sábado, 23 de fevereiro de 2019

10 Obras que comprovam as Mudanças Climáticas




Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
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1. Dez (10) obras que comprovam as Mudanças Climáticas



O tema MUDANÇAS CLIMÁTICAS é polêmico e muitos insistem em não acreditar por questões políticas e econômicas, não é verdade?, embora haja CONSENSO na COMUNIDADE CIENTÍFICA de que as mudanças no clima já ocorrem e serão agravadas ao decorrer dos anos. Por isso, resolvemos selecionar artigos e livros que comprovam essa situação através de dados validados.


#01. Fundamentos Científicos das Mudanças Climáticas (Rede Clima e Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas) - Download

#02. Mudanças Climáticas Globais e seus efeitos sobre a Biodiversidade (Ministério do Meio Ambiente, 2006) - Download

#03. Mudanças Climáticas (Ministério do Meio Ambiente, 2011) - Download

#04. Mudanças Climáticas e Cidades (Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, 2016) - Download

#05. Diretrizes para Formulação de Políticas Públicas em Mudanças Climáticas no Brasil (MONZONI org, 2009) - Download



M A T E R I A I S   EM   I N G L Ê S



#06. The Effects of Climate Change on Agriculture, Land Resources, Water Resources and Biodiversity in the United States (US Climate Change Science Program, 2008) - Download

#07. Global Climate Risk in 2019 (GermanWatch, 2018) - Download

#08. Climate Change Perfomance Index 2019 (GermanWatch, 2018) - Download

#09. Climate Change: Impacts, Vulnerabilities and Adaptation in Devoloping Countries (United Nations Frameworks Convention on Climate Change, 2007) - Download

#10. Climate Change in 2018: Implications for Business (Harvard Business School, 2018) - Download



Boa leitura a todos!

Então, gostou da nossa lista? Você precisa de mapas para apresentar nas suas pesquisas científicas? Conheça o nosso trabalho! :) Serviço de Mapas Acadêmicos.


terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Mapa da Morte: os 21 municípios mais violentos do Brasil




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Mapa da Morte: Origem dos dados

Na publicação do Atlas da Violência de 2018, o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) realizou o mapeamento das mortes violentas nos municípios brasileiros com população superior a 100 mil habitantes com dados de 2016.

Para essa publicação, selecionamos os 21 municípios mais violentos do Brasil, aqueles com os maiores índices de mortes violentas por 100 mil habitantes.



Arte: Pixabay / Elaborador: Luiz Henrique Almeida Gusmão




2. Os municípios mais violentos do Brasil

Segundo os dados do IPEA, dentre os 21 municípios mais violentos do Brasil, a maioria (11) está localizado no Nordeste (52,3%), sobretudo na Bahia com 8. 

Na região Norte, todos são do Pará (5). No Sudeste, os dois são do Estado do Rio de Janeiro. A região Sul tem 2 na lista e o Estado de Goiás tem 1. A lista geral está abaixo:





Chama atenção que entre os 5 mais violentos do país, 4 são da Bahia, todos com taxa de homicídio acima de 100. É chocante que duas cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro também se destaquem, assim como 5 do Estado do Pará - 3 da região metropolitana de Belém - entre as mais violentas.

O mapa abaixo mostra a distribuição espacial dos municípios mais violentos do Brasil, com forte concentração no litoral nordestino, nos arredores de Belém/PA e no litoral fluminense.


É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, entre em contato. Respeite a propriedade intelectual do autor!


Conforme o mapa, os municípios mais violentos da Região Norte são: Altamira e Marabá. Na Região Nordeste são: Eunápolis e Simões Filho. Já na Região Centro-Oeste é Luziânia. No Sudeste são: Queimados e Japeri. Já no Sul são: Almirante Tamandaré e Viamão.

No estudo do IPEA, o órgão faz várias correlações com outros dados como: educação, pobreza, trabalho, habitação, gravidez na adolescência e vulnerabilidade juvenil.

Os municípios mais violentos do Brasil normalmente possuem indicadores sociais inferiores se compararmos com os mais pacíficos. Por exemplo, enquanto 21,1% das crianças do município de Queimados/RJ são pobres, em Brusque/SC apenas 1,8% delas estão na mesma situação (Mapa da Violência, 2018).

