segunda-feira, 4 de julho de 2022

Expansão urbana no Distrito Federal entre 1985 e 2020

 


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
Geógrafo e Lic. em Geografia (UFPA)
Mapas em Geral, Treinamentos,
Banco de dados, SHPs e Kmls
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Email: luizgusmao.geo@gmail.com



#Expansão urbana no Distrito Federal entre 1985 e 2020

A partir dos dados do Mapbiomas geramos um GIF animado que mostra a expansão urbana entre 1985 e 2020 no Distrito Federal. 

No ano de 1985, a área urbanizada totalizava 276,2 km² e passou para 635,2 km² em 2020. Em 35 anos, o crescimento foi de 135% e principalmente nas antigas "cidades-satélite", chamadas hoje de Regiões Administrativas.




A animação destaca o crescimento em regiões como Planaltina, Sobradinho, Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga e Santa Maria, por exemplo. As áreas urbanizadas estão concentradas na porção oeste do DF, enquanto no lado leste predomina áreas agrícolas e vegetais. 

O entorno de Brasília também cresceu bastante, especialmente no eixo em direção à Goiânia, cuja tendência de mais áreas construídas como casas, conjuntos habitacionais, indústriais e comércio permanecem.

O eixo Plano Piloto em direção a Planaltina também continua a crescer, com maior integração socioeconômica e  conurbação nos próximos anos. As avenidas arteriais e rodovias são os principais vetores de expansão urbana, já que a cidade de Brasília é conhecida por ter sido planejada para "cidadãos condutores de veículos".


segunda-feira, 13 de junho de 2022

Quais os estados mais desmatados da Amazônia Legal?



Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
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#Quais os estados mais desmatados da Amazônia Legal?

A Amazônia Legal é constituída pela totalidade de 8 estados (Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima, Pará, Mato Grosso, Tocantins) e uma parte do estado do Maranhão (44° de longitude oeste). Nessa região vivem aproximadamente 23 milhões de pessoas e sua extensão territorial é de 5,2 milhões de km².

A partir dos dados de Messias et al., (2021) compilados do TerraBrasilis (2020), a plataforma de dados geográficos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foi criado uma animação com o percentual da floresta amazônica desmatada por estado até o ano de 2021:


Animação 1. Amazônia Legal - percentual de desmatamento por UF (2020)

Elaborador: Msc. Luiz Henrique Gusmão (2022). Fonte: Messias et al., (2021). Amostra de Trabalho


A animação revela, por ordem, os estados mais desmatados da Amazônia Legal. Em 1° lugar vem o Tocantins com 76,3% das suas florestadas eliminadas. Em seguida vem: Maranhão (76,1%), Rondônia (44,9%), Mato Grosso (42,2%) e Pará (24,5%).

No outro extremo, os estados menos desmatados foram: Amapá (2,8%), Amazonas (2,9%), Roraima (7,2%) e Acre (14,5%). Ou seja, é possível encontrar diferentes realidades de desmatamento na Amazônia quando nos referimos aos estados.

Os estados do Tocantins e do Maranhão são aqueles onde a situação é mais crítica com quase 4/5 das florestas derrubadas. Em Rondônia e no Mato Grosso, a condição é preocupante, onde a perda é de quase 50% das florestas. No Pará, a perda já alcançou 1/4 das florestas. No restante dos estados está mais tranquilo, porém merece atenção, principalmente no sul do Amazonas.

Os dados de desmatamento acumulado são relevantes para as políticas públicas, porém as taxas de desmatamento divulgadas mensalmente pelo INPE nos dizem a oscilação ao longo dos meses e dos anos. É a partir dessas últimas que nós vemos a tendência de acréscimo, decréscimo e estabilidade da perda florestal pela ação humana na região.

