domingo, 25 de outubro de 2020

Mapeando linhas de ônibus para estudo de Geomarketing



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
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Contato: [55] (91) 98306-5306 (WhatsApp)
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#Mapeando linhas de ônibus para estudo de Geomarketing: o caso do bairro da Cidade Nova (Ananindeua, PA)

Você quer abrir ou mudar de endereço a sua empresa, mas não sabe onde? Para o seu negócio prosperar depende da circulação intensa de pessoas? 

As perguntas acima são frequentes para quem trabalha com varejo ou com algum negócio cuja movimentação de pessoas é indispensável. 

Hoje não temos como saber quantas pessoas circulam por uma rua, mas conseguimos especular quais são as mais movimentadas. Uma das formas de saber isso é identificar aquelas onde mais passam ônibus!

Sim, os ônibus. Além de transportarem centenas de pessoas por dia, eles também podem indicar onde há concentração de comércio, oferta variada de serviços e grande circulação de pessoas. Óbvio que algumas não passam ônibus, mas podem estar próximas desses locais.

Foto: Trânsito no município de Ananindeua / Crédito: Diário do Pará 

Com base nos dados dos itinerários dos ônibus presentes na plataforma Moovit - Mobilidade Urbana é possível realizar várias análises espaciais. Algumas delas são:

a) Ruas com concentração de itinerários
b) Zonas ou bairros com concentração de itinerários
c) Identificação de linhas por ruas ou trechos
d) Identificação de zonas ou trechos carentes de ônibus
e) Cálculo de distância de pontos específicos com as ruas onde passam ônibus etc. 

Como teste, vamos avaliar os itinerários de cinco linhas dentro do bairro da Cidade Nova - município de Ananindeua/PA. Nas figuras abaixo estão destacadas os trechos onde eles passam.

Figura 1. Trecho do Cidade Nova 4 Ver-o-peso

Figura 2. Trecho do Cidade Nova 5 Ver-o-peso

Figura 3. Trecho do Cidade Nova 6 P. Vargas

Figura 4. Trecho do Cidade Nova 8 P. Vargas

Figura 5. Trecho do Guajará-São Brás

Agora queremos saber quais os trechos onde mais passam ônibus. Após análise espacial dividimos o bairro em 4 áreas.

a) Vermelho (Grande circulação)
b) Laranja (Moderada circulação)
c) Amarela (Baixa circulação) 
d) Verde (Sem circulação)

O resultado nós vemos abaixo:

Figura 6. Zonas de circulação de ônibus na Cidade Nova [Amostra 5 linhas]


A figura acima destaca a parte sul do bairro como aquela de maior movimentação de ônibus e pode indicar concentração de comércio e de oferta de serviços variados. Outro trecho importante é de uma avenida central do bairro (destacado em laranja), enquanto as demais partes circulam menos ônibus.

As figuras acima são simples e servem apenas de ilustração para análises realizadas nesse projeto. Em um estudo mais completo é importante aparecer o nome das ruas, a identificação dos trechos e uma série de fotos para compreendermos melhor as informações. O que você acha de um estudo semelhante a esse para o seu negócio?

Então, gostou da análise? Imagina realizá-la para uma região ou até cidades? Há várias possibilidades de avaliar de acordo com os interesses do seu negócio.


quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

 

Luiz Henrique Almeida Gusmão

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#Mapa da Felicidade: os países mais e menos felizes do mundo

O que é felicidade para você? Como podemos medir a felicidade de uma nação? Os habitantes de países ricos são mais felizes? 

Um estudo World Happiness Report 2020 sobre a felicidade dirigido pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN em inglês) avaliou por uma plataforma digital, a felicidade dos residentes de 153 países. Os critérios escolhidos foram baseados na percepção dos itens:

1) Renda
2) Assistência Social
3) Longevidade
4) Liberdade para fazer escolhas
5) Generosidade
6) Corrupção
7) Distopia


A partir dos dados realizamos três mapas que destacam os países mais felizes, os menos felizes e um comparativo com o Brasil.

No primeiro mapa estão as 14 nações cujos habitantes declararam serem mais felizes. A maioria deles está no continente europeu e sobretudo, na Escandinávia. Os outros países fora da Europa são: Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Israel. É interessente observar a ausência de grandes potências econômicas entre as mais felizes como: EUA, Japão e China.