A taxa de desocupação de jovens - entre 15 e 17 anos - em Queimados é de 41,3%, já em Brusque/SC é de apenas 8,7% (Mapa da Violência, 2018), o que mostra a grande discrepância entre os mesmos. Condições socioeconômicas desfavoráveis atreladas a fatores externos influenciam diretamente altos índices de violência.


3. Conclusões

Os dados do Mapa da Violência nos mostram que as cidades mais violentas do Brasil com - população acima de 100 mil habitantes - estão concentradas na Região Nordeste e Norte, especialmente nos Estados da Bahia e do Pará. No entanto, algumas cidades do Rio de Janeiro estão entre as dez mais violentas do país. 

Então, gostou do conteúdo? Tem interesse em representar dados de violência em mapas? Você os tem? Quer que eu pesquise? Entre em contato para mais detalhes (91) 98306-5306 ou acesse Mapas Acadêmicos para saber mais.


4. Serviços de Cartografia e Geoprocessamento





quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Os números do CRIME AMBIENTAL em Brumadinho/MG




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Os números do Crime Ambiental em Brumadinho/MG

No dia 25/01/2019, a barragem próxima a mina do Córrego do Feijão que segurava rejeitos de ferro da empresa VALE rompia. O volume estimado em 12,7 milhões de metros cúbicos de mineração avançou em direção aos estabelecimentos da empresa, de pousadas e povoados. Os números da catástrofe no primeiro dia pós-rompimento foram os seguintes:



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Como podemos ver acima, o número de mortos até o 1° dia de busca era baixo se comparado com o da tragédia de Mariana - 19 mortos. No entanto, o número de pessoas resgatadas e desaparecidas era extremamente alto, o que poderia aumentar ainda mais conforme a vistoria dos bombeiros avançasse também. 


Após a intensificação do trabalho dos bombeiros nas áreas mais atingidas, os números foram atualizados (04/02/2019) pelos bombeiros e evidenciam a grande letalidade do rompimento da barragem, visto abaixo:



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Após uma semana, o número de mortos cresceu assustadoramente 1.388%! e mostra a gravidade do rompimento da barragem. Já o número de pessoas resgatadas cresceu 1,5% que mostra a rapidez dos bombeiros nas buscas.


Já o número de desaparecidos reduziu 33%, que representa os esforços dos bombeiros nas áreas mais atingidas e isoladas. Ou seja, o desmoronamento da barragem em Brumadinho representou um dos maiores desastres com barragem do Brasil e do mundo devido a alta letalidade.


Se compararmos o total de vítimas após o rompimento da barragem da Samarco em Mariana no ano de 2015 com o de Brumadinho, percebemos que o segundo foi significativamente maior, já que à área atingida era mais densamente povoada e próxima à área da empresa, visto abaixo:



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2. Conclusão

O desmoronamento da barragem representou uma tragédia à população de Brumadinho, pois 134 pessoas faleceram, centenas ficaram desaparecidos e outras centenas foram resgatadas, o que repercutiu em uma comoção na cidade e em todo o país. A tragédia mostrou novamente que são duvidosas as normas de seguranças das barragens no Brasil, mesmo aquelas com baixo risco de acidente.




3. Referências

UOL Notícias. Barragem de Brumadinho tem 12 milhões de metros cúbicos de mineração

Uol Notícias. Rompimento da barragem em Brumadinho

G1 Jornal Nacional. Números oficiais dos atingidos no rompimento da barragem em Brumadinho




4. Serviços de Geoprocessamento e Cartografia










terça-feira, 15 de janeiro de 2019

EM MAPAS: as áreas metropolitanas mais desenvolvidas do Brasil




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. IDH das Regiões Metropolitanas do Brasil: Origem dos dados

Na portal Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil realizado pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), PNUD (Plano Nacional das Nações Unidas) e da Fundação João Pinheiro, é possível ver o ranking do IDH das regiões metropolitanas do Brasil

Através dele, foi possível mapear as regiões metropolitanas mais e menos desenvolvidas do Brasil com base em três critérios: 

#Renda
#Longevidade 
#Educação



Arte: Luiz Henrique Almeida Gusmão


2. Ranking das Regiões Metropolitanas

Das 10 Regiões metropolitanas mais bem posicionadas no ranking, 9 pertencem as regiões Sudeste e Sul, com exceção do Distrito Federal e entorno, que fica no Centro-Oeste.