Por fim, os trabalhos a partir dos projetos (PRODES e DETER) são indispensáveis para o monitoramento do desmatamento na Amazônia cujos dados estão disponíveis na plataforma do TerraBrasilis. 



quinta-feira, 9 de junho de 2022

Ananindeua/PA: expansão urbana e desmatamento


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
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#Ananindeua/PA: expansão urbana e desmatamento

O município de Ananindeua, localizado no estado do Pará, pertence a Região Metropolitana de Belém e é o segundo mais populoso com 540 mil habitantes. Está ao lado da capital paraense e nos últimos 35 anos teve expressivo aumento da sua população com consequente desmatamento.

A partir dos dados do Mapbiomas, conseguimos visualizar as mudanças ocorridas entre o ano de 1985 e de 2020 através de mapas.


Animação 1. Ananindeua: Uso e cobertura do solo em 1985 e 2020

Fonte: Mapbiomas (1985, 2020). Elaborador: autor (2022). Amostra de Trabalho


Os mapas mostram que as regiões sudeste, nordeste, norte e noroeste foram aquelas com maior expansão urbana e desmatamento. No Sudeste, bairros como Aurá, Júlia Seffer, Águas Brancas e Águas Lindas tiveram imensa perda florestal por causa das áreas residenciais. No Nordeste, o crescimento urbano foi mais forte em vários bairros: Distrito Industrial, Heliolândia, Geraldo Palmeira, Centro de Ananindeua e Maguari.

No Norte, bairros como Curuçambá e Paar cresceram bastante, mas não chegaram até o Furo do Maguari. No Noroeste, o crescimento ocorreu mais por Icuí, Jibóia Branca e 40 Horas. É importante frisar o desmatamento em outras áreas também como em Jaderlândia e Guajará, bairros periféricos da cidade.

Ou seja, a maioria do desmatamento e da conversão de pastos para áreas urbanas ocorreu na periferia de Ananindeua. Essas novas áreas habitacionais cresceram de forma espotânea, sem planejamento adequado, principalmente por populações de baixa renda. 

Os mapas também evidenciam ocupação anterior a 1985, especialmente na Cidade Nova (região central), Coqueiro, parte de Levilândia, da Guanabara, do Centro de Ananindeua e de forma dispersa em outros bairros.

Mudanças radicais no extremo norte e sul de Ananindeua quase não ocorreram; apenas dinâmicas rurais com baixíssimas taxas de desmatamento. As ilhas também permanecem bastante preservadas. Em 1985, as florestas cobriam 59,6% de Ananindeua e passaram para 51% em 2020. A área urbana por sua vez pulou de 23,5% para 35,2% do território (Mapbiomas, 1985; 2020). 



domingo, 5 de junho de 2022

Perda de Florestas em Mosqueiro - Belém/PA


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Perda de Florestas em Mosqueiro - Belém/PA

No Norte de Belém/PA está localizada a maior ilha do município: Mosqueiro. Com área aproximada de 240 km² e população de quase 40 mil habitantes, a ilha é um importante destino turístico, banhada pela baía de Santo Antônio e com 17 km de praias fluviais. 

É um local com abundância de casas de praias e infraestrutura para receber milhares de turistas e visitantes. Há dezenas de restaurantes, bares, hóteis e demais estabelecimentos que facilitam a permanência na ilha.

Contudo, desde a construção da rodovia PA-391 na década de 1960, que permite a ligação da ilha com a Região Metropolitana de Belém, é notável o avanço do desmatamento na ilha.

A partir de mapas elaborados com dos dados do mapbiomas, conseguimos visualizar as diferenças ao longo do tempo.


Animação 1: Ilha de Mosqueiro - uso e cobertura do solo em 1985 e 2020

Fonte: Mapbiomas (1985, 2020). Elaborador: Msc. Luiz Henrique Gusmão


A animação acima revela a expansão da área urbanizada na ilha entre 1985 e 2020. O crescimento foi maior ao longo da costa fluvial e na porção norte. Vários bairros cresceram em 35 anos como Murubira, Ariramba, Bonfim e Carananduba no Centro-Sul. No Centro-Norte da ilha, a expansão foi maior em Caruara, Paraíso e Baía do Sol.