A Finlândia era a nação mais feliz do mundo no ano de 2019, seguido pela Dinamarca, Suíça, Islândia e Noruega. É a terceira vez que a Finlândia está no top da lista. A longa expectativa de vida associada com estabilidade econômica e estado de paz deles justificam essas colocações. Contudo, variáveis como generosidade, alta renda, baixa percepção de corrupção e outros critérios contribuíram para maior felicidade.




Entre aqueles cujos habitantes disseram serem menos felizes, a maioria é do continente africano, sobretudo da região Subsaariana. Na lista também temos três países da Ásia e um da América. 

As nações menos felizes são: Afeganistão, Sudão do Sul, Zimbábue, Ruanda, República Centro-Africana e Tanzânia. As razões estão atribuídas à instabilidade econômica e política, à pobreza, à baixa liberdade e à alta percepção de corrupção no país. Outros critérios também foram avaliados negativamente. Alguns deles estão em estado de guerra e grave insegurança alimentar.




No último mapa ressaltamos o Brasil em relação a vários países selecionados. Entre os seus vizinhos, Argentina, Chile e Venezuela são menos felizes. Os EUA, a Alemanha e a França são mais felizes. 

Surpresa ou não, países asiáticos como China e Japão são menos felizes. Portugal e Rússia também são menos. O fato é que a renda não é suficiente para ser feliz, apesar de ser relevante.




Na análise dos mapas e dados, algumas constatações:

a) Os canadenses (10°) são mais felizes que os estadunidenses (18°).

b) Os EUA (18°) e Haiti (142°) são países próximos, mas com diferença exorbitante no quesito felicidade.

c) Brasil (32°) e Moçambique (120°) têm idioma oficial em comum, porém a felicidade é muito díspar. 

d) Entre os BRICs, os brasileiros (32°) se declararam mais felizes que russos (73°), indianos (144°), chineses (94°) e sul-africanos (109°). A diferença por sinal aqui é enorme.

e) Entre as nações mais industrializadas (G8), o Canadá (11°) é o mais feliz, seguido por Reino Unido (13°), Alemanha (17°), Estados Unidos (18°), França (23°) e Itália (30°). Os menos felizes do grupo são: Japão (62°) e Rússia (73°).

A lista completa está expressa aqui:



Então, o que você achou da postagem? Alguma surpresa? Acesse o material original para compreender a metodologia e checar outras listas do estudo.



segunda-feira, 5 de outubro de 2020

[MapBiomas] - Dados de Uso e Cobertura da Terra

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

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[MapBiomas]Dados de Uso e Cobertura da Terra

Você conhece o MapBiomas? É um projeto que mapeia de modo anual o uso e a cobertura da terra do Brasil. Ou seja, nós conseguimos acessar e baixar dados para todos os municípios, regiões, biomas e outras áreas do país, de modo gratuito!

Para entender melhor como funciona a rede, acesse: MapBiomas - Projeto. O mais interessante da plataforma é que eles usam imagens Landsat de 1985 até 2019 (com 30 metros de resolução espacial) e técnicas de Machine Learning para obter essas informações.

Com a Plataforma de dados de uso e cobertura, você consegue baixar dados em formato raster e estatísticas para qualquer área do país! É interessante para quem precisa analisar algum lugar em longa série temporal.


Figura 1. Uso e cobertura da terra do Brasil (2019)
Fonte: MapBiomas (2020)


Há diferentes classificações do Uso e da Cobertura da Terra com níveis específicos de análise. A principal divisão proposta pelo Mapbiomas é: 

a) Floresta
b) Formação Natural não Florestal
c) Agropecuária
d) Área não Vegetadas
e) Corpos D'Água
e) Áreas Não Observadas.

Com a estratificação desses grupos de classes, podemos encontrar outras como: área urbana, pastagens, agricultura perene, lavoura temporária, praias e dunas etc.


Fonte: Mapbiomas


Nas figuras abaixo nós selecionamos dois municípios brasileiros (Altamira/PA e São Bernardo do Campo/SP) para ilustrar as classes no ano de 2019.

Na primeira figura conseguimos visualizar a distribuição das florestas e de áreas agropecuárias para Altamira no ano de 2019. Já a segunda figura, vemos as florestas, os corpos d' água e as áreas urbanizadas para São Bernardo do Campo.







Então, já conhecia o MapBiomas? Como os dados e a metodologia podem contribuir com o seu trabalho? Já escreveu algum artigo com os dados de lá? Compartilhe a sua experiência conosco.




quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Mapa de Marituba/PA [Grande]

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

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#Mapa de Marituba/PA [Grande]

Você necessita de um mapa dos bairros de Marituba para planejar suas estratégias na cidade? Já é possível adquirir conosco. 