É expressamente proibido o uso, aproveitamento ou compartilhamento sem autorização do autor. Caso queira o mapa, entre em contato. Respeite a propriedade intelectual do autor!


Nas primeiras posições do IDH metropolitano, destacam-se:

01°  Florianópolis/SC
02°  São Paulo/SP
03°  Distrito Federal e entorno/DF
04°  Campinas/SP
05°  Curitiba/PR
06°  Vale do Paraíba/SP
07°  Baixada Santista/SP
08°  Belo Horizonte/MG
09°  Vitória/ES
10°  Rio de Janeiro/RJ


Das 24 RMs do país, apenas Florianópolis/SC tem IDH muito alto, 22 possuem IDH alto e apenas a RM de Petrolina-Juazeiro possui IDH médio, baseado nos três critérios de educação, renda e longevidade.

Já as RMs com os menores índices de desenvolvimento humano (IDH), todas são da Região Norte e do Nordeste.



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Nas últimas colocações do IDH metropolitano, destacam-se:


15° São Luiz/MA
16° Salvador/BA
17° Recife/PE
18° Natal/RN
19° Fortaleza/CE
20° Belém/PA
21° Teresina/PI
22° Manaus/AM
23° Maceió/AL
24° Petrolina-Juazeiro


*** E aí, gostou do conteúdo? Ficou interessado em algum dos mapas?! Nós podemos editar e ele será seu, sem as marcas d' água. Comente o que você achou dessa postagem. Até a próxima!



3. Conclusões

As regiões metropolitanas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil são mais desenvolvidas do que as do Norte e Nordeste. No entanto, em todas há enorme desigualdade social, que os indicadores não conseguem expressar com clareza, pois tratam da média para todos os municípios que as constituem. Outro material do IPEA é possível ver com mais clareza os IDHs dentro das Regiões Metropolitanas.



4. Serviços de Geoprocessamento e Cartografia






quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

EM MAPAS: os homicídios contra as mulheres brasileiras



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Onde e quais mulheres foram vítimas de homicídio no Brasil?


A partir dos dados do Mapa da Violência - 2018, produzido pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) foi possível identificar como está a violência contra as mulheres no Brasil.

Para a construção dos mapas foram utilizados os seguintes dados do Mapa da Violência de 2018.

01. Tx. de homicídios de mulheres para cada 100 mil hab. por UF - 2016
02. Tx. de homicídios de mulheres negras para cada 100 mil hab. por UF - 2016
03. Tx. de homicídios de mulheres não negras para cada 100 mil hab. por UF - 2016
04. Predominância do homicídio de mulher por cor de pele por UF - 2016.
05. Tx. de variação de homicídios de mulheres entre 2015 e 2016 por UF.




Arte: Luiz Henrique A. Gusmão


1.1. Homicídios de mulheres

Segundo o Mapa da violência de 2018, 4.645 mulheres foram assassinadas no país, o que coloca o Brasil com uma taxa de 4,5 para cada 100 mil habitantes. Entre 2006 e 2016, a taxa de homicídio de mulheres aumentou 6,4%. Já entre 2015 e 2016, cerca de 1,6%, o que significa dizer que a pior violência contra o gênero só expandiu nos últimos anos.

No entanto, é preciso compreender como está essa taxa de homicídios de mulheres no país, não é verdade?!, pois o Brasil é grande e a situação não é igual em todo o país.

Para isso, usamos as taxas de homicídios de mulheres por unidade da federação para confeccionar um mapa e mostrar onde a situação é pior, veja:



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Segundo o mapa acima, a taxa de homicídios de mulheres foi maior no Estado de Roraima, onde 10 mulheres a cada 100 mil hab. são mortas, ou seja, mais mulheres são assassinadas lá do que qualquer estado brasileiro.