O crescimento populacional veio acompanhado de desmatamento, principalmente próximo as áreas já ocupadas em 1985. Pastos abandonados também foram convertidos em áreas urbanas. Nos bairros de ocupação mais antiga como Vila, Praia Grande e Farol (Sudoeste da ilha), a expansão urbana persiste, mas em menor velocidade.

No Centro da ilha, o desmatamento se deu por causa das pastagens. Em menor proporção, a perda de florestas ocorreu por áreas agrícolas familiares. 

A rodovia PA-391 é o principal vetor do desmatamento na ilha. Hoje, a ocupação por novos moradores e a destruição das florestas por pequenos e médios fazendeiros continua em curso. 

Uma das formas de minimizar a pressão sobre as florestas é a criação de unidades de proteção integral no centro da ilha. Nas áreas já ocupadas, a expansão de parques urbanos seria uma medida essencial para manter as florestas, pois contribuiria para a regulação térmica da ilha e a sobrevivência de espécies. Ruas com canteiros centrais arborizados também contribuiriam para amenizar as altas temperaturas e tornaria o microclima mais agradável.

Com as florestas em pé, Mosqueiro também manteria os diversos benefícios ecossistêmicos proporcionados por elas como: captação de carbono, regulação da qualidade do ar, entre outros. Enfim, o crescimento urbano e o desenvolvimento de novas atividades produtivas na ilha devem ocorrer nos lugares já desmatados, sem a necessidade de novas áreas. A recuperação das matas proporcionaria ganhos ambientais inquestionáveis a todos.


segunda-feira, 21 de março de 2022

Ucrânia: dispersão de refugiados pela Europa


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Ucrânia: dispersão de refugiados pela Europa

A Ucrânia, país localizado no Leste da Europa, passa por uma guerra com a Rússia. Desde o início desse confronto, milhões de refugiados têm ido em direção aos países vizinhos. Mas, qual deles têm abrigado essas pessoas (principalmente crianças e mulheres)?

A partir dos dados da ACNUR (Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), confeccionamos um mapa para evidenciar a dispersão pelos países europeus. Os dados se referem até o dia 18/03/2022, cuja atualização pela ACNUR é constante. O mapa abaixo é uma amostra de trabalho, cheio de marcas d' água; caso queira limpo, por favor, entrar em contato. É proibido o seu uso.

O mapa destaca o maior fluxo em direção à Polônia (1,9 milhão), quase 60% do total. Em sequência vêm: Romênia (508 mil), Moldávia (355 mil), Hungria (291 mil), Eslováquia (234 mil). Por fim, vem Rússia (184 mil) e Belarus (2,1 mil). No total, cerca de 3,2 milhões de pessoas saíram do país. Contudo, esse número muda drasticamente conforme a intensificação da guerra.



*Amostra de trabalho. Entrar em contato para ter acesso ao mapa
Elaborador: Msc. Luiz Henrique Gusmão. Fonte: ACNUR (até 18/03/2022)

Matérias de jornais têm publicado sobre o fluxo em direção a outros países não listados acima, como Alemanha e Grã-Bretanha, porém o ponto inicial tem sido sobretudo a Polônia. A fuga dos campos de guerra tem sido por trens, de carro e até à pé, cuja travessia demora vários dias até as fronteiras.

Do ponto de vista técnico do mapa, foi utilizado o método "linhas proporcionais", cuja cada seta indica a intensidade do fluxo de refugiados. O produto foi feito no software QGIS e pode ser adquirido; basta entrar em contato.



sábado, 19 de março de 2022

Distribuição do Rebanho Bovino no estado do Pará (1974-2020)


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
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#Rebanho Bovino no estado do Pará (1974-2020)

O estado do Pará tem o 3° maior rebanho bovino do Brasil, atrás apenas de Mato Grosso e de Goiás (IBGE, 2020). 

No ano de 1974, o Pará tinha apenas 1,3 milhão de cabeças e ocupava a 15° colocação entre todos os estados brasileiros, com significativas mudanças ao longo das décadas posteriores. A partir da série histórica do IBGE é possível visualizar a trajetória da quantidade de bovinos; e nesse caso, escolhemos o estado do Pará.