O produto é colorido e possui 60 por 60 cm. No mapa você consegue identificar todos os bairros, as principais avenidas, ruas e rodovias. 

Abaixo estão algumas amostras do produto.









Então, o que você achou do produto? Vamos fechar um negócio? 


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Mapas Digitais de Londrina e Maringá [KML]

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

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#Bairros de Londrina e Zonas de Maringá [KML]

Você precisa visualizar os bairros e as zonas de Londrina e Maringá para o seu negócio no Google Earth? É difícil saber onde inicia e termina um bairro? Nós podemos solucionar essa sua dificuldade

Já está disponível em nosso acervo, o limite dos bairros de Londrina e das zonas de planejamento de Maringá.

Os dados estão de acordo com os limites oficiais da Prefeitura, mas atualizados para o ano de 2020.


Figura 1. Limites dos bairros de Londrina/PR

Figura 2. Detalhe dos bairros centrais de Londrina/PR


O arquivo de Maringá (zonas de planejamento) foi adaptado com base nos limites oficiais da Prefeitura e atualizados para o ano de 2020.


Figura 3. Limite das zonas de Maringá/PR


Figura 4. Detalhe da área central de Maringá/PR



Então, vamos fechar um negócio? Precisa de outra divisão? talvez da sua própria empresa.



terça-feira, 15 de setembro de 2020

Amazônia: O que mudou de 1985 para 2018?

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

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#Amazônia: O que mudou de 1985 e 2018?

O Bioma Amazônia é o maior do Brasil e abrange mais oito países. É conhecido pela exuberância e diversidade da sua fauna e flora. Contudo, desde muito tempo tem sido ameaçado por atividades humanas, com destaque para a pecuária e a extração ilegal de madeira.

A partir dos dados do MAPBIOMAS criamos um GIF que enfatiza o desmatamento acumulado no Bioma Amazônia Brasileiro nas últimas décadas. Para isso selecionamos quatro anos: 1985, 1999, 2009 e 2018.


Desmatamento acumulado - Bioma Amazônia (1985-2018)


A partir da animação é possível ver o avanço do desmatamento com o passar dos anos. Entre 1985 e 2018, as áreas mais modificadas foram no: Leste do Acre, Centro-Norte de Rondônia, Norte do Mato Grosso, Sudeste do Amazonas, Nordeste e Sudeste do Pará, Norte do Tocantins e Oeste do Maranhão.

A animação apresenta muito mais do que a perda de florestas e ecossistemas naturais. Trata-se também da extinção ou redução de variadas espécies de mamíferos, aves, reptéis, primatas, insetos etc. Perda esta que nós nunca conheceremos de fato, já que várias ainda são desconhecidas.

Representa a ameaça direta aos povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outras sociedades que dependem da natureza para o seu sustento. Parte significativa dessa vegetação e dos rios estão constantemente ameaçados pela contaminação - por mercúrio e outros metais pesados - com a expansão do garimpo ilegal.

Representa a emissão de poluentes - CO2, CH4 etc - para atmosfera que aceleram as mudanças climáticas. Pode representar a futura possibilidade de savanização da Amazônia - algo terrível e difícil de imaginar. Enfim, o vídeo deve nos levar a reflexão sobre a busca do famoso e nem sempre compreensível "desenvolvimento sustentável".

Para não ficarmos apenas no discurso, há formas de nós contribuirmos para a minimização do desmatamento. Aqui está uma relação, que obviamente não cabe a todos:

1) Reduzir o consumo de carne, sobretudo a bovina
2) Boicotar marcas que lucram a base do desmatamento ilegal
3) Comprar produtos à base de madeira com certificado de exploração autorizada
4) Reduzir o consumo de papel - apesar de muitos produtos terem origem da floresta plantada
5) Plantar mudas compatíveis com o ecossistema
6) Fazer dispersão autorizada de sementes em áreas degradadas ou desmatadas
7) Apoiar financeiramente reconhecidas ONGs que atuam diretamente no combate ao desmate
8) Denunciar pessoas e empresas que estão ateando fogo sem controle
9) Coletar assinaturas para criação ou apoio da Secretaria de Meio Ambiente do seu município
10) Coletar assinaturas para criação de áreas de preservação ambiental no seu município
11) Zelar florestas e ambientes naturais

Etc...