A taxa também é elevada no Mato Grosso, Pará, Goiás e em Rondônia, onde entre 6,1 e 8 mulheres são assassinada para cada 100 mil hab.

As taxas são moderadas na maioria dos estados nordestinos - sendo mais baixa no Piauí - parte da região Sudeste, do Norte e do Centro-Oeste. 

As taxas de homicídios de mulheres são mais baixas no Piauí, Minas Gerais, Santa Catarina e em São Paulo, abaixo de 4,0.


1.2 Homicídios de mulheres negras

Nesse estudo, o IPEA calculou as taxas para as mulheres negras, que ficou em 5,3 para o Brasil, valor bem superior à média que é de 4,5, ou seja, essas mulheres geralmente são as principais vítimas.

Em relação aos estados, Goiás tem a pior condição com 8,5, seguido pelo Pará com 8,3, sendo os mais violentos para as mulheres negras.

Ainda entre os mais violentos, os estados vizinhos nordestinos: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas; mais parte da Região Norte, do Centro-Oeste e do Sudeste também se destacam negativamente, com taxa entre 6,1 e 8,0.

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Já aqueles menos violentos, destacam-se: Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Piauí, onde o índice é inferior a 4,0.


1.3 Homicídios de mulheres não negras

Para as mulheres não negras, a taxa de homicídios foi igual a 3,1, bem inferior ao que vimos para as negras. Podemos deduzir que essa categoria inclui as brancas e pardas.

Em relação aos estados, Roraima possui o maior índice do Brasil - 21,1 - número extremamente elevado, que merece ser melhor compreendido.

Em segundo lugar, Rondônia registrou 6,6. As taxas mais altas estão presentes na maior parte da região Centro-Oeste, do Sul e do Norte, enquanto a maior parte do Nordeste e do Sudeste registrou índices moderados.

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Já aqueles menos violentos, destacam-se: Pará, Piauí, Ceará, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e São Paulo, todos com valor inferior a 2,2 mortes de mulheres para cada 100 mil hab.


1.4 Predominância de homicídios por cor de pele

O mapa abaixo corrobora com o que dissemos acima, as mulheres negras são as principais vítimas de homicídios do país em 22 UFs do Brasil, com exceção do Paraná e de 4 estados da Região Norte.


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Basta comparar os tons de roxo entre os dois mapas acima para verificar a discrepância da violência.


1.5 Variação das taxas de homicídios de mulheres


Novamente, o comportamento é bastante diferente, em que o Mato Grosso do Sul teve o maior aumento da taxa de mulheres assassinadas (38,8%), seguido por Pernambuco (21,8%) e do Acre (20%), ou seja, são os estados com os piores desempenhos na redução da violência.

Por outro lado, o combate ao homicídio foi mais visível no Piauí com redução de 25,8% e no Espírito Santo com 24,1%, visto no mapa abaixo:


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Das 27 UFs, em 15 houve redução e em 12 aumentou, o que seria interessante compartilhar as políticas públicas mais bem-sucedidas no combate a morte de mulheres. Geograficamente, a situação é discrepante em estados vizinhos, visto por exemplo entre MS e SP, PE e PI ou AC e RO.


***Então, gostou do conteúdo? Continue nos acompanhando. Gostou de algum mapa e gostaria de usar? ou quer um sobre o assunto? entre em contato (91) 98306-5306 e teremos o prazer em ajudar você!


2. Conclusões

Por meio dos mapas, vimos que os homicídios de mulheres negras são maiores do que com mulheres não negras, mostrando que a violência tem uma cor predominante. A pior violência contra a mulher no Brasil é difusa, onde há estados em situação pior do que outros, especialmente no Pará e Goiás referentes as negras, Roraima e Rondônia em relação as não negras. É possível dizer que os homicídios de mulheres cresceram no país, especialmente em doze estados brasileiros, enquanto outros quinze houve redução, o que evidencia políticas públicas diferentes no combate a violência.



