of


25. Rebecca Zeckoski's Engineering Blog
http://rzeckoskiengineering.blogspot.com.br/2014/05/arcgis-101-geoprocessing-quirks-and.html


26. Thematic Cartography Guide
http://axismaps.github.io/thematic-cartography/


27. Rhumb Line Maps
http://www.rhumblinemaps.com/intro-to-cartography/


28. ArcGis' View Maps Galleries
http://www.esri.com/esri-news/maps


29. Google Earth Blog
https://www.gearthblog.com/


30. Google Earth Design

http://googleearthdesign.blogspot.com.br/




31. ArcGis 9.2 Help
http://webhelp.esri.com/arcgisdesktop/9.2/index.cfm?TopicName=Geoprocessing_tools