Figura 1. Rebanho bovino no estado do Pará, desde 1974

Fonte: IBGE série histórica (1974-2020)
Autoria própria

Até os anos de 1980, o rebanho bovino era pouco maior que 2 milhões de cabeças. Nos anos de 1990 passou de 6 milhões, e, nos anos 2000 atingiu 10 milhões.

No ano de 2010 já era maior que 17 milhões e em 2020 alcançou o maior valor registrado, cerca de 22,2 milhões!

O crescimento do rebanho bovino entre 1974 e 2020 no Pará foi de 1.607,6% ou de 20,9 milhões. De modo geral, a expansão foi quase sempre crescente, apenas com leve redução entre 2004 e 2007, mas com recuperação nos anos seguintes.

Toda essa dinâmica foi desigual no espaço paraense ao longo das décadas, onde as expansões mais expressivas ocorreram nas seguintes microrregiões: São Félix do Xingu (+3.790%), Tucuruí (+1.253%), Parauapebas (+946%), Itaituba (+915%) e Marabá (+894%), visto na Tabela 1. A maior parte delas se localizam na mesorregião Sudeste Paraense.


Tabela 1. Rebanho bovino no estado do Pará entre 1990 e 2020


No sentido inverso, apenas quatro microrregiões tiveram redução: Belém (-65%), Arari (-60%), Portel (-48%) e Furo de Breves (-14%), predominantemente na região do Marajó. Em relação a menor quantidade de bovinos, para o ano de 2020, estava nas microrregiões: Furo de Breves (5.133) e Belém (3.522).

É importante notar, entre aqueles com valores mais elevados, a importância de São Félix do Xingu com mais de 3 milhões de cabeças, seguida por Altamira (2,6 milhões), Tucuruí (2,3 milhões) e Redenção (2,2 milhões), alcançando 50,4% do total para o ano de 2020.

Esse aumento é acompanhado da expansão das pastagens no Pará. Conforme os dados da plataforma Mapbiomas, no ano de 1985, cerca de 6,4 milhões de hectares do território paraense eram cobertos por pastagens. Já no ano de 2020, esse valor passou para 21,4 milhões de hectares. Ou seja, em 35 anos, cerca de 15 milhões de hectares viraram pasto no Pará (+234,3%). 


Figura 2. Área de pastagem no estado do Pará em 1985 e 2020

Fonte: Mapbiomas (1985 e 2020)
Autoria própria

Em outras palavras, florestas e outras coberturas vegetais estão sendo convertidas em pastos, especialmente no Sudeste e Sudoeste Paraense, com finalidade de atender os mercados com oferta de carne e derivados. Portanto, o Pará é hoje, um dos principais fornecedores de carne para o Brasil e o mundo, cuja exportação se dá sobretudo pelo Porto de Vila do Conde, em Barcarena.



terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Belém/PA - Breve História


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Breve História de Belém

No Instagram do Belém Mapas foi compartilhado o primeiro capítulo da série: Breve História. Trata-se de um material cujo objetivo é contar a história ilustrada de uma cidade.

A primeira cidade foi Belém, capital do estado do Pará. A partir do material histórico do IBGE sobre a cidade, um material ilustrado foi criado para dar suporte a leitura. 

Da nossa parte está a diagramação do conteúdo, a adaptação e criação do material gráfico. O pequeno livreto digital tem 10 páginas.

Caso queira o material completo em PDF, entre em contato conosco. 










quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

[SHP] Brasília, Campo Grande, Cuiabá e Goiânia


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#[SHP] Brasília, Campo Grande, Cuiabá e Goiânia

O shapefile é a matéria-prima para a produção de mapas temáticos com uso de softwares como QGIS e ARCGIS. Sem a base cartográfica georreferenciada, é difícil produzir mapas das cidades e analisar fenômenos sociais e ambientais.

Para preencher essa lacuna para as capitais do Centro-Oeste brasileiro, agora é possível solicitar Shapefiles dos bairros de Goiânia, Campo Grande e Cuiabá. No caso de Brasília, está disponível o SHP das Regiões Administrativas da cidade.