3. Serviços de Geoprocessamento e Cartografia




quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Mapas e Shapefiles das Cidades Mineiras (Serviço)



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Mapas e Shapefiles das Cidades Mineiras (Serviço)

Agora já é possível encomendar Mapas Exclusivos de várias cidades mineiras pelo nosso blog. Priorizamos aquelas que dispõem dos limites dos Bairros, a partir do processamento dos dados do IBGE de 2010.

Nesse contexto, é possível solicitar MAPAS ACADÊMICOS e EMPRESARIAIS dos seguintes temas:


1. Municipal - Localização no Estado de Minas Gerais e outras informações específicas no âmbito municipal.

2. Bairros - Mapas com os limites dos bairros.

3. Viário Mapas mostrando avenidas, ruas, travessas e rodovias de uma cidade. Pode ser de um bairro ou região de uma cidade.

4. Satélite - Mapas que mostram imagens de satélite de algum lugar da cidade.

5. Socioeconômico - Mapas que ressaltam faixas de renda (salário mínimo), população (crianças, jovens, adultos ou idosos, etc), taxa de mortalidade, taxa de fecundidade, entre outros.

6. Ambiental - Mapas que destacam unidades de conservação, reservas indígenas, praças, parques, bosques, remanescente de áreas florestais, etc.

7. Favelas - Mapas que destacam a localização e características das favelas presentes nas cidades.

8. Prefeituras/Distritos - Mapas que destacam características desses limites territoriais.

9. Saúde Pública - Mapas que destacam dados de doenças, taxas de morbidade, população vulnerável, etc.



Em baixo listamos algumas cidades do Estado de Minas Gerais que os mapas e shapefiles já podem ser encomendados:
















Em breve outras opções estarão disponíveis. Todos os produtos são personalizados e exclusivos. Para saber mais, entre em contato (91) 98306-5306.

Não encontrou a cidade que procurava?! Entre em contato pelo número e providenciaremos para você.



sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Mapas de Castanhal/PA - Acadêmicos




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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1. Mapas de Castanhal/PA - Mapas Acadêmicos e Empresariais


Está a procura de mapas especializados da cidade de Castanhal para a sua pesquisa ou empresa? Nós usamos dados de instituições como IBGE, IPEA e outras para espacializar os seus dados ou você nos repassa os seus para contruirmos mapas de Castanhal.

Há uma variedade de mapas que podem ser solicitados como: viário (ruas), população, renda, saúde pública, ambiental, etc. Conversaremos e decidiremos como o mapa será e qual o seu tamanho. 

Nesse contexto, oferecemos o serviço de "mapas personalizados do município de Castanhal". Entre as opções disponíveis, destacam-se:

a) Mapa de localização no Estado do Pará.
b) Mapa de localização de bairros
c) Mapa de uma região específica
d) Mapa com imagem de satélite dos bairros ou áreas específicas
e) Mapa GRANDE dos bairros ou de áreas específicas
f) Mapa de população, renda, verticalização, saneamento básico, lixo urbano, etc.

É possível solicitar informações de Castanhal tais como:

a) População por regiões ou setor censitário; Estimativa da população por bairro.
b) Rendimento mensal por setor censitário ou região específica
c) Outros dados socioeconômicos, etc.

Todos os mapas possuem finalidade acadêmica ou empresarial. Alguns modelos de mapas que podem ser encomendados estão abaixo:



Ex 1. Mapa da Vulnerabilidade Social de Castanhal/PA (2015)


Ex 2. Mapa da renda média mensal em Castanhal (2010)


Precisa de um mapa exclusivo? Qual informação é relevante para você? Podemos conversar e decidir a melhor forma de representar os seus dados.

Precisa de um mapa de ruas de Castanhal? ou de outra cidade próxima? Podemos confeccionar mapas das cidades também:


01. Santa Isabel do Pará
02. São Francisco do Pará
03. Terra Alta
04. Inhamgapi
05. Igarapé-Açu
06. Santa Maria do Pará
07. Marapamim
08. São Miguel do Pará
09. Magalhães Barata
10. Maracanã


Não encontrou a cidade do Pará aqui? Entre em contato (91) 98306-5306.