Quais outras ideias interessantes você tem? que podem ajudar na minimização do desflorestamento, não só da Amazônia, mas de qualquer outra área tropical?? Nos conte!





sábado, 12 de setembro de 2020

Mapa de Ananindeua/PA [Grande]

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão

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#Mapa de Ananindeua/PA [Grande]

Você necessita de um mapa dos bairros de Ananindeua para planejar suas estratégias na cidade? Já é possível adquirir conosco. 

O produto é colorido e possui 1,10 por 1,6 m. No mapa você consegue identificar todos os bairros, as principais avenidas e ruas, ilhas e rodovias. 


Abaixo estão algumas amostras do produto.















terça-feira, 30 de junho de 2020

Atlas da Questão Agrária Brasileira



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Atlas da Questão Agrária Brasileira

Em 2008, o atual Prof. Dr. Eduardo Girardi defendeu sua tese de doutorado na UNESP, intitulada: Proposição teórico-metodológica de uma cartografia geográfica crítica e sua aplicação no desenvolvimento do atlas da questão agrária brasileira.

O trabalho é incrível, não apenas pelo uso constante e crítico de mapas, mas por avaliar a questão agrária brasileira de maneira holística.



Fonte: GIRARDI (2008)


Para nós, Geógrafos e Cartógrafos, esse trabalho é um verdadeiro modelo de como realizar um Atlas. Isso porque o autor usa o mapa como recurso analítico e crítico do espaço geográfico, não ilustrativo. Na tese há uma discussão teórica aprofundada sobre esse temática, vale a pena conferir.

Além da tese, há um site com a maioria das informações utilizadas - Atlas da Questão Agrária.

Para aqueles que têm interesse nos mapas em si, é interessante se inspirar nos produtos e começar a pensá-los como meios de pesquisa, pois também possibilitam descobertas através da "visualização cartográfica" apontada pelo pesquisador. 

Todos os mapas da tese foram produzidos com o software PhilcartoAbaixo, vou compartilhar alguns excelentes mapas presentes no Atlas.


Fonte: GIRARDI (2008)

Fonte: GIRARDI (2008)



O que você achou do site e da tese do Prof. Eduardo Girardi? Incrível! É uma referência indispensável para aqueles que ousam em pesquisar e trabalhar com Cartografia Temática, bem como o espaço agrário brasileiro.

*Todos os créditos pertencem ao Prof. Dr. Eduardo Girardi. Estamos apenas compartilhando o seu trabalho através do blog.




quinta-feira, 25 de junho de 2020

Color Brewer: Paleta de Cores para Mapas




Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Color Brewer: paleta de cores para mapas

Você é aquela pessoa que na hora de selecionar as melhores cores para compor o seu mapa não sabe quais usar? Então, você deve acessar esse site - Color Brewer: color advice for maps

As paletas de cores foram selecionadas por Cynthia Brewer e Mark Harrower, professores da Universidade da Pensilvânia (EUA). A seleção de paletas é indicado também para designers com interesse em outros projetos.


Figura 1. Interface do Color Brewer
Fonte: Color Brewer



No site há paletas para todas as necessidades de cartografia: mapas quantitativos, qualitativos e ordinais.  


Figura 2. Paleta de cor verde em degradê (ordem ou quantitativo)
Fonte: ColorBrewer

Figura 3. Paleta de cor sequencial divergente (ordem)
Fonte: ColorBrewer

Figura 4. Paleta de cor divergente (qualitativo)
Fonte: ColorBrewer


Além da variedade de paletas, é possível também realizar downloads e testar as cores com outros objetos (bordas, círculos, etc), assim  como a transparência.


Então, o que você achou do conteúdo? Já o conhecia? Deixe um comentário.



quinta-feira, 7 de maio de 2020

Portal do Covid-19 do Estado do Pará



Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Portal do Covid-19 do Estado do Pará

A Secretaria de Saúde do Pará mantém e alimenta uma Plataforma com dados sobre o Covid-19 para todos os 144 municípios.






É possível acessar uma série de informações como:

a) Número de casos confirmados
b) Número de pessoas recuperadas
c) Número de casos descartados e em análise
d) Número de óbitos
e) Quantidade de casos por município
f) Quantidade de leitos disponíveis
g) Histórico de casos
h) Distribuição etária 
i) Outras informações


O portal também possui um mapa dinâmico do Pará com destaque para a quantidade de casos confirmados por município, bem como outras informações relevantes. 

Você já conhecia essa plataforma? O que achou? Deixe o seu comentário aqui.