Além do shapefile, você pode encomendar mapas com dados dos bairros, bem como temáticas como: população, meio ambiente e socioeconomia.







Você também pode solicitar os arquivos para serem vistos no Google Earth ou Google Maps. Dessa forma conseguirá manipular os arquivos de bairros e gerenciar melhor as suas atividades.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Estado do Pará em NÚMEROS - 2021


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Estado do Pará em NÚMEROS - 2021

Todo ano, a FAPESPA (Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas) publica um extenso relatório detalhando o estado do Pará. A última edição, de 2021, acabou de ser publicada e revela informações sobre: território e indicadores demográficos, sociais, econômicos e ambientais. 

Para aqueles que têm interesse em conhecer melhor o Pará, o anuário é um material rico com várias informações. Também possui uma série de mapas e séries estatísticas históricas. Basta acessar PARÁ EM NÚMEROS - 2021 para realizar o download.


Fonte: FAPESPA (2021)



sábado, 25 de dezembro de 2021

Anuários Estatísticos do Brasil (2020-1)


Luiz Henrique Almeida Gusmão
Msc. Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano (UNAMA)
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#Anuários Estatísticos do Brasil (2020-1).

Um Anuário Estatístico é uma publicação com registros de dados sobre algum tema, como educação, turismo, segurança pública, entre outros. Diversos materiais são atualizados anualmente por instituições públicas e privados. 

Para pesquisadores em formação (mestrando e doutorandos) e aqueles atuantes na área da ciência e tecnologia, o uso desse tipo de material é indispensável na elaboração e publicação de artigos em periódicos e revistas.

Aqui, iremos compartilhar uma série de anuários estatísticos de 2020/2021 sobre temas variados do Brasil. O nosso objetivo é compilar uma série desses materiais a fim de facilitar o acesso por estudantes e pesquisadores.











segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Bacia Hidrográfica do Tietê: 35 anos de agricultura


Luiz Henrique Almeida Gusmão
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#Bacia Hidrográfica do Tietê: 35 anos de agricultura

A bacia hidrográfica do Tietê, localizada no estado de São Paulo, é constituída por 7 microbacias: Peixes, Aguapeí, PCJ (Piracicaba, Capivari e Jundiaí), Médio Tietê, Baixo Tietê, Alto Tietê e São José dos Dourados (IBGE, 2021). 

A partir dos dados do projeto Mapbiomas, espacializamos a área de agricultura para toda bacia, do ano de 1985 até 2020, a partir de um GIF animado.


Figura 1. Bacia hidrográfica do Tietê/SP - Área de agricultura entre 1985 e 2020


Em 35 anos é possível visualizar o avanço significativo da agricultura sobre a bacia hidrográfica do Tietê, principalmente nas redondezas das cidades de Penápolis, Jaú, Bauru, Piracicaba e Rio Claro. É no noroeste da bacia onde a agricultura mais expandiu, em detrimento das adjacências de São Paulo e Campinas (à sudeste).

O crescimento da agricultura se deu a partir da conversão de pastos, florestas, vegetações típicas do bioma Cerrado e de outras áreas naturais. A partir do mapa animado acima, você pode solicitar produtos iguais a esse de qualquer bacia hidrográfica de São Paulo e do Brasil.

Entre os tipos de uso e cobertura do solo disponíveis, estão:

a) Florestas (Formação Florestal, Savânica, Mangue e Restinga arborizada)

b) Formação Natural não Florestal

c) Pastagens

d) Agricultura

e) Praias e Dunas

f) Área urbanizada

g) Mineração


Em breve estará disponível também um treinamento específico para elaboração desse tipo de mapa animado. Esses produtos cartográficos podem ser usados em defesas de mestrado, doutorado ou apresentações em geral.

É altamente recomendável usá-los, pois deixa o seu público mais interessado no assunto, além de impressionar a banca e os seus espectadores. Com o número grande de mapas organizados dessa forma, fica mais fácil identificar padrões espaciais e verificar mudanças ao longo do tempo e do espaço. Então, vamos aprender?